Opinião

Maria da Graça Carvalho

Recursos marinhos – não, a solução não é deixar de comer peixe

Um dos riscos de abordar os problemas com uma visão unidirecional, por mais bem-intencionada que esta possa parecer, é fomentar atritos em vez do diálogo construtivo, e ignorar os factos em benefício das convicções que queremos vincar. Vem esta reflexão a propósito de Seaspiracy - Pesca Insustentável, que se estreou no mês passado, e tem alimentado acesos debates na imprensa e nas redes sociais.

Maria da Graça Carvalho

Begoña Íñiguez

Abram as fronteiras entre Portugal e Espanha, por favor

Senhor Sánchez, senhor Costa, há quase três meses que as fronteiras terrestres entre Portugal e a Espanha estão fechadas, salvo em 18 pontos de passagem autorizados (PPA) dos quais só sete deles estão abertos de maneira permanente 24 horas por dia: Valença do Minho, Vila Verde da Raia, Quintanilha, Vilar Formoso, Caia, Vila Verde de Ficalho e Castro Marim. Pela segunda vez em menos de um ano a fronteira física, com os controlos transfronteiriços por parte da GNR em território luso e da Guardia Civil em Espanha, fizeram regressar os fantasmas dos dois países ibéricos, de antes da sua adesão à Comunidade Económica Europeia, hoje UE, em 1985. "Quem nos ia dizer que voltaríamos a ter controlos na fronteira e que não poderia entrar em Portugal para ver aos meus netos? Dizia há uns dias bastante preocupada a minha mãe.

Begoña Iñiguez

Jorge Costa Oliveira

Vistos dourados e masoquismo

Regularmente aparecem iniciativas destinadas a eliminar mecanismos de ARI/"vistos dourados" na UE. Invariavelmente invocam-se riscos vários mas a imputação essencial é a de que estes mecanismos promovem o branqueamento de capitais. Existem vistos dourados em pelo menos oito países da UE e em dezenas fora da UE. Existem ainda mecanismos muito similares de atribuição de residência temporária através de "investimentos passivos" indiretos - como na Alemanha e nos EUA. Estarão estes governos todos errados? Existirá alguma conspiração mundial protegendo os vistos dourados? Ou tratar-se-á de uma via de captação de investimento de que nem mesmo países com fortes excedentes de capital prescindem?

Jorge Costa Oliveira

Desporto

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Ataques em Cabo Delgado

João Honwana

“É preciso derrotar os jihadistas e conquistar o povo”

Entrevista a João Bernardo Honwana, consultor na área de Resolução de Conflitos, Mediação Política e Diplomacia Preventiva, em Nova Iorque. Foi funcionário das Nações Unidas entre 2000 e 2016, tendo servido como Representante do Secretário-Geral para a Guiné-Bissau e Diretor de Divisão (África I e África II) no Departamento para Assuntos Políticos. É Coronel Piloto Aviador na reserva e antigo Comandante da Força Aérea de Moçambique. Participou a 1 de julho na Speed Talk do Clube de Lisboa sobre o jihadismo em Cabo Delgado.

Evasões

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