Este crescimento moderado é influenciado pelo aumento recente dos preços da energia e pelas taxas de juro elevadas, que continuam a pressionar a atividade económica.
E, segundo contas do DN a partir de dados do INE, no primeiro semestre, excedente público terá ficado em 0,5% do PIB, valor que facilita tarefa das Finanças, que é chegar a saldo de 0% em 2026.