António José Seguro, Presidente da República, faz a sessão de encerramento desta grande conferência. Faz uma homenagem a "todos os trabalhadores" da comunicação social, em especial "a todos que fazem do Diário de Notícias". Segundo o chefe de estado, o DN "é uma parte da memória coletiva do país". Saudou a iniciativa futura do jornal relacionada com o arquivo do DN, a qual desde já desejou sucesso.Leia o texto sobre a intervenção completa:.António José Seguro: "Num mundo de desinformação, o jornalismo de qualidade é um pilar crítico da democracia".Grande Conferência do Diário de Notícias reconheceu percursos marcantes. Distinções sublinham o contributo para a construção de um país mais inclusivo, inovador e culturalmente relevante.Leia aqui:.Prémios DN/BEL distinguem Maria de Belém Roseira, Jorge Rebelo de Almeida e Simone de Oliveira.No encaminhamento para o final deste dia de conferência, o painel "Portugal na era da incerteza" reúne Diogo Feio, professor universitário, Elisa Ferreira, ex-Comissária Europeia para Coesão e Reformas e Guilherme d’Oliveira Martins, jurista, ex-Ministro de Estado e das Finanças.Elisa afirma que a grande reforma estrutural que Portugal precisa "é em nossas cabeças". Citou como fatores que aumentam a frustração das pessoas a "estagnação do crescimento" e a crise na habitação.Veja abaixo a notícia completa sobre o painel:.Grande conferência DN: "Fomos sempre bons quando não improvisámos".Joaquim Miranda Sarmento é o terceiro ministro a participar desta grande Conferência do DN. Como keynote speaker, faz um balanço da economia portuguesa este ano, num "contexto mais exigente", citando o comboio de tempestades que atingiu o país no início do ano.O ministro apresentou os principais números da economia de Portugal atualmente: 6% de desemprego, dívida pública em 87,5% e inflação em 2,5%. "IVA e contribuições para a Segurança Social estão a crescer", afirmou Miranda Sarmento..Leia a notícia sobre a intervenção:.Miranda Sarmento: receita de impostos mostra que Portugal está melhor do que se diz."A economia portuguesa em 2026" é o tema do painel seguinte, moderador pelo diretor do DN Filipe Alves. Participam Ana Carvalho, administradora executiva da CGD, Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Grupo Vila Galé, Marco Galinha, presidente do Grupo BEL e Salvador de Mello, CEO do Grupo José de Mello."Economia portuguesa tem tido uma resiliência digna de assinalar", começou por dizer Salvador de Mello. "Pleno emprego, turismo, Portugal está na moda", citou o CEO. Ao mesmo tempo, diz que é necessário ter "mais ambição no país". Ambição esta "não só dos governos, mas da sociedade civil"..Leia abaixo como foi a conversa:."Há uma desconfiança sobre as grandes empresas. Quem tiver uma que seja um pouco acima da média é considerado um bandido em Portugal".O painel a seguir é denominado "Tecnologia e IA: , ética, inovação e geopolítica". A conversa começa com a notícia da Anthropic, que viu serem desativados os dois modelos de IA mais avançados da empresa para utilizadores estrangeiros. Participam da sessão Antonio Costa e Silva, ex-ministro da Economia, Diogo Madeira, diretor da Huawei Portugal, Luísa Ribeiro Lopes, presidente do .PT e Maria Manuel Leitão Marques, antiga ministra da Presidência e eurodeputada. A moderação é de Nuno Vinha, diretor Adjunto do Diário de Notícias.Neste debate também surge a soberania dos idiomas, nomeadamente a língua portuguesa. Para a presidente do .PT, é preciso "treinar a máquina com a língua portuguesa" e que os governos possuem responsabilidades nesta matéria..Confira abaixo como foi este painel: .Costa e Silva pede regulação na IA "em doses inteligentes, porque a inovação é fundamental".Após o almoço, a programação está retomada. No reinício dos trabalhos está no palco o keynote speaker Marco Nunes, CEO da Tangem Pay. O tema é "Da centralização à liberdade digital: o novo capítulo da sociedade conectada". O empresário destaca a inovação no setor bancário, citando iniciativas como o PIX, do Brasil. Mesmo com a evolução, Marco ressalta que, apesar das tecnologias, o serviço é o mesmo há dois mil anos: "a troca"..Veja abaixo as declarações no CEO da conferência:.Grande Conferência do DN. "O dinheiro ainda precisa de conversar com diferentes tipos de moeda".Agora ocorre a pausa para o almoço oferecido aos participantes da conferência. Os trabalhos retornam às 14:20, com o keynote speaker Marco Nunes, CEO da Tangem Pay. O tema será "Da centralização à liberdade digital: o novo capítulo da sociedade conectada".Confira o programa completo aqui..Os vídeos dos painéis da nossa Grande Conferência DN podem ser encontrados no link abaixo:.Veja aqui os vídeos da Grande Conferência DN.O último painel antes do almoço tem como tema "Saúde no século XXI: universalidade, ética e tecnologia". João Varandas Fernandes, médico e professor universitário, Maria de Belém Roseira, ex-ministra da Saúde, Pedro Gouveia, médico e fundador do Laboratório de Cirurgia Digital na Fundação Champalimaud participam do painel. Defendem literacia em saúde, principalmente com o uso da tecnologia na saúde. Sobre o modelo de saúde, João Varandas diz que o serviço público precisa ser um "pilar fundamental", mas em conjunto com os privados. A moderação da conversa é de Cecília Carmo, subdiretora do Diário de Notícias..Leia abaixo as declaraçõe do painel:.Grande conferência DN: Inteligência artificial, ética. Os desafios do "médico humano".O painel seguinte debate um dos temas mais relevantes da atualidade: "Ciber-ameaças e novos riscos". Inteligência artificial, dados, ameaças e infraestruturas críticas são algundos dos pontos em discussão. A atração e retenção do talento técnico é outro dos desafios mencionados.Participam Hugo Costeira, vice-presidente da Rubidex.ai para as Operações na Europa, Lino Santos, Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, Luís Lobo Silva, Associate Partner Segurança da Informação da Crowe Portugal e Marco Biscaia Fernandes, administrador da Anacom. A moderação é do diretor-adjunto do DN, Nuno Vinha..Leia abaixo como foi este painel:.Cibersegurança. “Empresas ainda consideram um custo, mas é preciso olhar de forma a trazer vantagem competitiva”.Após a conversa com o ministro António Leitão Amaro, outro ministro do Governo sobe ao palco. É Gonçalo Saraiva Matias, ministro Adjunto e da Reforma do Estado. Como keynote speaker, fala sobre o trabalho realizado pelo Executivo nesta área. "Não começamos a construir a casa apelo telhado, começamos pelas fundações", resumiu.Sobre a questão do visto prévio, afirmou que o "tribunal de Contas provocou atraso de anos e custo de 164 milhões de euros no novo hospital de Lisboa".Veja abaixo a notícia completa:.Gonçalo Matias. "Tribunal de Contas provocou atraso de anos e custo de 164 milhões no novo hospital de Lisboa".Na volta do coffee break, a conversa em palco é com António Leitão Amaro, ministro da Presidência. "Trabalho, estado e habitação" são os grandes desafios do Governo, começa por dizer o ministro. "Os portugueses precisam sentir que trabalhar vale mais do que não trabalhar", afirma o ministro. Citou como medida a redução da carga fiscal sobre o trabalho, com a redução do IRS, nesta conversa mediada pelo diretor Filipe Alves.Em relação a prestação social única, reflete que o objetivo é que as pessoas evoluam. "Viver com prestações sociais não tem de ser facilidade, não pode ser uma armadilha para a pobreza, mas sim, um trampolim", explica. O objetivo é incentizar que as pessoas trabalhem. Entre "viver de PSU ou de RSI" a pessoa deve pensar que "trabalhar valha mais a pena", sintetiza.O ministro diz que o país precisa mesmo de reformas profundas para solucionar estes problemas, nomeadamente a lei laboral e também a lei do arrendamento. Lembrou que os jovens são alguns dos mais prejudicados. "Os mais novos, os jovens, tem sido a variável de ajustamento e pagamento da rigidez no mercado de trabalho e de arrendamento", reflete.Segundo Leitão Amaro, algumas das leis não são exatamente como o Governo queria, nomeadamente a do IRS. "É claro que temos leis que não eram exatamente o que queríamos a partida, queríamos aliviar mais a classe média e não só as classes mais baixas", resume.Sobre o tema da imigração, vinca que o tema "está a rasgar as democracias ocidentais". Como consequência, atingem "a relação entre as pessoas da socidade". No caso de Portugal, disse que a "realidade mudou muito" por causa do que chama de "portas escancaradas".Nas várias reformas nesta área, o Chega e a Iniciativa Liberal tem sido os parceiros do Governo para as aprovações. No caso da lei do retorno, em discussão no Parlamento, acredita que serão novamente os mesmos partidos. "O PS está preso ao passado", referiu..Veja abaixo a fotogaleria em atualização com as fotos da nossa grande conferência. Os registos são do fotojornalista Gerardo Santos:.Veja a fotogaleria da Grande Conferência DN.No primeiro painel da conferência, dedicado ao Mundo em 2026, dois ex-ministros dos Negócios Estrangeiros, um historiador e uma especialista em Defesa e Segurança analisam a notícia do acordo de paz entre EUA e Irão..Veja abaixo como foi o painel:.Grande Conferência DN: "Não é um acordo de paz, é um cessar-fogo, um calendário e uma agenda para futuras negociações".Leonor Beleza, presidente da Fundação Champalimaud, destaca a inovação da fundação, que há anos está à frente de tratamentos revolucionários na saúde. Também sublinhou a importância do multilateralismo na área da saúde, citando que o isolamento das nações tem consequências para as pessoas. Citou a grande diversidade de profissionais na fundação, representados por várias bandeiras hasteadas no prédio.. Veja abaixo a intervenção completa:.Leonor Beleza. "A ciência não tem e não deve ter fronteiras".O presidente do Grupo BEL, Marco Galinha, também participa da sessão de abertura. Assinala que é um privilégio ter um dia de debates. "Porque nos reunimos aqui? Reunimos porque o Diário de Notícias observa Portugal desde 1864. O jornal com 162 anos não é apenas o arquivo do país, é uma consciência", disse.O DN "viu Portugal quando Portugal cuidava de si próprio. Viu mudar, cair, levantar-se e abrir-se ao mundo. E nunca olhou só para dentro. Acompanhou também o mundo e foi, ao longo de gerações, um testemunho livre de língua portuguesa e da forma como ela foi mudando", afirmou.."Talvez seja por isso que o Diário de Notícias hoje tem uma responsabilidade especial. Não alimentar ruído, mas ajudar a separar o essencial do acessório. Um jornal que assistiu a tanta história não pode ser espectador do presente. Tem de ser aquilo que sempre foi nos seus melhores dias. O lugar onde o país se encontra consigo próprio, para fazer perguntas que as mais custam", refletiu Marco Galinha.O empresário ainda sublinhou o anúncio do acordo de paz entre Estados Unidos e Irão, provando "o valor do diálogo" como "o caminho mais corajoso".. Leia abaixo a internvenção completa:.Marco Galinha apela ao diálogo e à construção de pontes na Grande Conferência do Diário de Notícias .O diretor do DN, Filipe Alves, faz a sessão de boas vindas, com um agradecimento a equipa de eventos e patrocinadores da grande conferência. Lembrou que o DN é um jornal mais de 160 anos e sua missão. "O Diário de Notícias é um jornal secular. O mais antigo do Continente e o segundo mais antigo de Portugal, apenas antecedido pelo Açoriano Oriental, que também faz parte do Global Media Group. São mais de 161 anos de história. Uma história feita por gerações de jornalistas, comerciais, administrativos, técnicos, fotógrafos, designers, revisores, administradores e proprietários. Pessoas diferentes, épocas diferentes, desafios diferentes. Mas todas unidas por um propósito comum: servir o país com jornalismo sério, rigoroso e independente".Este legado, é de quem nos lê. "Esse legado é único. E é valiosíssimo. Não pertence a nenhum de nós individualmente. Pertence a todos os que o construíram e, sobretudo, a todos os que o leem diariamente", vinca.Sobre o atual momento do DN, citou os pilares fundamentais da estratégia: foco, multiplataforma e comunidade. "Foco no que realmente importa. Presença em todas as plataformas onde os leitores estão. E uma relação mais próxima, mais aberta, mais participada com quem nos acompanha", elencou.Esta conferência, inclusive, faz parte da estratégia de comunidade. "É aqui que eventos como este ganham um significado especial. A Grande Conferência DN não é apenas um encontro. É um gesto de abertura. É uma forma de reforçarmos laços com a nossa comunidade. É uma oportunidade para ouvir, para aprender, para pensar em conjunto. Porque o DN não existe para si próprio. Existe para o país. Existe para os seus leitores"..Bom dia! Sejam bem-vindos a nossa cobertura da Grande Conferência DN 2026. Durante todo o dia, mais de 500 pessoas estarão reunidas na Fundação Champalimaud, em Lisboa, para ouvir dezenas de personalidades e especialistas. Evento contará com a presença do Presidente António José Seguro no encerramento e o Governo estará representado pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, estando também presentes Gonçalo Saraiva Matias e Joaquim Miranda Sarmento.Veja aqui no programa completo.