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Luís Montenegro anunciou medida a 8 de setembro, no debate da moção de censura apresentada pelo Chega.
Medida com impacto com 400 milhões de euros foi anunciada no debate da moção de censura do Chega. Redução ocorre a partir de dezembro e também se aplica a contribuintes com rendimentos mais elevados.
Da esquerda para a direita: Joaquim Miranda Sarmento (ministro das Finanças), Luís Montenegro (primeiro-ministro), António Leitão Amaro (ministro da Presidência). Debate quinzenal no Parlamento, Lisboa, 9 de outubro de 2026.
Livre vai propor redução, mas Luís Montenegro matou a ideia à nascença. Diz que "maiores beneficiários" seriam "pessoas e famílias com mais rendimentos, mais poder de compra, que fazem mais consumo".
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