Primeiro-ministro diz, na cerimónia de assinatura do acordo, que o negócio é um passo importante para o futuro da companhia, dos direitos dos trabalhadores e para as finanças públicas.
Se perder a maioria no Congresso, como preveem as sondagens, presidente ficará limitado a governar por decreto e a vetar o que o legislativo lhe mandar. E pode voltar a atenção para a política externa