Mais de 2000 médicos que saíram do SNS arriscam ficar impedidos de ser tarefeiros devido às novas regras que o Governo aprovou para regular a prestação de serviços médicos no SNS, escreve esta sexta-feira o Público. E isto tendo em conta apenas a duas das quatro incompatibilidades que estão em cima da mesa: terem-se desvinculado do SNS nos últimos dois anos, por rescisão ou termo do contrato, ou não terem escolhido vaga no final da especialidade. Se olharmos para as restantes medidas anunciadas pela ministra da Saúde, o número de especialistas afetados poderá ser ainda maior, diz.Este jornal repara ainda que não há nenhuma mulher nos dez salários mais bem pagos na banca nacional.O Expresso destaca que o Banco de Portugal aperta regras de acesso ao crédito. De acordo com o semanário, o supervidor quer reduzir a taxa de esforço máxima que os clientes têm de cumprir. A medida será apresentada aos bancos na próxima semana e deverá entrar em vigor até ao início do verão.O Jornal de Notícias diz que os administradores ganham 53 vezes mais que os seus trabalhadores, têm reformas douradas, casas e carros pagos pela empresa. Líder da Jerónimo Martins tem a maior remuneração das firmas cotadas em Bolsa, escreve.No Correio da Manhã o destaque vai para as buscas realizadas na quinta.-feira pela PJ no âmbito da Operação Torre de Controlo II e que envolvem o cunado do ministro da presidência, o qual, segundo o jornal, terá três residências fiscais.O Diário de Notícias avança que doentes prioritários de dermatologia podem esperar até quatro anos por uma consulta nos hospitais públicos. Traz ainda uma entrevista a Nuno Melo, líder do CDS que procura reeleição no congresso deste fim de semana..Leia aqui o DN desta sexta-feira, 15 de maio.Como é sexta-feira, o DN traz os suplementos de economia e desporto, o Dinheiro Vivo e o DN Sport, respetivamente..Leia aqui o Dinheiro Vivo desta sexta-feira, 15 de maio.Leia aqui o DN Sport desta sexta-feira, 15 de maio.No Negócios o destaque vai para o pacote laboral. "Governo regressa à versão inicial, mas sinaliza cedência no banco de horas", escreve. O Eco fala da nova lei da construção modular, considerada o “gatilho” para o setor da construção, na medida em que pode baixar custo da habitação e abrir caminho a contratos públicos.