Atualidade

Opinião

Anselmo Borges

A pessoa e a dinâmica religiosa. 2

O Homem tem uma constituição paradoxal. Por vezes, constata que fez aquilo de que se espanta negativamente, erguendo, perplexo, a pergunta: como foi possível eu ter feito isso? - aí, não era eu. Há, pois, o "isso" em nós sem nós, de tal modo que fazemos a experiência do infra ou extrapessoal em nós. Talvez fosse a isso que São Paulo se referia quando escreveu: "Que homem miserável sou eu! É que não faço o bem que eu quero, mas o mal que eu não quero, isso é que pratico." Por outro lado, o Homem dá consigo como sendo mais do que o que é: ainda não é o que quer e há-de ser. Ainda não sou o que serei. Uma das raízes da pergunta pelo Homem deriva precisamente desta experiência: eu sou eu, portanto, idêntico a mim, mas não completamente idêntico, porque ainda não sou totalmente eu. Então, o que sou?, o que somos?, o que é o Homem? O Homem não se contenta com o dado. Quer mais, ser mais, numa abertura sem fim. Exprimindo esta abertura ilimitada, há uma série de expressões famosas: citius, altius, fortius (mais rápido, mais alto, mais forte), o lema olímpico; o Homem é bestia cupidissima rerum novarum (animal ansiosíssimo por coisas novas), dizia Santo Agostinho; Max Scheler definiu-o como "o eterno Fausto", e Nietzsche, como "o único animal que pode prometer"; Unamuno escreveu: "Mais, mais e cada vez mais; quero ser eu e, sem deixar de sê-lo, ser também os outros." Mesmo na morte, o Homem não está acabado, pois é o animal do transcendimento e sempre inconcluído.

Anselmo Borges

Adriano Moreira

PremiumO imprevisto à espera de uma oportunidade

Um ponto de partida para meditar sobre o inquérito aberto pelo Diário de Notícias, pode talvez ser o fim da Segunda Guerra Mundial. Olhando nessa data para as perdas humanas e destruições materiais sofridas pela URSS, pela China, pelo Japão, pela Europa e por numerosas colónias do império euromundista, o presidente Harry Truman, em 9 de agosto de 1945, fez esta proclamação: "Saímos desta guerra como a nação mais poderosa do mundo, talvez a mais poderosa de toda a história." Protegidos por dois oceanos, sofreram menos, e assumiram uma hegemonia global. Nos escassos dias, decorridos no mês de dezembro de 2019, a conferência da NATO em Londres, e a conferência do ambiente em Madrid suscitam a concentração mundial em relação a dois desafios dominantes: a utopia da ONU, da "Terra única", e da "Terra casa comum do género humano", está ameaçada pela desordem, não apenas militar, mas também ambiental, a ponto de exigir um esforço global, que mantenha a terra habitável. A política de "relação de forças", seguida pelos EUA, tem já sinais do fim da liderança americana (Bertrand Badie), do outono ocidental, e do apagamento da "luz do mundo" que a Europa já teve (Jacques Barzun). O facto que parece mais inquietante é que, embora tenha sido o objetivo essencial da utopia da ONU responder ao globalismo das interdependências sem fronteiras, nos domínios cobertos pelos avanços das ciências, das técnicas, das comunicações, os riscos crescentes da quebra da paz multiplicaram as formas e capacidade de agressão, desde o terrorismo às capacidades de precipitar uma cascata atómica, impondo a debilidade crescente da sonhada ordem, sem despontar uma viável governança mundial. A referida utopia da ONU invocou uma sabedoria que cresceu no sentido de pôr um ponto final no castigo infligido à ambição da Torre de Babel; mas o abuso da sonhada substituição das "crenças das Igrejas" pela "religião da ciência" (Renan, 1848) implicou que o globalismo sem governança implicasse uma "luta de relação de forças", em que se distinguem, contra o sonho de Harry Truman, e as suposições de Trump, o desafio da China, o desafio de Moscovo e o número de emergentes que não apreciam a história da ocidentalização do globo pela colonização. Parece haver acordo sobre o facto de os EUA, nas áreas da cultura, das ciências, das técnicas, cujas atividades apoiavam o que, no tempo de Obama, foi chamado o soft power, possuírem uma projeção global, e que é inegável o prestígio de Harvard, Stanford, MIT, Columbia, sempre no topo da classificação de Xangai, que a iniciativa económica e financeira inspiram o triunfo mundial das marcas das suas empresas, prestígio também apoiado em fundações, em que se distingue o modelo e ação da Rockefeller Foundation (1913), empenhadas em apoiar iniciativas educativas e culturais, a paz da utopia e o desenvolvimento sustentado que o papa Paulo VI chamou, na ONU, o novo nome da paz. Mas é no plano da falta de governança mundial, que deveria ser um desenvolvimento da utopia da ONU, que a competição entre os poderes que descuidam o passado trágico da história das guerras, mais guiadas pela Realpolitik do príncipe de Maquiavel do que pela "paz perpétua" do internacionalista Kant, que esperava, no objetivo dos políticos, adotar uma legalidade expressa num campo de normas universalmente respeitadas. Nesta fratura entre as utopias humanistas e a multiplicação de utilitarismos políticos expansionistas, a defesa sem desistência das primeiras tem de não esquecer que o futuro teima em aparecer antes de previsto. Nos EUA também, na sociedade civil, estão ativas as iniciativas defensoras sem desistência dos valores da "terra casa comum da humanidade", distinguindo-se hoje, com alegadas reservas, a chamada Open Society Foundation, devida a George Soros, em defesa da paz, da democracia, da circulação das elites, do funcionamento dos centros de investigação. Esta linha, com tradição centenária, manter-se-ia animadora se, sem reservas, viesse a ser revigorada, em benefício de deter o outono ocidental, de recuperar a solidariedade atlântica e desenvolver a capacidade de ajudar, com autenticidade, a organizar a governança do globalismo. Os projetos existem, mas o imprevisto está à espera de uma oportunidade. Os movimentos de protesto contra as práticas ofensivas do ambiente, que uma criança conseguiu dinamizar em nome do direito a um futuro, são legitimados pelas ameaças de que tomam experiência sofrida, mas reclamando a ação dos responsáveis que possuem o poder político, o domínio do saber, a capacidade e o dever de anunciar a batalha da recuperação. O tempo perdido em minimizar a importância do apelo que vem de uma infância amargurada pelas dúvidas sobre o legado que vão receber ajuda a que, em mais uma ocasião, talvez o futuro aconteça sem previsão.

Adriano Moreira

Leonídio Paulo Ferreira

O caos pós-Kadhafi, como o caos pós-Saddam

Entre os ditadores derrubados pela Primavera Árabe de 2011, o líbio Muammar Kadhafi foi o que teve o destino mais trágico: nem o exílio, como o tunisino Ben Ali, nem a prisão, como o egípcio Hosni Mubarak. Teve um fim bem mais parecido com o do líder iraquiano Saddam Hussein, derrotado, capturado e executado quase uma década antes. A revolta contra Kadhafi acabou em morte, por linchamento, e com os derradeiros momentos filmados por telemóveis. O rosto tanto de estupefação como de horror do governante líbio impressionava quem quer que visse as imagens e estas foram transmitidas pelas televisões do mundo inteiro. Também a morte de Saddam foi filmada.

Leonídio Paulo Ferreira

João Céu e Silva

Grande mesmo era Raul Cortez a fazer de Salieri

Protagonizar os grandes compositores no cinema é uma tarefa tão difícil como a de os próprios comporem grandes sinfonias, nada que tenha proibido vários cineastas de o tentarem. Talvez Mozart seja o mais fácil de replicar, usando os seus traços de genialidade desde criança como fez Milos Forman no premiadíssimo Amadeus. Após 13 nomeações, coisa não tão vulgar assim, levou oito Óscares para várias categorias, e deixou para sempre a imagem na mente dos espectadores do mundo (sur)real de Mozart, fixando a sua vida por várias gerações. No entanto, quando tento recordar o nome do ator que fazia de Mozart, nem uma vaga memória. Após uma busca descobre-se que foi Tom Hulce...

João Céu e Silva

Filomena Naves

Aquelas quatro notas

Pan pan pan paaam... Pan pan pan paam... Quatro notas límpidas - e todo um universo naquela ideia simples. Como uma pergunta lançada no ar, que se vai repetindo nos vários instrumentos de infinitas maneiras, aquele pan pan pan paam sucede-se numa escalada cada vez mais tensa, atravessa a orquestra, reinventa-se em timbres e alturas e, já à beira de não poder prosseguir, atinge um ponto de luz, e espraia-se no horizonte - para logo recomeçar. São talvez as mais famosas quatro notas do nosso imaginário musical, que as tornou suas de muitas maneiras: nas canções pop rock, no cinema, nos desenhos animados, no humor, e até na resistência à tirania. E se um cão chamado Beethoven nos faz sorrir, um cartoon nos arranca uma gargalhada e uma boa rockalhada à base das famosas quatro notas nos enche de pica (talvez não funcione para todos), a sua utilização na luta contra a guerra e a opressão não podia ser mais apropriada ao seu criador - Beethoven, claro.

Filomena Naves

Filipe Gil

Música como nos filmes

Tenho uma relação estranha com a música clássica. De tempos a tempos tenho urgência em ouvir. Seja a conduzir, a escrever ou a ler ou até mesmo nas raras vezes em que cozinho. Serve como uma espécie de "limpador" da música mais plástica que passamos o tempo o ouvir, quer na rádio ou nas listas que o algoritmo do Spotify nos impinge - como se fosse um amigo de longa data. Curiosamente, fui autodidata no que toca a colocar Mozart, Bach, e outros, nos meus ouvidos. Em pequeno, eram os Abba e músicas pop francesas que se ouvia com frequência no gira-discos lá de casa. Clássica nunca.

Filipe Gil

Nuno Mota Gomes

Angelpe e Dmitri. Do Príncipe para Portugal em busca de um sonho

Nasceram numa ilha tropical quase perdida no Atlântico, onde o verde abunda, as praias têm palmeiras a rasgar a areia, a água é quente e come-se ao almoço o peixe que se pescou de manhã. Foi na ilha do Príncipe que conheci o Angelpe e o Dmitri, quando lá aterrei pela primeira vez para uma experiência de voluntariado com a associação Sonha, Faz e Acontece. Eles eram dois dos coordenadores locais que nos ajudaram a implementar atividades com foco na saúde e na educação: sabíamos que não iríamos mudar o mundo, mas íamos ajudar nem que fosse um bocadinho.

Nuno Mota Gomes

A equipa sénior de CS:GO

A equipa sénior de CS:GO

Os futebolistas de elite reformam-se em média aos 32 anos, ligeiramente abaixo da idade média de reforma dos jogadores de basquetebol (cerca de 35) e de alguns atletas, como os corredores de fundo. E, embora se saiba que as carreiras dos desportistas profissionais são cada vez mais longas (Rafael Nadal é o atual número 1 do ranking ATP, com 33 anos, e Lionel Messi, que parece não estar a pensar reformar-se apesar de já estar na casa dos 30), todos já reparámos que apenas alguns privilegiados conseguem manter-se na elite depois dos 40. Esta juventude obrigatória é ainda mais notória entre os desportistas eletrónicos, uma vez que os profissionais dos eSports raramente têm mais de 25 anos. Os motivos para reformas tão antecipadas são variados, embora um dos principais fatores seja a perda de reflexos que todos sofremos com a idade e que, no caso do gaming, se traduz numa menor capacidade para competir.Tendo em conta estes dados, torna-se ainda mais surpreendente o caso dos Silver Snipers, uma equipa sueca de CS:GO cujos cinco membros somam mais de 350 anos entre si. Enquanto outras pessoas da sua idade se dedicam a jogar petanca ou a alimentar os pombos sentados num banco de jardim, eles "vivem, riem, amam e matam terroristas", como diz na sua apresentação Öivind Torevund, o veterano do grupo, com 77 anos. Os seus quatro colegas são Wanja Godänge, Abbe Drakborg, Inger Grotteblad e Baltasar Aguirre. Patrocinados pela marca Lenovo, que reconheceu neles um grande potencial de comunicação, estes cinco avós jogadores transformaram-se em verdadeiras lendas nos torneios profissionais.Os Silver Snipers, começam a ser populares entre os fãs de eSports, são a primeira equipa profissional sénior do mundo, encontrando-se atualmente a fazer uma digressão que os levará a diversos países. Recentemente, partilharam na sua página oficial de Facebook uma reportagem que surgiu na capa do Yomiuri Shimbun, o jornal de maior tiragem do Japão. O responsável por afinar a pontaria e a estratégia destes reformados que garantem ter "tempo para matar" é Fredrik Andresson, uma autêntica lenda do Counter Strike já afastado da competição. Todos os membros da equipa asseguram que o jogo está a ter efeitos positivos na sua saúde. Numa entrevista ao diário chileno La Tercera, Aguirre afirmava que os seus reflexos "funcionam na perfeição, apesar dos anos. Além disso, para melhorar no jogo, é preciso cuidar do físico e, por isso, caminho muito mais do que antes."Joel Dalmau esteve com este grupo de jogadores entusiásticos e descobriu que, apesar do que o seu aspeto possa indicar, ainda "têm a barra de vida a 100%".Entrevista e edição: Joel Dalmau | Azahara Mígel | David GiraldoTexto: José L. Álvarez Cedena

A impressora de bifes de origem vegetal

A impressora de bifes de origem vegetal

As evidências arqueológicas relativas ao momento preciso em que os nossos antepassados começaram a cozinhar os alimentos não são conclusivas. Um estudo da Universidade de Harvard publicado há oito anos assegurava que o homo erectus já cozinhava há quase dois milhões de anos, mas alguns cientistas duvidam desta informação e situam mais tarde este passo tão importante para a nossa evolução (há cerca de uns 400 mil anos). O que sabemos, no entanto, é o que significou para a espécie: cozinhar fez aumentar o tamanho do nosso cérebro, permitiu-nos extrair mais energia dos alimentos, tornou-nos mais sociáveis, facilitou as migrações e fortaleceu o nosso sistema imunitário. Foi, sem dúvida, um passo gigantesco no caminho da evolução. É isso que demonstram os mais antigos vestígios de pão descobertos em 2018 na Jordânia datados da Idade da Pedra, há cerca de 14.400 anos. Os arqueólogos que fizeram a descoberta garantem que o pão (feito a partir de cereais selvagens, visto ser anterior ao nascimento da agricultura) seria utilizado para algum tipo de cerimónia religiosa.Embora a um nível muito diferente, também há algo de cerimonial nas operações que antecedem a impressão de um bife vegetal. Aqui, a conjugação dos três termos já demonstra a peculiaridade do alimento a consumir. Porque um bife costuma vir de um animal e é extraído com uma faca, não sai de uma boquilha de impressora que lhe dá forma. O responsável por esta experiência, a qual também pretende tornar-se revolucionária, é Giuseppe Scionti, fundador da NovaMeat, uma empresa que se dedica à impressão de fibras vegetais (provenientes sobretudo de ervilhas ou de arroz) sob a forma de pequenos bifes para consumo humano. Que o modo como nos alimentamos deve ser mudado se quisermos preservar a saúde do nosso planeta é também já uma evidência que quase ninguém se atreve a discutir. E uma das formas em que se está a avançar para concretizar essa mudança de hábitos alimentares é a substituição de carne obtida com o sacrifício de animais por uma alternativa (seja vegetal ou produzido a partir de células-mãe) que seja mais sustentável. Depois, claro, virá o passo em que será possível que protótipos como os que Scionti já consegue imprimir tenham um sabor apelativo e sejam produzidos em grande escala.Edição: Pedro García Campos | Douglas BelisarioTexto: José L. Álvarez Cedena

Insider

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Era um tema controverso do futuro do WhatsApp que, com pouca surpresa, não agradava aos utilizadores da aplicação. O Facebook irá deixar cair esta ideia, avança o Wall Street Journal. O Facebook, enquanto empresa dona do WhatsApp, tem vários planos para monetizar a aplicação, que tem um considerável número de utilizadores. Ao longo dos anos, a possibilidade a anúncios na plataforma tem sido uma constante - mesmo tendo em conta a reprovação dos fundadores Jan Koum e Brian Acton. O jornal norte-americano avança que o Facebook pode ter mudado os termos e condições do serviço, mas que a introdução de [...]

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A uniformização dos carregadores de smartphone é um desejo dos reguladores europeus. A Apple poderá ser forçada a mudar, apesar de já ter admitido no passado que está contra esta medida. O conceito de carregador universal é um tema há muito discutido nas instituições europeias. Tudo começou em 2009. Entretanto, a discussão acalmou até 2014 e, em 2018, a comissária Europeia Margrethe Vestager abordou novamente a ideia. Esta semana, o Parlamento Europeu voltou à carga, defendendo a uniformização dos carregadores como uma forma de poupar o ambiente. Afinal, a evolução do mundo dos smartphones implica em, alguns casos, o uso de carregadores diferentes [...]

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V Digital

A ativista sueca Greta Thunberg falou esta sexta-feira na greve climática em Lausanne, na Suíça.

Greta Thunberg: "Esta é a minha 74ª semana de greve... e é só o início"

A ativista climática Greta Thunberg participou nesta sexta-feira na cidade suíça de Lausanne numa nova greve contra a crise do clima, antes de participar na próxima semana no Fórum Económico Mundial em Davos. "Até agora, nesta década, não vemos nenhum sinal de uma ação climática real", disse a ativista de 17 anos diante de uma multidão de jovens, depois de uma marcha pelas ruas de Lausanne. "Isso tem que mudar", acrescentou.