Atualidade

Opinião

Daniel Deusdado

Bazuca de felicidade. Obrigado covid

Não querendo gastar tempo sobre a capacidade de Sócrates em detetar "mandantes" (alô Ivo Rosa :) ), partilho hoje a imensa alegria que me tomou na última sexta feira ao contemplar uma das aparições mais extraordinárias da minha vida. Estava eu desprevenido a ver o vídeo da apresentação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) quando "aquilo" surge. Como agora se diz... então é assim: o primeiro-ministro fala e, ao fundo, está um gráfico com umas linhas a apontarem para cima, rumo ao céu, deixando antever a tão desejada... prosperidade. Sim, ela, finalmente.

Daniel Deusdado

Sebastião Bugalho

Peras, pranchas e petições

No Confissões de Agostinho de Hipona, livro menos conhecido mas não menos belo do que a sua Cidade de Deus, o santo narra a fábula de um furto de peras para descrever o modo como foi, na sua juventude, atraído pelo pecado. Era o roubo do fruto, e não o consumo do mesmo, que motivava e atraía o jovem Agostinho, antes de ser cristão, bispo e mais tarde santo. No livro, cuja definição de maldade fica assim resumida, também o amor (ou a consumação do desejo) merece a literatura deste ocidental, comparando o sentimento da paixão a "morrer sem perder a vida" e "enlouquecer sem perder o juízo". Ora, entre as peras, as paixões e a humanidade de Santo Agostinho, foi nas suas Confissões que achei gancho para olhar esta semana, de evidente protagonista e desconhecido desfecho.

Sebastião Bugalho

Rogério Casanova

Seis coisas inacreditáveis antes do pequeno-almoço

Há aqui uma questão sensível." Estávamos perto da meia-hora de jogo e José Alberto Carvalho tinha um plano. O plano era fazer mais uma pergunta e, ao contrário do que tinha acontecido com as seis perguntas anteriores, obter uma resposta. "Mas é uma questão sensível... em relação à qual o juiz Ivo Rosa também entende que deve ser avaliada em julgamento... que é uma questão que tem que ver com o cofre que a sua mãe tinha em casa..."

Rogério Casanova

Mais atualidade

Ataques em Cabo Delgado

João Honwana

“É preciso derrotar os jihadistas e conquistar o povo”

Entrevista a João Bernardo Honwana, consultor na área de Resolução de Conflitos, Mediação Política e Diplomacia Preventiva, em Nova Iorque. Foi funcionário das Nações Unidas entre 2000 e 2016, tendo servido como Representante do Secretário-Geral para a Guiné-Bissau e Diretor de Divisão (África I e África II) no Departamento para Assuntos Políticos. É Coronel Piloto Aviador na reserva e antigo Comandante da Força Aérea de Moçambique. Participou a 1 de julho na Speed Talk do Clube de Lisboa sobre o jihadismo em Cabo Delgado.

João Lopes

Há um artista a viver dentro do seu smartphone

No menu dos smartphones proliferam aplicações que nos convidam a fazer fotografias com os mais variados recursos técnicos. Incluindo as que evocam certas memórias mais ou menos distantes, algumas permitindo até a recuperação nostálgica de películas que, como dizem os tecnocratas, foram "descontinuadas". Exemplo insólito: uma aplicação que oferece a possibilidade de refazer o look de uma determinada película da Fuji, que, pela densidade dos seus verdes e castanhos, ficou associada ao visual da década de 90 - a "atualização" vai ao ponto de inscrever nas imagens agora obtidas uma data de um ano daquela década.

João Lopes

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