Dezoito famílias de Camarate, Loures, num total de 45 adultos e 24 crianças, foram hoje reencaminhadas para uma zona de concentração e apoio à população, devido a danos nas habitações causados pelo mau tempo.Numa nota divulgada hoje à noite, a Câmara Municipal de Loures informou que acompanha em permanência a situação no Bairro São Benedito, em Camarate, e que foi preciso “interditar o acesso a um número alargado de habitações”.O comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, já tinha dito hoje, num balanço sobre o mau tempo, que na vila de Camarate, no concelho de Loures (distrito de Lisboa), um movimento de terras causou danos em várias habitações, tendo admitido a necessidade de terem de ser retiradas cerca de 70 pessoas.A autarquia especificou, na nota, que a maioria dos agregados identificados encontrou solução provisória junto da rede familiar, tendo sido necessário encontrar resposta para os 18 agregados familiares.E disse que, adicionalmente, um casal de idosos foi encaminhado para uma estrutura residencial “adequada às suas necessidades” e duas famílias foram encaminhadas para uma unidade hoteleira.“Na próxima semana, está prevista a transferência dos munícipes que se encontram num pavilhão municipal para um outro espaço igualmente temporário”, indica a Câmara na nota, na qual se sublinha que as habitações em causa são ilegais e ficam “numa zona há muito identificada como insuscetível de reconversão urbanística e com risco para pessoas e bens”.A situação, acrescenta, é do conhecimento das entidades e dos próprios moradores.A Câmara de Loures diz no documento que já pediu, com caráter de urgência, uma reunião ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, para encontrar soluções para as famílias.Lusa.Na noite deste sábado estão sem eletricidade um total de 167 mil clientes da E-Redes, de acordo com os números divulgados pela principal empresa fornecedora de energia em Portugal.A depressão Marta agravou a situação do abastecimento de energia em Portugal, deixando mais de 100 mil clientes sem luz entre a manhã e a noite deste sábado, aos quais se juntam os mais de 63 mil que às 8h00 já não tinham eletricidade em consequência da depressão Kristin.Segundo informação da empresa, na madrugada deste sábado estavam 56 mil clientes sem luz na zona da depressão Kristin (que derrubou uma centena de postes de eletricidade), mas às 19h30, com a depressão Marta, o número de clientes sem luz era de 124 mil na zona da depressão Kristin (distritos de Leiria, Santarém, Castelo Branco e Coimbra maioritariamente).Lusa.A Câmara Municipal de Vila Verde, no distrito de Braga, ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil para fazer face ao mau tempo.A presidente da autarquia Júlia Fernandes justifica a medida com a "previsão de ocorrência de condições meteorológicas adversas suscetíveis de colocar em risco significativo as pessoas, bens e o ambiente".A autarca refere especialmente as condições meteorológicas adversas de 5 a 15 de fevereiro, que podem ter "potencial impacto relevante" no território, pelo que considera ser preciso "assegurar a adoção de medidas excecionais de prevenção, planeamento, coordenação e resposta operacional", para salvaguardar a segurança de pessoas e bens e minimizar danos.A autarca determinou ainda que a Comissão Municipal de Proteção Civil de Vila Verde permaneça em permanente articulação e prontidão..A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos decidiu adiar a votação para a segunda volta das eleições presidenciais, marcada para domingo, nas secções de voto da freguesia de Salvaterra de Magos.A decisão, justifica a autarquia na sua página oficial, deve-se ao isolamento da povoação do Escaroupim, devido às cheias no rio Tejo. Salvaterra de Magos fica no distrito de Santarém.A autarquia justifica a decisão por não estarem “asseguradas as condições de segurança e de acesso necessárias para a deslocação dos residentes à respetiva assembleia de voto”.As eleições decorrem nas restantes freguesias, nos locais de voto de Foros de Salvaterra, Glória do Ribatejo, Granho, Marinhais e Muge.De acordo com a Lei Eleitoral, a votação na freguesia de Salvaterra de Magos será assim realizada no próximo dia 15 de fevereiro.No distrito de Santarém há muitas dezenas de estradas, nacionais, municipais e rurais afetadas por submersões, interdições ou inundações em 15 dos 21 concelhos do distrito, devido à chuva e à subida do Tejo e afluentes, informou na sexta-feira a Proteção Civil. Salvaterra de Magos é dos concelhos mais afetados, com vários percursos submersos.Devido ao mau tempo, segundo a Comissão Nacional de Eleições, até cerca das 17h00 tinha sido adiada a votação em 16 freguesias e três assembleias de voto.Lusa.A falta de energia registada ao início da noite de hoje em várias freguesias de Montemor-o-Velho poderá impedir a realização das eleições presidenciais no domingo, caso o abastecimento não seja reposto, disse o presidente da Câmara.Ouvido pela Lusa cerca das 20h15 de hoje, José Veríssimo revelou que a passagem da depressão Marta pelo concelho do Baixo Mondego, com chuva e ventos muitos fortes, estará na origem do ‘apagão’, que afetou diversas freguesias, desde localidades da margem esquerda do rio como Formoselha, Santa Varão e Pereira, até outras a norte, como Liceia, Arazede, Carapinheira ou Tentúgal.Na sede de concelho, porém, a luz elétrica foi restabelecida, depois de ter estado ausente durante algum tempo. “Está tudo pronto em Montemor para as eleições, mas, se não houver eletricidade, elas não se podem realizar”, afirmou o autarca, avisando que o restabelecimento do fornecimento de energia “poderá demorar algum tempo” dado as equipas técnicas da E-Redes terem sido deslocalizadas para outros pontos, nomeadamente o distrito de Leiria.Questionado sobre se a subida das águas em Montemor-o-Velho, registada ao longo da tarde e que ameaça isolar o centro da vila, poderá causar problemas às eleições, o autarca recusou que assim seja, já que as secções de voto estão localizadas em zonas mais altas, como a biblioteca ou as piscinas municipais.Na freguesia da Ereira, isolada desde quarta-feira face à subida das águas – e cujo acesso se faz, desde as 21:00, exclusivamente em botes dos Fuzileiros da Marinha – a votação deverá decorrer como previsto, já que os boletins de voto foram entregues na quinta-feira, quando o trajeto ainda era possível de camião militar ou dos bombeiros.Confirmou-se, no entanto, a previsão avançada na sexta-feira por José Veríssimo, de que a recolha dos votos, no domingo, após o ato eleitoral, seria feita de barco, face à água ter subido a uma cota superior a 1,2 metros, impossibilitando o transporte de pessoas por estrada.Segundo o município, esse transporte de e para a Ereira passou a ser assegurado apenas com recurso a botes dos Fuzileiros e só em situações de necessidade, a partir das 21h00 de hoje, até às 00h00 de domingo e retoma às 07h00.O transporte com recurso às embarcações militares, com capacidade para seis pessoas por bote, será efetuado em quatro períodos: entre as 07h00 e as 10h00, entre as 12h00 e as 14h00, das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 24h00.A água acumulada em Montemor-o-Velho já submergiu, ao final da tarde de hoje, a rua Fernão Mendes Pinto – onde se situa o mercado municipal e o edifício da Segurança Social – e que é a via de ligação, ao longo de um quilómetro, pelo centro da vila, entre o parque logístico camarário (junto à ponte de Alagoa) e o Museu Municipal (Convento dos Anjos).Esta via é paralela, na zona antiga, às ruas Tenente Valadim e José Galvão, entre as quais se situa a Praça da República e o edifício dos Paços do Concelho, onde a água deverá chegar nas próximas horas.Lusa.A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional (AMN) já apoiaram mais de 3.000 pessoas afetadas pelo mau tempo, resgatando até agora 221, segundo um balanço hoje divulgado pela AMN.Até agora, na sequência da passagem pelo continente de sucessivas depressões, os efetivos da Marinha e da AMN percorreram 3.380 quilómetros em ações de reconhecimento e, além das 221 pessoas resgatadas, foram auxiliadas 42 embarcações no rio Guadiana e removidas 197 toneladas de detritos fluviais.As duas entidades fizeram ainda a desobstrução de mais de 88 quilómetros de estrada e fizeram o reconhecimento de mais de 22 quilómetros da rede elétrica.Os profissionais estiveram também envolvidos na reparação e apoio a mais de 70 infraestruturas habitacionais e de serviços públicos, em 88 ações de apoio a equipamentos de produção de energia, e no auxílio a 95 animais, segundo o balanço.A Marinha, indica o comunicado, tem 47 botes prontos e posicionados para apoio imediato à população nas zonas ribeirinhas com risco de cheias, nomeadamente nos rios Mondego, Lis, Tejo, Sorraia, Sado e Arade.“Estão empenhados 517 militares, militarizados e elementos da Polícia Marítima, 63 viaturas, 53 embarcações, quatro geradores e 17 drones, a que acresce um helicóptero em prontidão”, indica-se no balanço.Lusa.Cartorze estradas em sete concelhos do distrito do Porto estão condicionadas devido a desmoronamentos e inundações, disse a GNR, num ponto de situação ao princípio da noite.No segundo balanço do dia, feito às 19:15, a Guarda Nacional Republicana referiu que, na Trofa, a rua 25 de abril, em Guidões, está condicionada devido a um desmoronamento, enquanto, em Gondomar, as inundações provocadas pelo rio Douro deixaram intransitável a rua Beira Rio, em Zebreiros, o mesmo acontecendo no Caminho de acesso ao Parque de Travassos, devido ao rio Sousa, na freguesia da Foz do Sousa.Por último, em Melres a subida do Douro fechou a Travessa S. Bartolomeu e, em Jovim, a rua Beira Rio.No concelho de Baião, outro desmoronamento fechou a rua 20 de junho, em Santa Marinha do Zêzere, enquanto em Vila Nova de Gaia, as inundações provocadas pelo rio Douro fecharam a rua do Areínho, em Avintes, e a Alameda Praia de Arnelas, no Olival.Em Crestuma, a queda de uma árvore e de um poste de iluminação pública deixou condicionada a rua Eugénio Paiva Freixo.Em Amarante, são três as estradas condicionadas, todas por causa de desmoronamentos: em Candemil, a Estrada Nacional (EN) 17 no quilómetro 74,800, em Padronelo a EN 101 ao quilómetro 139,90 e em Mancelos a rua Central de Mancelos.No Marco de Canaveses, o aluimento da via deixou sem circulação a rua dos Tapados, o mesmo sucedendo na rua de Sabariz, na freguesia da Lixa, no concelho de Felgueiras.A GNR recomenda aos automobilistas o planeamento antecipado dos percursos, bem como a utilização de vias alternativas e o cumprimento da sinalização temporária.Lusa.Uma parte da Cerca de Santo Agostinho, localizada na zona tampão da área de Património da Unesco em Coimbra, colapsou hoje, com sete pessoas a serem retiradas por precaução.“Não há feridos”, indicou a presidente da Câmara de Coimbra, que deu conta da ocorrência durante a conferência de imprensa de ponto de situação das recentes tempestades no concelho.A Cerca de Santo Agostinho, na Couraça dos Apóstolos, está localizada na zona traseira do Mercado Municipal de Coimbra, em zona tampão da área de Património Mundial da Humanidade.Segundo a Proteção Civil Municipal, foram retiradas sete pessoas de prédios situados na Couraça dos Apóstolos por precaução, sendo que foram todas alojadas em casa de familiares.Ana Abrunhosa indicou que a situação na Cerca de Santo Agostinho estava já a ser acompanhada desde a noite de sexta-feira, depois de ter verificado a existência de “uma fissura muito grande”.Antes da queda foi realizada uma vistoria para avaliação da estabilidade da cerca pelo município em colaboração com o IteCons.Lusa.O comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, alertou hoje para a situação dos rios, que continuam a ser a maior preocupação em relação ao mau tempo que se faz sentir no país.Num balanço feito ao fim da tarde, o responsável disse que o plano de cheias no rio Tejo se mantém no nível mais elevado e explicou que os rios com maior risco de inundação são o Mondego, o Tejo, o Sorraia e o Sado.Com risco também de inundação, mas não significativo, continuam os rios Vouga, Águeda, Lima, Cávado, Ave, Douro, Tâmega, Lis e Guadiana.Ou seja, disse, de norte a sul há um potencial elevado de inundações, pelo que é preciso muito cuidado e atenção.O mau tempo das últimas semanas já provocou pelo menos 1.163 deslocados, a maior parte dos casos relacionados com derrocadas, segundo o balanço de Mário Silvestre.A estes números falta ainda juntar ocorrências mais recentes, que envolveram várias habitações e provocaram dezenas de pessoas deslocadas.Na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Carnaxide, Oeiras (distrito de Lisboa), o responsável alertou para os efeitos ainda em curso da depressão Marta, especialmente nos distritos mais no norte do continente.Mário Silvestre lembrou que estão sete planos distritais ativados e 92 municipais, e há 17 situações de alerta.Lusa.O concelho de Arruda dos Vinhos tem apenas uma via operacional para entrar e sair do seu território de acordo com um comunicado do município daquela que é uma das zonas mais afetadas pelo mau tempo.Numa publicação nas redes sociais, a autarquia refere que a única ligação atualmente desobstruída é a EN 248-3 em direção a Alverca..A circulação ferroviária registava hoje, pelas 18h00, os mesmos seis condicionamentos do início da tarde, situações identificadas pelas Infraestruturas de Portugal (IP) devido ao mau tempo, informou a empresa em comunicado.A empresa refere que os condicionamentos são causados pelas condições meteorológicas adversas da última semana, com impacto na infraestrutura devido a inundações, à queda de árvores e detritos.Estas ocorrências estão a afetar a normal exploração ferroviária em vários troços, exigindo intervenções técnicas das equipas no terreno para a reposição das condições de segurança e da regularidade do serviço, assinala a IP.No ponto da situação, a IP destaca que na Linha do Norte a circulação está suspensa entre Alfarelos e Coimbra B, na Linha do Douro entre a Régua e o Pocinho e na Linha do Oeste entre Mafra e Amieira.Na Linha da Beira Baixa, a circulação está suspensa entre Mouriscas e Sarnadas, na Linha de Cascais está suspensa a circulação na via ascendente entre Algés e Caxias enquanto na concordância de Xabregas verifica-se entre Lisboa Santa Apolónia e Bifurcação Chelas.Do princípio da tarde vem ainda a suspensão na Linha de Vendas Novas entre Lavre e Canha.Lusa.A circulação de motos e veículos com lonas na Ponte 25 de Abril, entre Lisboa e Almada (distrito de Setúbal), foi normalizada ao final da tarde de hoje, indicou a concessionária Lusoponte.A circulação destes veículos esteve proibida à tarde devido ao vento forte registado na zona, na sequência da passagem da depressão meteorológica Marta, que entrou hoje no continente português.A concessionária recomendou então a utilização da Ponte Vasco da Gama como alternativa de travessia rodoviária sobre o rio Tejo na região de Lisboa.“Mantém a recomendação aos condutores para que acompanhem as atualizações oficiais e adote, uma condução prudente, nomeadamente cumprindo os limites das velocidades impostas”, é referido na nota da Lusoponte, divulgada pouco depois das 19h00.Lusa.A depressão Marta está a entrar em Portugal pela região Norte, de acordo com Ângela Lourenço, meteorologista do IPMA, que em entrevista à SIC Notícias explicou que a depressão se encontrava no Atlântico e está agora a atravessar a região Norte.Assim sendo, "atravessou o território nas primeiras horas do dia de hoje" o sistema frontal associado à depressão Marta, tendo sido isso que agravou o estado do tempo.Ou seja, a maior preocupação centra-se agora no litoral Norte e Centro devido à precipitação elevada e ao vento muito forte..O Fundo de Emergência Social de Apoio às Vítimas da Tempestade Kristin criado pela Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima conseguiu angariar quase 1,3 milhões de euros até hoje, anunciou a instituição.Às 12:00 de hoje, o fundo reunia 1.267.088,67 euros, que, segundo a Cáritas, refletem “a continuidade de uma mobilização solidária de grande dimensão por parte da sociedade portuguesa”.Até ao momento, foram entregues cerca de 470 cabazes alimentares às famílias nas suas instalações e distribuídas 42 toneladas de alimentos, cobertores, produtos de higiene e outros bens essenciais em vários pontos da diocese. Foram ainda visitadas e acompanhadas cerca de 270 famílias.Em comunicado, a Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima mostrou-se preocupada com o impacto socioeconómico que a Kristin poderá vir a ter no território.“O possível encerramento de empresas afetadas e as consequências ao nível do desemprego poderão agravar a vulnerabilidade de muitas famílias nos próximos meses, exigindo uma atenção continuada e respostas estruturais de apoio social”, avisou.Atendendo “às limitações de espaço e à necessidade de reorganização logística”, a Cáritas irá adiar temporariamente a recolha de bens a partir de segunda-feira.No domingo, não entregará cabazes alimentares às famílias, de forma a permitir “o descanso de parte da equipa técnica, tendo em conta as exigências intensas dos últimos dias”, justificou.A Cáritas Diocesana informou ainda que, nos próximos dias, entrará em contacto com localidades que continuam sem telecomunicações, para que, em parceria com uma empresa, possam ter acesso a um sistema Starlin, instalado numa das suas carrinhas de apoio.“Esta solução permitirá levar Internet temporariamente a estas zonas, assegurando, por exemplo, cerca de uma hora de ligação em cada localidade, possibilitando o contacto dos habitantes com familiares que se encontram ausentes”, explicou.Lusa.A Polícia de Segurança Pública (PSP) instalou câmaras de videovigilância junto de instalações críticas de fornecimento de água e eletricidade, em Leiria e na Marinha Grande, afirmou hoje à agência Lusa o comandante distrital de Leiria.Domingos Urbano Antunes explicou que a medida representa um esforço complementar à “vigilância humana”, dado o facto de a PSP estar a “empenhar um elevado efetivo” devido ao impacto do mau tempo.“Para não estarmos ainda a empenhar mais elementos, entendemos que era claramente ajustado e proporcional colocarmos a videovigilância sobre essas áreas onde esses equipamentos críticos estão localizados”, adiantou.Domingos Urbano Antunes referiu que a PSP dispõe de câmaras de videovigilância e que a medida tem em conta “o contexto de calamidade associado à lei de videovigilância [diploma que regula a utilização e o acesso pelas forças e serviços de segurança e pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil a sistemas de videovigilância para captação, gravação e tratamento de imagem e som]”.“Entendemos que era absolutamente essencial e crucial para o desenvolvimento da nossa atividade procedermos à vigilância destas áreas, onde se encontram estas instalações críticas”, com geradores e depósitos de combustível, da E-Redes e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Leiria.A medida contempla “sobretudo geradores que abastecem e fornecem energia elétrica para as populações”.“São muito procurados e, tendo em conta que acomodam muitos litros de gasóleo, existe a propensão sempre para alguém ir lá furtar”, reconheceu.O objetivo da medida do Comando Distrital de Leiria da PSP visa prevenir “interrupções de fornecimento de energia elétrica, que é danoso para a vida comunitária”, e também da água, “porque as estações elevatórias precisam de ter esses geradores, para bombear depois a água para a rede pública”.Até ao momento, não há registo de furtos de geradores e de combustível.Lusa.A Câmara de Campo Maior, no distrito de Portalegre, decretou três dias de luto municipal na sequência da morte de um bombeiro da corporação local, ocorrida hoje durante o apoio às populações afetadas pelo mau tempo.Em declarações à agência Lusa, o presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, sublinhou que foi com “grande consternação” que o povo daquela vila recebeu a notícia da morte do bombeiro.O autarca destacou o “espírito de missão e a forma ativa” com que o bombeiro e também militar da GNR desempenhava as suas funções no seu dia-a-dia.“É um dia muito trágico em que acabam por partir dois bombeiros, um de uma forma [doença prolongada] e outro em missão”, acrescentou.“Quero também enviar as condolências a todos os familiares, à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior e à GNR pela perda do elemento”, acrescentou.Lusa.A Câmara Municipal do Seixal, no distrito de Setúbal, pediu hoje ao Governo a isenção temporária de portagens na A33, devido ao corte da Estrada Nacional 378 na sequência das condições meteorológicas adversas.Em comunicado, a autarquia explica que o pedido foi endereçado ao ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, e que a medida solicitada visa mitigar o impacto do corte desta estrada na população de Fernão Ferro e nos restantes utilizadores afetados.A Estrada Nacional 378 voltou hoje a inundar-se devido às chuvas intensas, pelo que se encontra cortada temporariamente entre o Quintão e a rotunda do posto de combustível, em Fernão Ferro.Esta estrada, explica a autarquia, constitui uma via fundamental de ligação entre os concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra, sendo igualmente um eixo rodoviário essencial para a população do Concelho do Seixal e em particular de Fernão Ferro, que diariamente utiliza esta estrada para deslocações profissionais, escolares e de acesso a serviços de saúde e comércio.“Com o encerramento da EN378, a A33 tornou-se, na prática, a principal alternativa viável para assegurar a mobilidade entre as localidades acima referidas, não existindo, em muitos casos, percursos alternativos com condições semelhantes de segurança e tempo de viagem”, refere, em comunicado, o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva.O autarca acrescenta que, neste contexto, a “manutenção da cobrança de portagens na A33 representa um encargo acrescido e inevitável para os munícipes, que se veem obrigados a utilizar esta via como consequência direta de uma situação alheia à sua vontade”.Em novembro, depois de um período de chuvas fortes, a EN 378 inundou, afetando vários veículos, entre os quais dois dos Bombeiros Voluntários do Seixal, que foram em socorro de quem tinha ficado bloqueado.Na sequência desta situação, a Infraestruturas de Portugal assegurou, em dezembro, que seriam tomadas medidas de curto prazo para responder “de imediato” às necessidades de segurança, antes de uma intervenção estrutural prevista para este ano.Hoje, com uma nova tempestade no território nacional, a estrada voltou a inundar.Lusa. A Câmara de Gondomar, no distrito do Porto, alertou hoje para o vento forte, com rajadas que podem atingir cerca de 100 km/h, entre as 18:00 e as 21:00, recomendando a adoção de medidas preventivas.Numa publicação na sua página no Facebook, a autarquia reforçou o apelo para “o rigoroso cumporimento das imnterdições em vigor", nomeadamente de circulação nos passadiços junto ao rio Douro, assinalando a possibilidade de cheias repentinas, mesmo com ligeira descida dos caudais. . A autarquia assinalou como locais com condicionamentos e interdições de circulação, na freguesia de Valbom, os passadiços, na Foz do Sousa,a rua do Armazém, toda a zona da Praia de Zebreiros e o parque de merendas e Ponte de Travassos, que estão intransitáveis.Na freguesia de Jovim, a Avenida Beira-Rio tem o acesso ao Clube Náutico de Marecos encerrado e em Melres e Medas, a reta da Fisga está cortada à circulação de pessoas e veículos, enquanto na praia da Lomba foi definido um perímetro de segurança, lê-se ainda.Vincando que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu aviso laranja para vento forte, a autarquia sublinha que a “aproximação às zonas ribeirinhas e a circulação em áreas condicionadas constituem um risco sério para a segurança de pessoas e bens".O comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, anunciou, no ponto da situação das 12:40, o deslocamento da depressão Marta para o norte do país, afetando assim outras regiões que até agora não estavam previstas afetar.Lusa.A Câmara Municipal de Braga emitiu uma série de recomendações tendo em conta que é um dos distritos que está sob aviso laranja, até às 21h00, devido ao vento forte, sendo esperadas "rajadas até 120 km/h, em especial no litoral e nas serras.Estas são as recomendações da Divisão Municipal de Proteção Civil de Braga:- Garantir especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, mantendo atenção à possibilidade de queda de ramos e árvores- Evitar estacionar viaturas em zonas arborizadas ou na proximidade de andaimes, placards ou outras estruturas instáveis- Redobrar a atenção ao atravessar pontes e viadutos, sobretudo em veículos de duas rodas ou de mercadorias- Recolher ou prender objetos soltos em varandas e terraços e quintais (vasos, toldos, etc.)- Evitar deslocações ou viagens desnecessárias, permanecendo em locais seguros..O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou “profundo pesar e consternação” pela morte hoje de um militar da GNR de Campo Maior, ao serviço dos bombeiros em apoio às populações afetadas pelo mau tempo.“Foi com profundo pesar e consternação que o Ministério da Administração Interna tomou conhecimento do falecimento de um militar do Posto Territorial de Campo Maior, José Valter Cunha Canastreiro (...), vítima de um acidente na Ribeira de Caia, no decorrer de um serviço de apoio à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Campo Maior, durante o seu período de descanso”, declarou o MAI em comunicado.O bombeiro morreu no decorrer de uma operação de patrulhamento, reconhecimento e vigilância, segundo informações prestadas pela Proteção Civil.“Em nome do Governo, o Ministério da Administração Interna dirige, neste momento trágico, uma palavra de profunda solidariedade e sentidas condolências à família, aos amigos, aos militares da GNR do Posto Territorial de Campo Maior, aos bombeiros da Associação dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior e todos os bombeiros e militares da GNR”, conclui-se no comunicado do MAI.Lusa.A circulação de motos e veículos com lonas está hoje novamente proibida na Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa à Margem Sul, devido às condições atmosféricas adversas, nomeadamente vento forte, informou a Lusoponte.Em comunicado, a concessionária das duas travessias rodoviárias sobre o rio Tejo em Lisboa, sugere como alternativa a utilização da Ponte Vasco da Gama.“Esta medida preventiva visa garantir a segurança dos utilizadores da travessia, podendo ser revista assim que as condições do estado do tempo o permitam”, explica a nota.A Lusoponte apela ainda aos condutores para acompanharem as atualizações oficiais e adotarem uma condução prudente, cumprindo os limites de velocidade adequados às condições atmosféricas.A circulação de motos e veículos com lonas na Ponte 25 de Abril já tinha estado proibida na quinta-feira, também devido às condições meteorológicas.Lusa.A Câmara Municipal do Seixal (CMS) alertou hoje a população para a possibilidade de haver um transbordo da bacia de retenção do Casal do Sapo, localizada no concelho de Sesimbra, por esta se encontrar no limite da sua capacidade.Numa informação à população hoje divulgada na rede social Facebook, a autarquia do Seixal, no distrito de Setúbal, explica que se ocorrer o transbordo da bacia o mesmo vai afetar a zona de Fernão Ferro, nomeadamente o Parque Urbano de Fernão Ferro (Parque das Lagoas) e Quinta dos Morgados. . “A autarquia [do Seixal] está a acompanhar a situação, em articulação com o Município de Sesimbra, mantendo a monitorização permanente”, explica a CMS adiantando que, “apesar de poder não vir a acontecer qualquer ocorrência, é importante estar preparado e agir com precaução”.A Câmara Municipal do Seixal, que na quinta-feira ativou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, recomenda à população que adote medidas preventivas, nomeadamente a proteção de bens e a atenção redobrada às condições meteorológicas.Lusa.O estado do tempo vai melhorar gradualmente a partir do final da tarde de hoje, prevendo-se um dia de domingo “mais pacífico” em termos de vento, mas ainda com precipitação que aumentará ao final do dia, segundo o IPMA.Em declarações à Lusa, o meteorologista Bruno Café, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), explicou que no dia de hoje ainda “continuamos com precipitação, embora já em regime de aguaceiros em todo o território”, sendo uma situação diferente da registada durante a noite e manhã, que foi “mais persistente e mais intensa”.“Neste momento, ainda temos aviso amarelo de precipitação a norte de Leiria, inclusive. É um aviso que se prolonga até às 21:00”, disse o meteorologista, frisando ser a zona onde se espera que os aguaceiros “sejam mais intensos”.Quanto ao vento, ainda é “bastante intenso”, em particular, no litoral sul de Aveiro, com rajadas nas últimas horas “que têm rondado os 70 a 80 km por hora, pontualmente um bocadinho mais elevadas em alguns locais”.De acordo com o meteorologista, as rajadas podem chegar durante este período até aos 120 km por hora, em Braga, Porto, Aveiro e Coimbra e com menos intensidade em Viana do Castelo e Leiria.“Temos a depressão Marta já bastante próxima do continente. Irá entrar agora, durante as próximas horas, mais ou menos na região do Minho e a sul da depressão é onde se espera o vento mais forte até às 21:00, daí a emissão do aviso laranja. Depois, a partir daí, há um enfraquecimento do vento”, explicou.Para domingo, Bruno Café explicou que será “um dia mais pacífico, por assim dizer, em termos de vento”, sublinhando que o “vento diminui bastante”, mas ainda se mantém a “precipitação, de um modo geral, durante o dia”.“Vai diminuindo geralmente durante a noite, até o início da manhã [de domingo]. Poderá ocorrer ainda pontualmente, a partir da manhã, em particular no litoral norte e centro. E depois, a partir do meio da tarde, final da tarde, volta outra vez a aumentar a precipitação”, precisou.No entanto, apesar da presença da precipitação, na maior parte do dia do domingo “há uma pausa, quer em termos de vento, quer em precipitação”.Na segunda-feira, a precipitação ainda se mantém devendo ser “mais intensa na região sul até o final da manhã e depois, no litoral norte e centro, a partir da tarde”, avançou.A tendência para a próxima semana é que na terça e na quarta-feira sejam os dias “com mais precipitação, temporariamente forte e persistente em especial no litoral norte e centro”.Lusa.Dia de eleições "mais pacífico" em relação ao vento mas com chuva. Próxima semana com mais precipitação.A Câmara Municipal de Leiria anunciou este sábado o cancelamento do desfile de Carnaval, que reunia habitualmente cerca de 1300 crianças dos estabelecimentos de educação pré-escolar e escolas do 1.º ciclo, devido ao mau tempo.O desfile estava previsto para a próxima sexta-feira, nas ruas do centro da cidade, mas foi cancelado dadas as consequências da depressão Kristin, que afetou gravemente o concelho.“Perante as condições meteorológicas adversas e atendendo à necessidade de garantir a segurança e o bem-estar das crianças, da comunidade educativa e do público em geral, a autarquia considerou não estarem reunidas as condições necessárias para a realização do evento”, refere uma nota de imprensa da autarquia enviada à agência Lusa.Lamentando “eventuais constrangimentos causados aos estabelecimentos de ensino, às famílias e à comunidade”, o município agradece a “compreensão de todos relativamente a esta decisão, assente em critérios de prudência e responsabilidade”.“A autarquia continuará empenhada na promoção de iniciativas educativas, culturais e lúdicas dirigidas à comunidade escolar, que serão oportunamente divulgadas”, acrescenta.Lusa.Agências de viagens preocupadas com Páscoa apelam a Governo para acelerar apoios.A região Oeste contabiliza 226 deslocados e 35 desalojados devido ao mau tempo desde o dia 28 de janeiro, disse hoje o comandante do Sub-Comando de Emergência e Proteção Civil.Após o briefing diário da Proteção Civil regional, Carlos Silva disse à agência Lusa que, desde a passagem da depressão Kristin, na noite de 27 para 28 de janeiro, registam-se na região 226 deslocados, dos quais 53 já regressaram às suas casas.A situação pior, destacou, é a da localidade da Mata, no concelho de Alenquer, com cerca de 60 deslocados das suas casas “por precaução ou por danos”.Há ainda a registar 35 desalojados, seis dos quais já regressaram às suas casas.“Preocupa-nos mais os deslizamentos de terras, que estão a provocar muitos estragos em estradas que ficam sem condições de circulação e em condutas de água, deixando localidades sem água”, explicou o responsável.Carlos Silva adiantou que “há habitações a ficar destruídas por danos provocados por deslizamentos de terras ou em risco”.Nas últimas 24 horas, o Sub-Comando de Emergência e Proteção Civil do Oeste contabilizou 159 ocorrências devido à meteorologia adversa, sobretudo em Alcobaça (41), Torres Vedras (29), Sobral de Monte Agraço (20) e Arruda dos Vinhos.A maioria das ocorrências está relacionada com inundações (54), quedas de árvores (46), movimentos de massa (28) e quedas de estruturas (20).Os 12 municípios da região têm o plano de emergência ativado, tendo alargado o prazo para o dia 15, face às previsões climatéricas.Lusa.A Câmara Municipal da Marinha Grande alterou um dos três locais de voto para as eleições presidenciais de domingo na freguesia de Vieira de Leiria, substituindo a Biblioteca de Instrução e Recreio pela Colónia de Férias da PSP.De acordo com informação atualizada hoje pela autarquia, os locais de votação para a 2.ª volta das eleições presidenciais de domingo na freguesia de Vieira de Leiria passam a ser a Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, a Colónia de Férias da PSP (Praia da Vieira) e o Centro Pastoral N. Senhora D’Ajuda (Passagem).Na freguesia da Marinha Grande, as mesas de voto vão funcionar na Escola Básica Guilherme Stephens, na Sociedade Desportiva e Recreativa do Pilado e Escoura e na Associação MOHER (em São Pedro de Moel).Na freguesia da Moita, os eleitores poderão votar na Escola Básica da Moita.“Ao todo, o concelho regista 34.141 eleitores distribuídos pelas três freguesias, sendo 27.865 na Marinha Grande, 5.058 em Vieira de Leiria e 1.218 na Moita”, detalhou a autarquia da Marinha Grande em comunicado, afirmando que as alterações dos locais de voto visam “garantir segurança e condições adequadas aos votantes”.Lusa.O funcionamento do ascensor da Nazaré, que liga a Praia ao Sítio, foi interrompido por motivos de segurança, informou a câmara municipal local que, devido ao mau tempo, fechou também à circulação a Ladeira da Pederneira.Num comunicado à população, divulgado através das redes sociais do município, a Câmara Municipal da Nazaré informou que, “devido ao agravamento das condições meteorológicas”, os Serviços Municipalizados interromperam o funcionamento do Ascensor.De acordo com esta autarquia do distrito de Leiria, a situação será reavaliada assim que se verifique uma melhoria do estado do tempo, “sendo a retoma do serviço comunicada oportunamente”.. Também por questões de segurança, a Ladeira da Pederneira, junto ao Parque da Pedralva, encontra-se encerrada à circulação, até nova indicação do município.Esta medida” visa salvaguardar a segurança de todos, face às condições atuais no local”, justificou a Câmara. . Já o Carnaval da Nazaré vai realizar-se de forma condicionada para garantir as condições de segurança no concelho afetado pelo mau tempo, informou a câmara municipal.O município do distrito de Leiria, que este ano delegou a organização do Carnaval na Real Confraria do Carnaval da Nazaré, informou hoje que as duas entidades optaram por realizar os festejos “de forma condicionada, tendo em conta o atual contexto e a necessidade de garantir todas as condições de segurança”.Segundo a autarquia, o Carnaval da Criança será realizado nos pavilhões (Nazaré, Valado dos Frades e Estrela do Norte) na sexta-feira, dia 13.O Sábado Magro, transferido para o dia 14, “realizar-se-á sem apoio logístico do município, sendo igualmente cancelado o desfile noturno”, lê-se na informação da autarquia, acrescentando que o desfile de domingo, na marginal, também não se realizará.Porém, “caso a situação de calamidade venha a ser revogada e estejam reunidas todas as condições de segurança, o desfile de terça-feira poderá realizar-se sem restrições”, informou a câmara municipal.No concelho, os bares e salas de baile poderão funcionar normalmente entre os dias 13 e 18, estabeleceu ainda a autarquia.Na rede social Facebook, o presidente da autarquia, Serafim António, justificou hoje que “estas decisões têm um único objetivo: garantir a segurança das pessoas num momento em que os serviços municipais continuam totalmente empenhados na reposição da normalidade, após os impactos recentes do mau tempo”.Lusa.A Câmara de Leiria anunciou que na segunda-feira (9 de fevereiro) vai ocorrer uma "vigília solidária em apoio à população afetada pela prolongada interrupção no fornecimento de eletricidade". Trata-se também de uma "homenagem às vítimas da depressão Kristin, como expressão de solidariedade e atenção às consequências humanas associadas a este fenómeno", refere a nota do município, divulgado nas redes sociais.A vigília vai decorrer na Fonte Luminosa, em Leiria..O Presidente da República lamentou este sábado a morte do "bombeiro de 3.ª José Valter Canastreiro, do Corpo de Bombeiros Voluntários de Campo Maior, ocorrido ao serviço de apoio às comunidades afetadas pela intempérie".Na nota divulgada no site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa refere que José Valter Canastreiro, também militar da GNR, "é um exemplo de abnegação e dedicação à causa pública, cuja vida e percurso profissional ficam marcados pela sua solidariedade e serviço ao próximo". "O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa endereça as sentidas condolências à família, amigos, ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Campo Maior, bem como à GNR", lê-se. .A Proteção Civil de Benavente informou que há várias estradas no concelho encerradas devido a inundações. "Apela-se a todos os automobilistas que respeitem a sinalização existente no local e que não entrem em estradas submersas", pede a Proteção Civil.Era este o ponto de situação às 14h00:- Estrada da Asseiceira (EM 515 / EM 118-1)- Rua da Castela - Santo Estêvão- Estrada Nacional 118 - Várzea de Samora (Entre Benavente e Samora Correia)- EM 515 (Paul do Trejoito)- Estrada do Convento de Jericó - Rua do Vale - Foros da Charneca (Aluimento de Terras) - Rua do rio Almansor (Frente Ribeirinha), Samora Correia- Estrada Municipal 1456 (Estrada do Campo) entre a EN 118 e a EN 10 (Reta do Cabo).O número de pessoas deslocadas das suas casas subiu de 12 para 18 no concelho de Mafra devido ao mau tempo, informou hoje o presidente da câmara municipal, Hugo Moreira Luís.“No Vale da Guarda, temos três casas em risco devido a deslizamento de terras e os moradores foram retirados por precaução e estão em casas de familiares”, afirmou Hugo Moreira Luís à agência Lusa.Duas pessoas já tinham ficado desalojadas porque a “habitação ficou destruída por uma derrocada” e outras 12 foram deslocadas das suas casas por deslizamentos de terras provocados pelo mau tempo na localidade da Picanceira.Em Paços, uma casa de acolhimento encontra-se em “risco de ruir” e os utentes foram também deslocados por precaução.Mais quatro residentes de duas habitações foram também retirados de casa por prevenção, devido ao risco de movimentos de massa.Todos foram realojados em casas de familiares.No concelho, estão cortadas em vários troços as estradas nacionais 247 (Foz do Lizandro e Escaravilheira) e 9 (a sul da Encarnação) e 9-2 (Enxara do Bispo).Lusa.A Câmara de Alenquer estava a ponderar pedir o estado de calamidade, mas, entretanto, já revelou que fez a solicitação ao Executivo liderado por Luís Montenegro."Estamos praticamente num cenário de guerra", descreveu à RTP o presidente da autarquia, João Nicolau, referindo-se aos estragos na sequência do agravamento das condições meteorológicas, nomeadamente os verificados numa escola do concelho..O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) revelou hoje que as bacias hidrográficas do Tejo, Mondego, Vouga e Guadiana são as que, neste momento, mais preocupam, depois da chegada de mais uma tempestade no país. “Há áreas que nos preocupam mais, nomeadamente o Tejo, o Mondego, o Vouga e o Guadiana, que estamos constantemente a monitorizar”, disse José Pimenta Machado aos jornalistas, depois de uma visita a Amarante, no distrito do Porto.Já a Norte, designadamente no Douro, a situação está controlada, contudo as regiões do Porto, Vila Nova de Gaia, Régua, Amarante e Chaves requerem atenção, assinalou. A título de exemplo, Pimenta Machado explicou que na Régua o rio andou a 20 centímetros de saltar fora, mas correu bem. Em Amarante, o rio saiu ligeiramente das margens, mas não causou danos, assim como em Miragaia, no Porto, acrescentou. O presidente da APA referiu que a estratégia tem sido usar as barragens para fazer descargas controladas e evitar cheias descontroladas. “Nós retemos a água nas barragens no pico da precipitação para evitar as cheias a jusante”, apontou.Mas, sempre que chega uma nova intempérie, a capacidade de gestão vai diminuindo, frisou. “Temos sempre muito pouco tempo para nos prepararmos para a intempérie seguinte, estando já uma prevista para terça-feira”, vincou.Dizendo que Portugal está a viver um momento “absolutamente excecional”, com um “comboio de tempestades”, Pimenta Machado ressalvou que os solos estão completamente saturados e não retêm a água. Para minimizar as cheias, o presidente da APA adiantou que Portugal está em constante articulação com a vizinha Espanha.Lusa.A CNN Portugal avança que um bombeiro de 46 anos morreu este sábado quando estava em serviço. O profissional, dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, é mais uma vitima provocada pelo mau tempo que atinge o país. Ainda de acordo com a CNN, o Comando Nacional da Proteção Civil confirmou o óbito, que foi declarado pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Portalegre. Segundo a Lusa, o profissional fazia uma operação de patrulhamento, reconhecimento e vigilância.Fonte da Proteção Civil disse à lusa que o bombeiro morreu no decorrer de uma operação de patrulhamento, reconhecimento e vigilância, na sequência do mau tempo.Bombeiro tinha 46 anos e era também militar da GNR no Posto Territorial de Campo Maior. Perdeu a vida na Estrada Nacional 373, numa zona de confluência com o rio Caia.Leia mais aqui.Bombeiro de Campo Maior morre em ação de reconhecimento e vigilância em zona afetada pelo mau tempo.A Infraestruturas de Portugal (IP) refere, no mais recente balanço, que há um novo condicionamento na rede ferroviária nacional, na sequência do mau tempo. Diz respeito à Linha de Vendas Novas, onde se regista circulação suspensa entre Lavre e Canha.As equipas da IP "encontram-se no terreno a desenvolver todos os esforços para resolver a situação e repor, com a maior brevidade possível, as condições de circulação e de segurança", indica a empresa no site.Este era o ponto da situação às 14h00:- Linha de Vendas Novas: circulação suspensa entre Lavre e Canha;- Linha do Norte: circulação suspensa entre Alfarelos e Coimbra B;- Linha do Douro: circulação suspensa entre a Régua e o Pocinho;- Linha do Oeste: circulação suspensa entre Mafra e Amieira;- Linha da Beira Baixa: circulação suspensa entre Mouriscas e Sarnadas;- Linha de Cascais: circulação suspensa na via ascendente entre Algés e Caxias;- Concordância de Xabregas: circulação suspensa entre Lisboa Santa Apolónia e Bifurcação Chelas. .O mau tempo em Portugal obrigou a deslocar 1163 pessoas, todas realojadas, e a Proteção Civil admite como "bastante elevada" a probabilidade do número aumentar devido aos caudais dos rios, sobretudo na Lezíria do Tejo e Sado.“Mantendo os caudais que temos neste momento a probabilidade de termos mais desalojados e evacuações preventivas é bastante elevada”, disse o comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Mário Silvestre, no ‘briefing’ das 12:30 na sede do organismo, em Carnaxide, Oeiras.Segundo o responsável, não é possível para já fazer qualquer previsão de desagravamento do cenário de cheias e de regresso a casa dos deslocados, sendo uma situação “em avaliação permanente”, mas sublinhou que todos os deslocados foram realojados ou em serviços municipais de apoio à população ou pela Segurança Social.Lusa.Depressão Kristin: como pedir apoio financeiro do Governo e quanto pode receber.Um deslizamento de terras registado hoje em S. João da Caparica, na Costa da Caparica, concelho de Almada, obrigou à retirada de 35 pessoas de três edifícios que ficam junto à arriba fóssil, segundo a autarquia.Fonte da Câmara Municipal de Almada, no distrito de Setúbal, explicou que as 35 pessoas são de 14 agregados familiares e foram retiradas por uma questão de precaução.Segundo o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal, a ocorrência foi registada às 10:05 na rua de Damão, na Costa da Caparica, e no local estão 22 operacionais dos bombeiros da Trafaria, Cacilhas e do Serviço de Proteção Civil de Almada.“Tivemos um deslizamento de terras junto à arriba fóssil que coloca em risco três prédios. Neste momento os técnicos da Câmara Municipal de Almada estão a fazer a avaliação dos edifícios”, disse a mesma fonte à Lusa.A Proteção Civil tinha avançado que tinham sido retiradas 29 pessoas dos edifícios em causa, mas a autarquia de Almada precisou que foram 35.No local está a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, assim como a vereadora responsável pela Proteção Civil, Francisca Parreira, e a presidente da Junta de Freguesia da Costa da Caparica, Vanessa Krausse.Em declarações à comunicação social, Inês de Medeiros explicou que o deslizamento de terras entrou num dos apartamentos, tendo as pessoas sido retiradas de imediato, não se tendo registado feridos.“Estamos a avaliar a questão estrutural do edifício e a tentar desviar a água do cimo da arriba para evitar que mais terra caia e deixe de fazer pressão sobre um muro de betão que conseguiu reter parte das terras. Só depois dessa avaliação é que as pessoas saberão se podem ou não regressar a casa”, explicou.A presidente da Câmara Municipal de Almada adiantou que as pessoas foram retiradas por precaução, estando a ser feita a avaliação não só do edifício que foi atingido como também de outros que estão perto.Lusa. A Câmara e as 20 juntas de freguesia de Leiria criticaram a falta de informação objetiva da E-Redes, a quem exigem que compense os lesados pelos danos da interrupção da energia causada pelo mau tempo.Numa carta aberta dirigida ao presidente do conselho de administração da E-Redes e lida pelo presidente do Município de Leiria, Gonçalo Lopes, refere-se que passaram já 11 dias desde que a depressão Kristin atingiu o concelho de Leiria, permanecendo, à data de hoje, “ainda mais de 20 mil contadores sem acesso a energia elétrica, sobretudo nas zonas mais rurais”.“Falamos de famílias, de produtores agrícolas, de empresas locais, de lares, de pessoas isoladas e vulneráveis que continuam numa situação de grande fragilidade, muitas vezes sem qualquer informação clara sobre quando será reposta a normalidade”, sustentam os autarcas.Reconhecendo “o esforço técnico das equipas no terreno”, os subscritores afirmam que, “num contexto de emergência, sendo a E-Redes um operador de serviço público essencial, a comunicação, a proximidade e o respeito pelas populações são responsabilidades tão relevantes quanto a intervenção técnica”. . Nesse sentido, os subscritores defendem que “as populações têm o direito de saber qual o ponto de situação concreto em cada freguesia, que prazos previsíveis estão a ser considerados para a reposição do serviço, que critérios orientam as prioridades de intervenção, que constrangimentos técnicos subsistem e que soluções estão a ser adotadas para os ultrapassar e que medidas de mitigação estão a ser acionadas para apoiar as populações enquanto a reposição não é possível”.Para os autarcas, “a falta de informação objetiva, atualizada e acessível, associada à inexistência de respostas visíveis de compensação em muitas situações, tem vindo a gerar ansiedade, indignação e um sentimento crescente de abandono”.“Além dos prejuízos causados pela interrupção do fornecimento de energia elétrica, que originou perdas significativas junto de empresas e de particulares, impõe-se que os lesados sejam devidamente ressarcidos pelos danos sofridos, em moldes a clarificar pela entidade responsável, de forma justa, célere e transparente”, preconizam.Por outro lado, referem que são os autarcas que recebem, “diariamente, as chamadas, as queixas, o cansaço e a exaustão de quem já não consegue suportar mais dias sem eletricidade”.“É, por isso, nossa responsabilidade institucional exigir que a informação circule com transparência, regularidade e previsibilidade”, dizem.Nesse sentido, consideram indispensável a divulgação diária de informação pública, por freguesia, com indicação do número de contadores repostos e estimativas de normalização ou a criação de um canal direto, permanente e operacional de comunicação com o município e juntas."As populações de Leiria merecem respeito", lê-se na carta.Pedem ainda a “definição e comunicação clara de medidas de mitigação, nomeadamente a disponibilização de geradores ou outras soluções temporárias, priorizando as situações de maior vulnerabilidade”, e a “presença regular de responsáveis da E-Redes” no concelho.DN/Lusa.A Ordem dos Advogados defendeu a criação de um Plano Nacional de Emergência Jurídica como resposta estruturada a situações de catástrofe e calamidade, na sequência dos impactos provocados pela depressão Kristin. A proposta visa garantir apoio jurídico eficaz e coordenado às populações afetadas, bem como assegurar o funcionamento mínimo do sistema de justiça em contextos de força maior.O plano pretende evitar soluções avulsas e assegurar uma resposta uniforme em todo o território nacional. A instituição sublinha que um Plano Nacional de Emergência Jurídica é "essencial para salvaguardar o direito de acesso à justiça, prevenir prejuízos irreparáveis para cidadãos e advogados e reforçar a resiliência do sistema judicial perante crises futuras", mantendo a proposta em aberto junto do Governo e do Ministério da Justiça.No mesmo comunicado, a OA ainda saudou a decisão do Governo de suspender os prazos processuais nos tribunais e serviços do Ministério Público das zonas afetadas pela tempestade Kristin, considerando a medida “essencial, equilibrada e de elevada justiça material”. Esta medida abrange cerca de 60 municípios dos distritos de Leiria, Coimbra, Santarém e Lisboa, severamente atingidos por danos em habitações, infraestruturas e património natural e cultural..Mário Silvestre, comandante da Proteção Civil, alertou este sábado para algumas recomendações importantes nestes dias de elevada precipitação: não arriscar atravessar estradas inundas ou com muita água. Na condução, prezar pela velocidade moderada e com condução defensiva. O comandante pediu um cuidado redobrado a quem está na estrada. Uma das vítimas fatais desta onda de depressões morreu ao tentar atravessar uma estrada com água do rio Guadiana..O DN apurou que já não há condicionamentos em faixas na ponte 25 de Abril, em Lisboa.."Quadro meteorológico complexo de risco". Depressão Marta vai deslocar-se para norte.Grande parte do concelho de Sobral de Monte Agraço está sem água, devido a uma avaria numa conduta que já está a ser reparada, não havendo contudo previsões para o abastecimento ser reposto, disse fonte oficial autárquica.“Praticamente 80% do concelho está sem água devido a danos na conduta que abastece o concelho, a EPAL [Empresa Pública de Águas Livres] encontra-se a reparar, mas a reposição do abastecimento de água à população vai demorar”, disse a mesma fonte.Em comunicado, o município esclareceu que a rutura na conduta é “decorrente das condições meteorológicas adversas”. . Na localidade da Gozundeira, uma unidade de turismo rural foi evacuada e a Proteção Civil está a pedir para os moradores de várias habitações saírem de casa devido à “subida da água”.O rio galgou as margens na Gozundeira, mas também na Feliteira, Folgados e Pontes de Monfalim, tendo entrado em habitações, sem obrigar contudo à retirada dos moradores.Na Sapataria, o cemitério encontra-se com “muitos danos” devido à queda de um muro, devido ao mau tempo.Lusa.As vias da esquerda, em ambos os sentidos, na Ponte 25 de Abril estão fechadas à circulação devido ao agravamento das condições meteorológicas causadas pela depressão Marta, informou a Lusoponte.Fonte da Lusoponte, concessionária das duas travessias rodoviárias sobre o rio Tejo em Lisboa indicou à Lusa que as vias da esquerda na travessia das duas margens estão fechadas à circulação desde as 09h00, não havendo, para já, outras restrições de limite de velocidade.A Ponte 25 de Abril, é uma ponte suspensa rodoferroviária sobre o rio Tejo que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada.Lusa.A situação nos rios Tejo e afluentes mantém-se estabilizada, mas a chuva persistente continua a provocar condicionamentos e submersões em mais de uma centena de vias em 15 concelhos do distrito de Santarém, alertou hoje a Proteção Civil.“De acordo com o último briefing que fizemos no âmbito do Sub comando Regional do Médio Tejo, e também na sequência da última reunião da Comissão Distrital da Proteção Civil, os caudais têm estado mais ou menos estáveis e assim se vão manter”, disse à Lusa o presidente da Comissão Distrital da Proteção Civil de Santarém e da Câmara de Abrantes.“A nossa grande preocupação neste momento é a chuva persistente e a quantidade”, acrescentou.Segundo Manuel Jorge Valamatos, a depressão Marta permanece sobre a região do Médio Tejo e Lezíria do Tejo, mas os ventos não têm apresentado grande perigo.“Algumas estradas já estiveram desobstruídas, mas tendem a poder ficar novamente obstruídas. É uma situação que vai evoluindo consoante os efeitos da chuva no Tejo e afluentes, mas também aluimentos de terras e derrocadas para as estradas. Por isso é importante que todos se mantenham informados e solicitem informações às estruturas de proteção civil”, sublinhou.Lusa."Estou em condições de dizer que mais de 1650 empresas já recorreram às linhas de crédito que estão abertas para tesouraria e para a reconstrução", anunciou o primeiro-ministro, "num montante que está praticamente a atingir os 400 milhões de euros".Luís Montenegro disse ainda que "cerca de 1200 famílias recorreram à ajuda, apresentaram a sua candidatura, para reconstrução das suas casas". "Mais de 1400 agricultores já apresentaram as suas candidaturas" para recuperar dos efeitos do mau tempo, disse ainda Montenegro.."Tudo está a ser monitorizado", afirmou o primeiro-ministro, referindo-se, por exemplo, ao caudal dos rios, ao aumento dos níveis de águas, com uma "grande interação com Espanha".Aliás, o aumento do caudal dos rios tem sido uma preocupação, com o primeiro-ministro a destacar hoje que tem havido uma "articulação permanente, que já leva quase quatro semanas, entre o governo português e o governo espanhol", as entidades que em cada país têm responsabilidades nos recursos hídricos. "Tem sido fundamental para evitar males maiores por esta altura. é o caso do que tem sucedido no rio Douro e em particular no Peso da Régua", diz Montenegro sobre a gestão das descargas das barragens espanholas e portuguesas. Uma articulação que tem permitido "gerir com alguma serenidade" esta situação.Montenegro admitiu "pressão", tendo em conta a chuva contínua, referindo que há "zonas e barragens que estão a atingir os limites da sua capacidade, há descargas que têm de ser feitas, mesmo quando a pressão é menor". "É outra das coisas que estamos a fazer há várias semanas", disse. "É uma gestão que, neste momento, está num pico de sensibilidade porque quer Portugal e Espanha estão a viver a mesma situação", reconheceu. Na "bacia do Tejo, no rio Sado, no rio Mondego e em rios que confluem com estes há uma pressão elevadíssima. Aí temos uma gestão de emergência, de salvaguarda a vida das pessoas", sublinhou. .O primeiro-ministro está a visitar este sábado Peso da Régua, depois de na sexta-feira ter estado em Santarém."Temos uma situação que nos mobiliza de forma generalizada em todo o território, porque o efeito da precipitação intensa e prolongada faz-se sentir em todo o lado, com algumas zonas que têm um risco maior em determinadas alturas. É o caso hoje sobretudo na Bacia do Tejo, no rio Sado, em particular em Alcácer do Sal, do rio Mondego, mas sempre com todas as áreas mais expostas, como é o caso do rio Douro e em particular do Peso da Régua", disse Luís Montenegro aos jornalistas. Constatou no local que "há uma estrutura de coordenação que funciona 24 horas por dia", com acompanhamento diário em relação às ocorrências devido ao mau tempo que se faz sentir..A GNR e a Fundação Benfica estão no terreno a apoiar "idosos isolados e em situação de extrema vulnerabilidade", afetados pela depressão Kristin e pelas cheias que têm assolado várias regiões do país."A Fundação Benfica assegurará, aos idosos devidamente sinalizados pela GNR, no âmbito do 'Programa Apoio 65 – Idosos em Segurança' e em articulação com as autoridades competentes, a reposição de equipamentos e de mobiliário essenciais à sua saúde, segurança e bem-estar", informa a força de segurança, em comunicado enviado às redações.É ainda referido que quem queira participar e ajudar nesta iniciativa pode fazê-lo com contribuições de donativos através do site oficial..A Proteção Civil registou um total de 256 ocorrências relacionadas com inundações e quedas de árvores, entre as 00h00 e as 10h00 de hoje, que afetaram sobretudo as regiões da Grande Lisboa, Península de Setúbal e Oeste.De acordo com um ponto da situação feito à Lusa pelo comandante José Costa, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estiveram envolvidos nas operações 934 operacionais e 300 meios terrestres.Segundo o responsável, entre o dia 28 de janeiro, data do início da vaga de tempestades que têm assolado o país, e hoje, já se registaram 20.946 ocorrências, envolvendo 72.147 operacionais e 27.678 meios terrestres.Os caudais dos rios com maior risco de subida continuam sob vigilância, adiantou.Até às 19h00 de sexta-feira, 1108 pessoas já tinham sido deslocadas das suas habitações, um pouco por todo o país, devido ao mau tempo, segundo dados avançados na altura pelo comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre.Em conferência de imprensa, o responsável adiantou que na Lezíria do Tejo tinham sido retiradas pessoas das localidades de Caneiras, Porto da Palha e Reguengo do Alviela, enquanto no Algarve foram retiradas 11 pessoas em Enxerim, no concelho de Silves, e “foi evacuado o parque de autocaravanas de Vila Real de Santo António como medida preventiva”.Quanto a localidades isoladas, a Proteção Civil registou na Lezíria do Tejo o Cartaxo, Valada, Porto da Palha e Caneiro e na região de Coimbra a freguesia de Ereira (Montemor-o-Velho), assinalando ainda no Algarve uma família isolada em Vila do Bispo.Lusa.A Câmara do Cartaxo decidiu adiar as eleições presidenciais desde domingo na freguesia de Valada, nas três secções de voto. O ato eleitoral fica reagendado para 15 de fevereiro, informou a autarquia na noite de sexta-feira. "O presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, João Ferreira Heitor, emitiu despacho a adiar as eleições em Valada, nas três secções de voto: Valada, Porto de Muge e Reguengo", lê-se na nota. De acordo com a autarquia a "decisão deve-se ao facto de a freguesia de Valada se encontrar isolada, na sequência das cheias do rio Tejo, que condicionam a circulação e o acesso às secções de voto". "Não se encontram asseguradas as condições de segurança, de acesso e/ou de funcionamento das três secções de voto", justifica ainda o município. .Devido aos efeitos da passagem da depressão Marta, a Câmara de Sintra anunciou que vários equipamentos públicos estão encerrados ao público, entre os quais museus e bibliotecas. Segundo nota divulgada pela autarquia, além do posto de turismo do Cabo da Roca, estes são os museus encerrados: MUSA – Museu das Artes de Sintra; Museu Anjos Teixeira; Museu Ferreira de Castro; Museu de História Natural de Sintra; Casa Museu Leal da Câmara; Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas.Bibliotecas Municipais de Sintra, Tapada das Mercês, Cacém, Queluz também estão de portas fechadas, como acontece com a Casa da Cultura Lívio de Morais.O município de Sintra indica algumas recomendações de segurança. Pede, por exemplo, que se "evite deslocações desnecessárias durante períodos de vento forte e chuva intensa", que se mantenha "afastado de zonas costeiras, arribas e áreas arborizadas", que sejam garantidos que "objetos soltos em varandas ou jardins estão bem fixos" e que se as pessoas sigam "as atualizações das autoridades locais e da proteção civil"..Duas pessoas ficaram desalojadas e outras dez foram deslocadas das suas casas por deslizamentos de terras provocados pelo mau tempo em Mafra, no distrito de Lisboa, disse este sábado o presidente da câmara.Hugo Moreira Luís afirmou à agência Lusa que, na localidade da Picanceira, uma “habitação ficou destruída por uma derrocada e os dois habitantes ficaram desalojados”.Na mesma localidade, outras habitações estão em risco, tendo oito pessoas sido deslocadas de casa “por precaução”.Em Paços, uma casa de acolhimento encontra-se em “risco de ruir” e os utentes foram também deslocados por precaução.Mais quatro residentes de duas habitações foram também retirados de casa por prevenção, devido ao risco de movimentos de massa.Todos foram realojados em casas de familiares.No concelho, estão cortadas em vários troços as estradas nacionais 247 (Foz do Lizandro e Escaravilheira) e 9 (a sul da Encarnação).Lusa.Um total de 63 mil clientes da E-Redes continuava sem abastecimento elétrico às 08h00 deste sábado, devido ao agravamento das condições meteorológicas causadas pelas depressões Kristin, Leonardo e Marta, informou a empresa.Numa informação enviada à Lusa, a E-Redes deu nota de uma diminuição de seis mil clientes sem abastecimento elétrico, comparativamente ao último balanço, divulgado às 18h00 de sexta-feira, quando se registavam cerca de 69 mil clientes sem ligação à rede elétrica.De acordo com a empresa, na zona mais afetada pela depressão Kristin, continuam por alimentar 57 mil clientes.Destes, Leiria tem 41 mil clientes sem energia, Santarém regista 11 mil clientes, Castelo Branco quatro mil e Coimbra mil, especificou a E-Redes.Lusa.O Brasil emitiu uma nota em que lamenta as perdas causadas pelas tempestades que atingem Portugal e Espanha. “O Governo brasileiro lamenta profundamente as perdas humanas e os danos materiais e ambientais causados pelas tempestades “Kristin” e “Leonardo” na Espanha e em Portugal. O governo brasileiro apresenta condolências às famílias das vítimas e expressa solidariedade aos governos e às populações de Espanha e Portugal”, lê-se na publicação.O executivo de Lula da Silva destaca a importância de enfrentar a crise climática. “A frequência e o impacto de eventos extremos, em diferentes regiões do mundo, reforçam a urgência de ações concertadas da comunidade internacional para o enfrentamento da crise climática”, pontua..A Câmara de Setúbal, que tem ativado o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil, anunciou este sábado que os "cemitérios municipais" estão encerrados, como precaução, tendo em conta as condições meteorológicas adversas. "Devido ao mau tempo que se faz sentir, e como medida preventiva para o risco de queda de árvores, o município de Setúbal vai proceder ao encerramento dos cemitérios do concelho até segunda-feira", lê-se na nota do município..A Câmara das Caldas da Rainha cancelou eventos como o Carnaval, o Festival Foz Beats e vai deslocalizar o Oeste Lusitano, devido aos estragos causados pelo mau tempo na Foz do Arelho e no Parque D. Carlos I.Face ao prolongamento da situação de calamidade no concelho e “aos elevados prejuízos registados”, o município decidiu, em conjunto com as associações envolvidas, cancelar os corsos do Carnaval deste ano, bem como o Carnaval das Crianças e dos Idosos”, informou a Câmara das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria."Esta decisão foi tomada com um único objetivo: assegurar, acima de tudo, a segurança de todos", refere a nota do município, divulgada nas redes sociais. .À Lusa o presidente da autarquia, Vítor Marques, explicou hoje que, “embora o Carnaval das crianças e dos idosos seja na Expoeste [pavilhão de exposições], com boas condições, há a questão do mau tempo e das deslocações, pelo que a opção foi cancelar para preservar a integridade de todos”.Vítor Marques esclareceu que a Câmara “estabeleceu com as associações um plano de entendimento para suprir o investimento já feito na confeção dos fatos e dos carros alegóricos”, parte dos quais “poderão ser utilizados no Carnaval de 2027.A Câmara decidiu ainda cancelar dois eventos: o Foz Beats, previsto para a praia da Foz do Arelho, em julho, e o Oeste Lusitano, agendado para o início de maio, no Parque D. Carlos I.“Também estamos com problemas na Foz do Arelho, na praia, com a ‘aberta [canal que liga a Lagoa de Óbidos ao mar] a deslocar-se cada vez mais para norte e apanhar quase a Avenida do Mar”, explicou o presidente, justificando o cancelamento do Foz Beats.Apesar de o evento se realizar em julho, o autarca sustentou não haver condições para manter a edição de 2026, tanto mais que “na segunda-feira vai ser iniciada uma intervenção”, para a qual foi pedida autorização à Agência Portuguesa do Ambiente” e que passará por “deslocar areia para abrir uma segunda ‘aberta’ para salvaguardar a Avenida do Mar e a praia”.“Pelas questões de segurança, mas também pelo investimento que é feito nesta matéria, a juntar tantos que há para fazer no concelho que hoje tem mais de 50 estradas fechadas, algumas partidas, entendemos não fazer os eventos”, acrescentou.No caso do Oeste Lusitano, organizado pela Associação de Criadores do Oeste e que deveria realizar-se no início de maio no Parque D. Carlos, a Câmara decidiu que deverá realizar-se num local alternativo, “devido aos danos que a depressão Kristin provocou no Parque e na Mata, com a queda de árvores e estruturas”.DN/Lusa .O Metro de Lisboa informou, na manhã deste sábado, que retomou a sua operação em toda a rede, mas referiu que alguns acessos estarão temporariamente encerrados. Trata-se de uma medida de prevenção "para minimizar a entrada de águas pluviais e/ou fluviais", refere a empresa, na sequência do agravamento do estado do tempo. Nesse sentido, foram encerrados acessos em seis estações consideradas "mais críticas", mantendo-se operacionais os restantes acessos das mesmas estações.Segundo informação disponibilizada no site do Metro de Lisboa, estes são os acessos encerrados em seis estações:Linha Amarela- Estação Odivelas — acesso para a Rua Dr. Egas MonizLinha Azul- Estação São Sebastião — acesso para a Av. Ressano Garcia e acesso para a Av. Marquês de Fronteira- Estação Terreiro do Paço — acesso ao Cais das ColunasLinha Verde- Estação Rossio — dois acessos para a Praça D. Pedro IV- Estação Alvalade — dois acessos para a Av. da Igreja- Estação Roma — dois acessos para a Av. dos Estados Unidos da América .Dezoito barras marítimas estão este sábado fechadas a toda a navegação e cinco estão condicionadas, devido à forte agitação marítima, com previsão de ondulação que pode chegar aos 13 metros de altura na costa ocidental, segundo a Autoridade Marítima Nacional.Na zona norte, estão fechadas as barras de Caminha, Douro, Esposende, Figueira da Foz, Vila Praia de Âncora, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, enquanto as de Aveiro e Leixões só permitem a entrada de barcos com comprimento superior a 35 metros e a de Viana do Castelo a embarcações com mais de 30 metros.Mais abaixo, estão encerradas a toda a navegação as barras do Portinho da Ericeira, Peniche e São Martinho do Porto, e a de Lisboa está fechada a navios com calado superior a sete metros.No Algarve, as barras de Albufeira, Alvor, Vila Real de Santo António, Quarteira, Tavira e Vilamoura estão fechadas a toda a navegação, e a de Portimão só autoriza a entrada de barcos com mais de 15 metros.O arquipélago dos Açores tem fechadas as barras de Santa Cruz da Graciosa (26 de janeiro) e de Rabo de Peixe, ainda de acordo com os dados da Autoridade Marítima Nacional, atualizados às 08:53 de hoje.Lusa. Setenta e cinco pessoas estão deslocadas das suas casas em Alenquer por risco de deslizamento de terras sobre as suas habitações, disse hoje o presidente da câmara, que pondera pedir situação de calamidade para o concelho.Na sexta-feira à noite, cerca de 40 moradores da localidade da Mata tiveram de abandonar as suas habitações e serem realojados em casas de familiares, um em lar e os restantes em alojamentos encontrados pelo município.“Há vários dias estamos a monitorizar o movimento de terras e os técnicos concluíram ontem [sexta-feira] que há risco iminente, por isso retirámos metade da população”, explicou.Em Aldeia Gavinha, a autarquia encerrou a escola do primeiro ciclo, transferindo os cerca de 40 alunos para a escola de Vila Verde, e pediu aos moradores de duas habitações para saírem de casa devido a um aluimento de terras. Os habitantes foram realojados em casas de familiares.A Proteção Civil acompanha também, com preocupação, os cerca de mil moradores de Ribafria, aldeia “praticamente isolada”, uma vez que, “das cinco estradas de acesso, só uma está disponível”.Em Olhalvo, há também um muro em risco de queda sobre habitações.O autarca adiantou que pondera pedir ao Governo estado de calamidade para este concelho do distrito de Lisboa.Lusa.O rio Mondego atingiu a situação de risco em Coimbra, na madrugada deste sábado, com um nível hidrométrico acima dos 3,6 metros na ponte de Santa Clara, na baixa da cidade, o mais alto das últimas 48 horas.Segundo dados do portal Info Água, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a bacia do Mondego era, pelas 09:00 de hoje, a única em situação de risco no país em nível vermelho, o mais alto de dois níveis, estando as bacias dos rios Sado, Tejo, Douro e Lima em situação de alerta (nível amarelo).A situação de risco do Mondego decorria do nível hidrométrico medido na ponte de Santa Clara: este atingiu os 3,6 metros pelas 03:00 de hoje (o nível vermelho atinge-se, naquela estação hidrométrica, acima dos 3,59 metros) e era de 3,62 metros às 09:00.O valor de altura máxima medido na ponte de Santa Clara foi de 4,76 metros em 1976.Cerca de 1.300 metros a jusante da ponte de Santa Clara, o volume de água a passar na Ponte-Açude de Coimbra também atingiu um máximo nas últimas 48 horas esta madrugada, sempre acima dos 1.600 metros cúbicos por segundo (m3/s).Esse valor foi mais elevado pelas 05:00 (1.615 m3/s), equivalente a 1,615 milhões de litros de água por segundo, descendo ligeiramente para os 1.603 m3/s pelas 08:00 de hoje. Lusa.Devido às condições meteorológicas adversas, a circulação ferroviária continua a registar alguns condicionamentos em linhas da rede nacional, "com impacto na infraestrutura devido a inundações, à queda de árvores e detritos", refere a Infraestruturas de Portugal (IP). Este era o ponto da situação da rede ferroviária às 08h00:- Linha do Norte: circulação suspensa entre Alfarelos e Coimbra B;- Linha do Douro: circulação suspensa entre a Régua e o Pocinho;- Linha do Oeste: circulação suspensa entre Mafra e Amieira;- Linha da Beira Baixa: circulação suspensa entre Mouriscas e Sarnadas;- Linha de Cascais: circulação suspensa na via ascendente entre Algés e Caxias;- Concordância de Xabregas: circulação suspensa entre Lisboa Santa Apolónia e Bifurcação Chelas. .Mais de 1.600 militares estão a atuar diretamente no terreno em 12 distritos e 41 municípios, destacou o Exército em comunicado esta manhã. Os militares estão a trabalhar em missões diversas, como engenharia, remoção de escombros e limpeza, desobstrução, contenção de caudais, patrulhamento de proximidade, comunicações, energia/iluminação, transportes, apoio sanitário e intervenção psicológica. Os meios também estão em "prontidão para resposta imediata".Estão mobilizadas 135 viaturas táticas ligeiras, 130 viaturas táticas pesadas, 24 máquinas de engenharia e 15 geradores. Há mobilização ainda de módulos de comunicações, "complementados por meios pré-posicionados com notificação para emprego rápido sempre que necessário".Até agora, o Exército já realizou a proteção e recuperação de habitações, com 188 lonas aplicadas em telhados e 26 coberturas reparadas, 210 toneladas de carga transportada e 169 quilómetros de itinerários e estradas abertos, além da recuperação de condições de segurança com 451 toneladas de escombros removidos. As Forças Armadas ainda disponibilizaram 1.826 camas, realizadas 762 patrulhas, apoiadas 229 situações de dificuldade social e assegurado apoio de lavandaria, com 650 kg de roupa lavada, "contribuindo para o apoio direto às populações em contexto de emergência".O trabalho é realizado em "coordenação com as autoridades competentes, assegurando uma resposta contínua, integrada e ajustada às necessidades identificadas no terreno". .O Conselho Regional de Coimbra da Ordem dos Advogados (OA) criou uma bolsa de advogados voluntários para auxiliarem as pessoas afetadas pelo mau tempo a formalizarem as participações de sinistros resultantes da depressão Kristin junto de seguradoras.Segundo informação disponibilizada no seu sítio na Internet, o Conselho Regional deliberou, na sexta-feira, constituir uma bolsa de advogados voluntários para, em regime ‘pro bono’, auxiliarem as populações “na formalização das participações de sinistros resultantes” da depressão Kristin junto das empresas seguradoras e na plataforma de reporte de prejuízos.O Conselho Regional destaca que se trata “de um apoio focado na orientação e auxílio no preenchimento das participações dos sinistros, junto das empresas seguradoras, e na plataforma de reporte de prejuízos, imprescindível à defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e das empresas e à promoção do acesso ao direito”.“A ativação da bolsa de advogados e do apoio que se pretende prestar às populações conta com a colaboração e empenho dos municípios”, adianta, explicando que vai estar disponível aqui. *Lusa.O IPMA alertou que a acumulação de neve e a possível formação de gelo poderão causar "perturbação moderada", incluindo vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores e abastecimentos locais prejudicados..Toda a faixa costeira de Portugal continental está este sábado, 7 de fevereiro, sob aviso laranja - o segundo mais grave - devido à forte agitação marítima, mantendo-se com o mesmo nível de alerta treze distritos, por causa da precipitação e do vento. Segundo um comunicado emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão com aviso laranja face à previsão de ondas que podem atingir 12 a 13 metros de altura na costa ocidental e 4 a 5 metros na costa sul.Este alerta, emitido às 06:16, vigora até às 18:00 em Viana do Castelo e Braga, e até às 21:00 no Porto, ao passo que nos restantes distritos se estende até à manhã de domingo, com exceção de Coimbra em que a previsão aponta para um abrandamento a partir das 03:00. Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Beja, Portalegre, Castelo Branco e Évora estão sob aviso laranja até às 12:00 de hoje, devido à "chuva persistente e por vezes forte".O mesmo nível de alerta está em vigor até às 15:00 de hoje, nos distritos Setúbal, Beja, Faro e Leiria, estendendo-se até às 18:00 em Lisboa, devido ao "vento forte de sudoeste com rajadas até 100 km/h, sendo até 120 km/h nas serras".Por outro lado, nos distritos de Guarda, Castelo Branco, Bragança, Viseu e Vila Real, o aviso laranja estará em vigor até às 00:00 de domingo, face à possibilidade de queda de neve acima dos 1.600 metros de altura, com acumulação superior a 25 centímetros em zonas situadas a mais de 1.400 metros de altura.*Lusa.Bom dia. Esperamos que todos estejam bem em segurança. Damos início a mais um dia de cobertura da depressão Marta, na sequência de outras depressões que trazem estragos a Portugal. Acompanhe durante este sábado as atualizações pela equipa de jornalistas do DN..Catástrofes naturais também “trazem perdas emocionais, população precisa de tempo para recuperar”.Mais de uma semana após a tempestade, falta luz, água e esperança ao interior de Leiria