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Opinião

E se o erro foi termos oferecido Bombaim aos ingleses?

Escrevia Boris Johnson no Daily Express em março de 2018, era então ministro dos Negócios Estrangeiros, que desde que o Reino Unido integrou a União Europeia a economia desta cresceu em média apenas 2% ao ano, enquanto a da Commonwealth uns sólidos 4,4%. Uma forma nada diplomática, e outra coisa não seria de esperar, de um dos grandes defensores do Brexit dizer que desde 1973 os britânicos estão a perder tempo e dinheiro por estarem envolvidos com a Europa continental em vez de apostar tudo nos países que em tempos fizeram parte do seu império. O problema é que não é verdade. Aliás, é mentira.

Leonídio Paulo Ferreira

PremiumA burocracia hipster da CP

A finitude do tempo e a infinitude dos temas fazem difícil a escolha do que ensinar aos filhos, do que lhes falar. A isto soma-se, quando é o caso, a pluralidade destes e, em qualquer caso, os programas escolares como sanguessugas do tempo e dos temas. A cultura digital ilustra bem isto com a meme "mitochondria is the powerhouse of the cell". Esta frase é usada para ilustrar a inutilidade prática da aprendizagem no sistema escolar e ressurge ciclicamente na internet - até quando continuaremos a dizer na internet, como se as coisas pudessem ressurgir noutro lado qualquer - por exemplo, na altura dos impostos?

João Taborda da Gama

Pode a clubite tramar um hacker?

O hacker português é provavelmente uma história à portuguesa. Rapaz esperto, licenciado em História e especialista em informática, provavelmente coca-bichinhos, tudo indica, toupeira da internet, fã de futebol, terá descoberto que todos os estes interesses davam uma mistura explosiva, quando combinados. Pôs-se a investigar sites, e-mails de fundos de jogadores, de jogadores, de clubes de jogadores, de agentes de jogadores e de muitas entidades ligadas a esse estranho e grande mundo do futebol.

Catarina Carvalho