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Portugal é dos países onde o iPhone é mais caro. Outra vez

Comprar um iPhone Xs em Portugal custa mais 20% do que comprar o mesmo modelo nos EUA. Saiba ainda qual o melhor local para poupar na compra do smartphone. Portugal volta a figurar no ranking dos países onde comprar um iPhone vai exigir um maior esforço dos consumidores. O ponto de partida é o preço de um iPhone Xs nos EUA e depois é preciso considerar elementos como impostos, custos com exportação, distribuição e câmbio de divisas para chegar ao valor final por país. Num ranking que elabora todos os anos, o Deutsche Bank revela uma lista de 40 países [...]

Opinião

Porque estão as pessoas a marimbar-se para as europeias?

Sim, eu sei que está farto de ver políticos em arruadas, feiras e mercados. Que já não há paciência para as danças ridículas, para as voltinhas de bicicleta - ou de helicóptero - e para o político que decide tocar bateria, só para garantir que aquela imagem se torna viral. Bem sei que já não se aguentam os discursos inflamados e a reação à reação do outro que disse o que não queria dizer. Eu sei que temos todos bons motivos para não ligar nenhuma às eleições europeias. Mas se o erro de pensar assim não é nosso, as grandes vítimas da abstenção seremos nós.

Anselmo Crespo

Novo grande jogo na Ásia Central: UE versus russos vs chineses

Com quatro milhões de quilómetros quadrados, a Ásia Central ex-soviética quase iguala em território a União Europeia. Seria, pois, de esperar que o novo acordo de parceria entre os cinco países da região e os 28 Estados membros da UE, que será ratificado em Bishkek (Quirguízia) a 7 de julho, representasse uma torrente de oportunidades para ambos os lados. Não é certo que assim aconteça, pois os cinco países centro-asiáticos são atraídos por outros polos de poder, como a Rússia, com a qual têm fortíssima relação histórica, e cada vez mais a China, cujo projeto Uma Faixa, Uma Rota promete investimentos.

Leonídio Paulo Ferreira

Eles e nós, também no discurso europeu

Há um subdiscurso nestas eleições europeias que se queixa da falta de atenção para as questões que esta votação pode influenciar. É um discurso de certa forma elitista, que corre entre jornalistas, políticos e nas redes sociais onde estes se movimentam e peroram. Mas tem razão. Não, estas eleições não são uma antecâmara das legislativas. Não vão definir a cor do cartão que será passado ao governo. Nada disso. Estas eleições definirão quem vai mandar no Parlamento Europeu e, de certa forma, influenciará o tipo de União que será a europeia, daqui para a frente.

Catarina Carvalho

Ui, o André Ventura!

Esta semana correu bem. Confirmou-se a radiografia que nos fazem e fazemos de nós: pegamos de cernelha. Vocês sabem, lá fora mata-se o touro, caça-se imigrantes ou vota-se por isso... Já nós somos um povo uno, sem guerras internas vai para dois séculos, somos, enfim, uns suíços que ainda por cima não são maçadores. Nesta semana, uma anunciada extrema-direita morreu na praia como uma alforreca. Nem era uma man-of-war, daquelas de tentáculos com poderes urticantes, era, afinal, só gelatina.

Ferreira Fernandes

Deitar fora a tralha que não interessa

"Não tenho nada em minha casa que não possa transportar no meu carro." Devíamos estar em 2003 ou 2004, conversávamos enquanto íamos andando ao longo de uma rua com poucos automóveis e árvores altas despidas de folhas, ladeada por prédios bonitos com casas de grandes janelas, e a frase da minha amiga mexicana, que eu conhecia há pouco tempo, pareceu-me apenas divertida. Falávamos sobre o tamanho das salas que conseguíamos ver para lá dos vidros das janelas, de como eram estupidamente grandes, quando ela disse aquilo. "Vou mudar de casa em breve. Para uma mais pequena." E, para facilitar a mudança, Selene ia novamente aplicar uma regra que já tinha há uns anos: tudo o que lhe entrava em casa e fazia parte do quotidiano dela tinha de caber no carro - e não, não era uma Ford Transit nem uma Toyota Hiace.

Paulo Farinha

Mon chéri

"Nestas serras o esquecimento está cheio de memória." A cem quilómetros de Cáceres, na Extremadura espanhola, a placa junto ao miradouro é daquelas que fazem pensar. A vista para as tais serras impressiona. Esta é terra de cereja, é o Vale do Jerte, a área de maior produção de cerejas de Espanha, com mais de um milhão e meio de árvores. E é a terra de um dos maiores massacres da história de Espanha. Mirador de la Memória é o nome daquele ponto de vista pejado de estátuas. Foi idealizado por Francisco Cedenilla Carrasco e é uma homenagem às vítimas da Guerra Civil Espanhola e da ditadura franquista. As imponentes estátuas têm marcas de balas do tamanho de cerejas. Em 2011, três anos depois da inauguração do espaço, pai e filho vieram aqui praticar tiro ao alvo, insatisfeitos com a democracia. Vandalizaram o miradouro a tiros de caçadeira. O Agrupamento de Cooperativas do Vale de Jerte tem mais de 3500 sócios, representa 80% da economia local e chega a uma média anual de 15 milhões de quilos de cereja. Feitas as contas, são cerca de 50 milhões de euros arrecadados por ano, fruto (que melhor palavra?) das vendas para o mercado espanhol e internacional. A Ferrero vem aqui buscar cerejas para as enfiar dentro de um bombom de chocolate inundado por licor. É um dos campeões de vendas da marca em cada Natal. E a cada Natal recorda-se por estas terras o 25 de dezembro de 1937, quando um grupo de 60 guardas civis fuzilou 34 homens no campo de tiro de um quartel de Cáceres, a cidade-museu da Extremadura. Eram professores, sindicalistas, militantes de partidos democráticos. E nem o alcaide da cidade escapou. Nos dias seguintes, a cifra chegou às 196 execuções. No tempo das cerejas, que não se esqueça o passado.

Ricardo Santos

A mosca da cereja que veio do Japão para o Fundão

Com Dum Dum não escapa um. Mata moscas, melgas e mosquitos. Recordo-me da embalagem do spray e do cheiro intenso que iria gasear o mosquedo da quinta dos meus avós. Era presença indispensável no cabaz de compras da minha avó Piedade quando se ia aviar à loja do Ti Chico Ferrador, na estação dos comboios de Castelo Novo, aos pés de granito da serra da Gardunha. No cabaz vinham ainda a cera búfalo, o tulicreme e o pão da "arraia". Era o princípio do verão, o junho do nosso contentamento. As tardes ficavam longas e quentes e as moscas começavam a sua lenta invasão, zumbindo em sonolência molengona a perturbar a sesta. A minha avó gaseava-as com "remédio para as moscas". O meu avô Manel preferia um método mais sustentável. Enrolava o Jornal do Fundão como se fosse um taco de basebol e pumba, sem dó nem piedade, acrescentava vírgulas e pontos finais esborrachando-as na capa do JF . Isto no tempo em que os jornais tinham outra utilidade, ou pelo menos alguma. Depois vieram outros métodos drosomicidas, como os sacos de água pendurados à porta ou os esturricantes aparelhos de néon, mas nunca nada foi tão eficiente como o Jornal do Fundão nas mãos do meu avô. Era junho e o ar cheirava a cerejas, que pintavam as árvores cor de rubi e se depenicavam em malgas com água fresca. Não haverá nunca sabor como o dessas cerejas, as dos meus avós. Eram pequenas mas carnudas, com lábios de beijos ternos. Também gostávamos de cuspir os caroços para o quintal para ver se mais nasciam. Quantas mais se cuspiam, mais nasciam. O princípio dos verões na quinta dos meus avós era o tempo das cerejas e das moscas. Agora as moscas são uma das grandes ameaças ao ouro vermelho do Fundão. A insaciável mosca tem nome de moto japonesa, chama-se Drosophila suzukii e, reza a lenda, veio a esvoaçar do Japão, onde a cereja é fruto sagrado de samurai, de vida breve mas intensa. No Japão, as cerejeiras chamam-se sakuras. Existem mais de 600 tipos de sakura, com flores rosa, branca e amarela. As cerejas japonesas chamam-se sakuranbo e são também um símbolo de amor erótico. Há uma sakura com mais de dois mil anos chamada jindai zakura. Tem mais de dez metros de altura e reza a lenda que foi plantada pelo imperador Takeru. Do Japão, voam charters de turistas para o Fundão para ver as cerejeiras em flor e o nosso "hanami beirão" (cerejeiras em flor). E se os turistas são que nem moscas, parece que as moscas do Japão aterraram no Fundão. A voraz suzukii, também conhecida como mosca-da-asa-manchada ou mosca-do-vinagre, é uma praga que perturba a produção de cereja na Cova da Beira. A glutona nipónica perfura o fruto aurífico, colocando lá os seus ovinhos que geram larvas e se alimentam do fruto da nossa seleção, até ele tombar podre e inútil. Há vários meios de combater o mosquedo, mas nenhum seria tão eficaz como o Jornal do Fundão nas mãos do meu avô ou a metralhadora Dum Dum nas mãos da minha avó.

Rui Pelejão

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Máquinas Inteligentes para ajudar a salvar o planeta

Em 2015, Elon Musk e Steve Wozniak, entre outros 8 000 cientistas e líderes tecnológicos, assinaram uma carta aberta na qual alertavam para os riscos da inteligência artificial. Tratava-se de um alerta para a possibilidade de as máquinas virem a ser prejudiciais para os nossos interesses enquanto espécie, também partilhado pelo físico britânico Stephen Hawking, que garantia que a inteligência artificial podia ser “o melhor ou o pior que podia acontecer à espécie humana”. No entanto, gostemos mais ou menos, o futuro parece passar obrigatoriamente pelo convívio com máquinas responsáveis por fazerem parte do nosso trabalho, incluindo tarefas importantes, e não apenas tarefas mecânicas e repetitivas. Um artigo publicado na página online do Fórum Económico Mundial garantia que vivemos um momento histórico em termos de inteligência artificial, graças ao big data, aos avanços no hardware, a algoritmos cada vez mais potentes e ao desenvolvimento de programas de código aberto que reduzem as barreiras para entrar na indústria tecnológica. O artigo garantia que estas condições beneficiavam oito áreas em que a inteligência artificial podia ajudar a salvar o nosso planeta: veículos elétricos e autónomos, novas redes energéticas, agricultura inteligente, melhores previsões climáticas, resposta perante catástrofes naturais, cidades ligadas e sustentáveis, transparência digital e desenvolvimento científico. Claro que a inclusão da inteligência artificial na equação ambiental não é uma atualização futurista forçada da ideia “eles que inventem!”, de Unamuno. Não são as máquinas que vão resolver os problemas criados pelos humanos, e sim nós que as conduziremos para essa resolução. Aliás, há já várias iniciativas e propostas neste sentido. Uma delas é dirigida por Lucas Joppa, na Microsoft: “Estamos perante uma oportunidade fantástica para alocarmos alguma da nossa tecnologia mais sofisticada e algumas das nossas ferramentas à resolução de alguns dos desafios ambientais que enfrentamos atualmente.” Joppa é responsável de Meio Ambiente na empresa de Redmond e diretor do projeto AI for Earth, um compromisso de 50 milhões de dólares a cinco anos no qual a Microsoft centra as suas investigações no campo da inteligência artificial em quatro áreas específicas: agricultura, água, biodiversidade e alterações climáticas. O programa da Microsoft disponibiliza subsídios e acesso aos imensos recursos tecnológicos e de computação da empresa para projetos que procuram alterar os atuais modelos de gestão e exploração de recursos. Joppa acredita que os governos têm um papel fundamental nas soluções e iniciativas no âmbito das alterações climáticas, mas considera que as empresas não podem ficar paradas e devem assumir um papel de maior intervenção: “As empresas não precisam dos governos para agir. Nós podemos ser agentes de ação. Nós podemos definir a agenda que queremos implementar. Acho que, se olharmos para o sucesso do setor tecnológico em termos globais, vemos que a oportunidade para a tecnologia ajudar a acelerar uma agenda de sustentabilidade global mais vasta é enorme.” Entrevista e edição: Azahara Mígel, Noelia Núñez, Mikel Agirrezabalaga Texto: José L. Álvarez Cedena

Para brisas de Realidade Aumentada para tornar os carros mais seguros

Por vezes, uma transformação é precedida de um acidente. O caso paradigmático que exemplifica esta teoria é o de Paulo de Tarso, a quem um clarão do céu fez cair do cavalo a caminho de Damasco. Este acontecimento fê-lo abandonar a sua profissão ao serviço do Império e abraçar a fé cristã. A sua lenda, de tão icónica e exemplar, é celebrada e representada em inúmeras interpretações artísticas.Vitaly Ponomarev não estava perto da cidade síria quando sofreu o seu acidente, mas sim numa estrada de Moscovo, e não montava um cavalo, conduzia um Audi A6. O que causou o seu acidente também não foi uma luz vinda do céu, mas sim uma indicação do sistema de navegação que o fez desviar momentaneamente os olhos da estrada. O resultado foi um pequeno acidente de viação, sem consequências graves. O que, para a maioria das pessoas, teria significado apenas um transtorno e custos cobertos pelo seguro, para Ponomarev foi o início de uma transformação tecnológica que o levou, pouco depois, a fundar uma empresa que pretende mudar para sempre a forma como conduzimos, tornando-a mais segura.“Somos líderes mundiais em sistemas de realidade aumentada para carros”, explica Ponomarev para indicar a atividade da WayRay, a sua empresa. “Desenvolvemos um sistema ótico especial baseado em elementos óticos holográficos. Em vez de termos uma imagem reduzida no para brisas, podemos abranger todo o para brisas com a realidade aumentada. Podemos ver objetos virtuais a flutuar no ar, longe do para brisas, e integrá-los literalmente na realidade. É por isso que chamamos a isto realidade aumentada real.” Ou, em resumo, o que a WayRay propõe é disponibilizar diante dos olhos do condutor todo um mundo de sinais, alertas e indicações de forma natural, graças à tecnologia desenvolvida pela empresa. Na WayRay, trabalham especialistas em diferentes áreas, como química, ciência dos materiais, ótica, microeletrónica, robótica ou mecânica. A explicação? O que propõem é tão inovador que, mais do que adaptar e reinterpretar tecnologias já existentes, foi preciso idealizar soluções completamente novas.O sistema da WayRay responde aos gestos do condutor à sua frente, e incorpora uma câmara HD e vários sensores que localizam constantemente o veículo e fazem o mapeamento do meio que o rodeia. Obviamente, o dispositivo irá crescendo à medida que as cidades forem também incorporando dispositivos ligados com os quais possa interagir e trocar informação. Embora a WayRay esteja agora sobretudo direcionada para a indústria automóvel, Ponomarev é ambicioso e acredita que os seus sistemas terão muito mais utilidades: “Enquanto empresa, o nosso objetivo é disponibilizar os nossos mundos virtuais através de painéis transparentes. Ou seja, queremos estar em todo o lado onde possamos ver através de janelas transparentes, seja na construção, nos escritórios, seja noutro tipo de transportes, incluindo carros, comboios, aviões, em qualquer lado em que possamos ver através de um vidro transparente. Achamos que fazemos parte deste novo mundo em mudança.”Entrevista e edição: Azahara Mígel, Ander ManeroTexto: José L. Álvarez Cedena

Insider

Depois da Huawei, Samsung tem um problema familiar de 7 mil milhões

A Samsung tem tido na Huawei o seu maior rival na luta pela liderança nas vendas de smartphones mas, agora, a família que controla a empresa, corre o risco de perder o seu controlo. Na era digital, a vida das marcas pode sofrer oscilações enormes em pouco tempo. A Huawei tem vindo a ganhar terreno no desejado campo de vendas de smartphones à líder Samsung - em Portugal a Huawei já roubou mesmo a liderança à rival sul-coreana. Há estimativas para que a Huawei seja mesmo a marca mais vendida no mundo já este ano. Agora, com os embargos dos [...]

Portugal é dos países onde o iPhone é mais caro. Outra vez

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PlayStation 5: Carregamento instantâneo de jogos e aposta no streaming

Consola só chega ao mercado na segunda metade de 2020. Sony diz ainda que PlayStation 4 vai continuar a ser a principal fonte de receita nos próximos três anos. A Sony Interactive Entertainment (SIE) revelou novos detalhes sobre a sua próxima consola de videojogos, a PlayStation 5. Numa apresentação com investidores, a empresa focou-se nos tempos de carregamento instantâneo que o sistema vai permitir, na melhoria de desempenho dos jogos e também no streaming. Usando o mais recente jogo da personagem Homem-Aranha, a Sony demonstrou que o carregamento de um novo nível vai demorar menos de um segundo na PS5, [...]

Jack Ma. "O molho secreto do Alibaba? As lideranças femininas"

O fundador, mentor e, até há pouco tempo, CEO do grupo Alibaba espalhou lições de empreendedorismo e de vida no VivaTech, onde estivemos. Jack Ma confirmou a reforma do Grupo Alibaba para se dedicar à profissão para o qual se formou: quer ensinar. Pode ler a primeira parte da participação de Ma na conferência aqui. As suas palavras têm eco um pouco por todo o mundo. É chinês, mas há muito que fascina noutras latitudes. Jack Ma, tem 55 anos e é o líder do Alibaba Group, o maior marketplace do planeta, superior à gigante Amazon, mas que tem mais [...]

DN Ócio

Joias de autor contra o estigma das doenças mentais

No dia 30 de maio a loja da Elements Contemporary Jewellery, no centro comercial Amoreiras, vai assumir o formato de galeria de arte e expor as obras originais dos artistas do Manicómio Lisboa. Manicómio with Elements, o nome do projeto, tem como objetivo a inclusão de pessoas com doenças mentais através da arte. Cada peça de autor é transportada para o universo das joias, resultando numa coleção de cinco peças, em séries limitadas de cinco exemplares numerados, acompanhadas de um certificado. 15% do valor de venda das peças diretamente para os artistas. Para mais tarde, noutro momento, está previsto a [...]

Elemento: o restaurante com a receita para criar com fogo

O chef lisboeta Ricardo Dias Ferreira depois de sete anos a viver na Austrália decidiu pegar fogo no Porto. Mais concretamente no seu restaurante "Elemento" especializado em fire dining. O que é isso? Explicamos nas linhas seguintes. Texto Filipe Gil Numa rua à beira da Avenida dos Aliados, há um restaurante em que o fogo é o elemento principal. Contudo, e apesar do protagonismo são os ingredientes a que dá aval que sobressaem. É isso que é o fire dinning. Um restaurante onde a tecnologia não entra. Nem gás, nem eletricidade. Só o fogo em diálogo próximo com os ingredientes [...]

O melhor bar de cocktails de Portugal fica em Lisboa

O Red Frog, em Lisboa, foi distinguido como o "Melhor Bar", "Melhor Carta de Bar" e "Melhor Equipa de Bar" nos prémios da sexta edição do Lisbon Bar Show. Por sua vez, Nelson Matos venceu o prémio de "Melhor Barman" e também o de "Melhor Cocktail" pelo seu cocktail "Evolve". Responsável pelo bar Gusto, no Hotel Conrad, no Algarve, que foi eleito como "Melhor Bar de Hotel". Nas restantes categorias foram distinguidos como "Melhor Barmaid" a Tatiana Cardoso (The Royal Cocktail Club), como "Produto do Ano" o licor Italicus, como "Produto Português do Ano" o Rum William Hinton, como "Melhor [...]

Surf trip na Costa Vicentina ao volante do Mercedes GLC

Passar um fim de semana prolongado com amigos, em busca de ondas. Este foi o ponto de partida para uma surf trip ao volante do Mercedes GLC 250d 4Matic, a começar em Lisboa e descendo até à Costa Vicentina. Deu gosto optar sempre pelo caminho mais longe para a praia... Texto e Fotografias de Nuno Mota Gomes A bordo foram quatro passageiros e as suas malas, três pranchas de surf, uma de bodyboard, um skate e equipamento das modalidades. Os bancos traseiros rebatem em 60:40, ou pode deitar-se apenas o do meio. Foi esta última opção que adaptámos e ninguém [...]