O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho vai manter-se em silêncio na segunda volta das eleições presidenciais, que vão ser disputadas por António José Seguro e André Ventura a 8 de fevereiro."Não desejo fazer qualquer comentário ou declaração sobre as eleições presidenciais", escreveu o ex-líder do PSD e do Governo em resposta a uma pergunta escrita da agência Lusa..António José Seguro garantiu esta tarde que na campanha para a segunda volta das presidenciais, contra André Ventura, a 8 de fevereiro, irá "manter a coerência da primeira volta" e prometeu dar luta. "Não vou parar até 8 de março de 2031. Pelo menos até aí não pararei", afirmou, referindo-se ao final do prazo de um primeiro mandato do próximo presidente da República.O candidato mais votado na primeira volta de domingo considerou que os apoios entretanto tornados públicos por várias figuras da direita representam que o apelo que fez no discurso de vitória "está a ser bem sucedido". "Pedi aos democratas, progressistas e humanistas que se juntassem a esta candidatura", lembrou, agredecendo esta "manifestação de confiança" e revelando que há outros apoios que serão tornados públicos, embora recusando-se a revelá-los por achar que não é si que lhe cabe.Seguro confirmou que recebeu telefonemas de todos os outros candidatos, incluindo André Ventura, e considerou que "não está nada ganho" e defendeu que "é necessário que todos os que votarem o voltem a fazer e que se somem outros voto".Manifestando-se confiante, António José Seguro revelou que já teve uma reunião de trabalho com colaboradores mais próximos e ainda terá outra destinada a preparar as próximas três semanas até à realização da segunda volta das eleições. Amanhã, já fará uma visita a um centro de saúde da Área Metropolitana de Lisboa.Questionado acerca do facto de André Ventura o ter colado a José Sócrates, Seguro reaiu com uma gargalhada. "Essa é mesmo só para rir", comentou. .O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) apelou ao voto em António José Seguro na segunda volta das presidenciais."Não se trata nesta segunda volta de uma opção entre esquerda e direita, mas sim de uma necessidade de defender a democracia, pelo que o voto em António José Seguro é aquele que poderá garantir a derrota do candidato que representa a intolerância, os discursos de ódio, a arrogância e a ameaça aos valores democráticos", dizem em comunicado..Município foi o único em que o líder do Chega não foi um dos três mais votados na primeira volta das presidenciais. Autarca diz que as suas políticas sociais evitam radicalismo e voto de protesto.Leia mais no link abaixo.Isaltino Morais defende que "ecossistema de coesão social" de Oeiras provocou pior resultado de André Ventura.Realiza-se amanhã, terça-feira, uma reunião do Comité Central do PCP para analisar a situação política e social e os resultados das eleições presidenciais..O presidente do governo madeirense disse que a direita e o centro de direita tiveram uma “derrota monumental” nas presidenciais e Marques Mendes foi “ultra penalizado” nesta região, anunciando que não dará indicação de apoio na segunda volta.“Acho que neste momento, a primeira leitura que se faz é que a direita e o centro de direita de direita português, com dois terços no parlamento, sofreu uma derrota monumental e está em vias de eleger um socialista para a Presidência da República”, afirmou Miguel Albuquerque aos jornalistas, no Funchal.Para o também líder do PSD/Madeira, “é extraordinário como uma fragmentação da direita numa eleição destas consegue de facto transformar aquilo que era no fundo uma consolidação de um poder crescente democrático em Portugal numa derrota”.O chefe do executivo regional (PSD/CDS-PP) considerou que este foi “um fenómeno político paradigmático”, argumentando que “a fragmentação é sempre má” e que as eleições presidenciais sendo personalizadas é “muito difícil os partidos políticos terem um papel decisivo na fiscalização do voto dos eleitores”.Sobre a vitória de André Ventura nesta região autónoma, Miguel Albuquerque justificou o resultado e a derrota do candidato apoiado pelo partido com “três circunstâncias”.“Em primeiro lugar, eu sabendo da volatilidade de uma votação numas presidenciais, nunca tomei nenhuma posição, nem podia tomar, relativamente ao apoio em qualquer candidato”, sublinhou.Realçou que deu apoio pessoal a Marques Mendes por entender que era o candidato que “melhor salvaguardava os direitos da autonomia e os direitos dos madeirenses”.O dirigente social-democrata insular acrescentou que, em segundo lugar, toda a confusão que surgiu em relação ao subsídio que “teve uma repercussão muito negativa quer à luz daquilo que foram as decisões do Governo a nível nacional, quer à luz daquilo que aconteceram nas presidenciais”.“Ou seja, o candidato que era apoiado pelo partido foi ultra penalizado na Madeira”, especificou.Também criticou a campanha eleitoral “muito fraca” e “perfeitamente amadora numas presidenciais” sem material de propaganda, nem cartazes na Madeira “levou à penalização da candidatura de Marques Mendes” neste arquipélago.Miguel Albuquerque adiantou que “à semelhança do aconteceu na primeira volta, o partido não vai apoiar ninguém na Madeira”, apontando que “as pessoas são livres de votarem no candidato na segunda volta que entenderem”.“Não vou apoiar nenhum dos candidatos nem dar indicação para apoiar nenhum”, frisou..Lusa.António José Seguro e André Ventura, que vão disputar a segunda volta as presidenciais, ficaram separados por apenas um voto em Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda), segundo os resultados provisórios das eleições de domingo.Entre os concelhos mais disputados, de acordo com uma análise feita pela agência Lusa aos resultados provisórios das presidenciais de domingo, André Ventura, com o apoio do Chega, teve mais dois votos do que António José Seguro, candidato apoiado pelo PS, em Pedrógão Grande (Leiria).Já a maior diferença entre o primeiro, António José Seguro, e o segundo classificado, neste caso João Cotrim Figueiredo, que teve o apoio da Iniciativa Liberal, aconteceu em Lisboa, com 36.799 votos.Na Golegã (Santarém), a diferença entre Ventura e Seguro foi de seis votos e em Porto Moniz (Madeira) de oito votos. Já Seguro mais nove votos do que Ventura em Barrancos (Beja) e Sernancelhe (Viseu).Seguro teve mais 20.782 votos do que Ventura no concelho de Vila Nova de Gaia (Porto) e mais 17.172 votos do que Cotrim em Coimbra.Em Braga, o candidato apoiado pelo PS teve mais 15.167 votos do que Ventura e em Matosinhos teve mais 14.666 votos do que o candidato da Iniciativa Liberal. No Porto, Seguro também ganhou a Cotrim, com uma diferença de 14.425 votos.Lusa.O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, criticou hoje Luís Montenegro por não emitir nenhuma indicação de voto na segunda volta das eleições presidenciais."Entre a democracia e aquilo que atenta contra a democracia não pode haver neutralidade política", disse, defendendo que o primeiro-ministro e lider do PSD "deve ter uma posição mais clara se está do lado dos valores constituconais e dos valores democráticos ou se está do lado de quem atenta esses valores democráticos e constitucionais".José Luís Carneiro disse mesmo que se o cenário fosse entre Marques Mnedes e André Ventura, "nao teria dúvida em apoiar Luís Marques Mendes".O secretário-geral do PS disse ainda que o principal objetivo da Comissão Nacional do partido convocada para o próximo sábado será avaliar os resultados e mobilizar o partido para a segunda volta das presidenciais. .O social-democrata António Capucho afirmou hoje na TSF que "não hesita nem um mílimetro" e que na segunda volta das prsidenciais votará em Amtónio José Seguro.Recorde-se que Capucho apoiou a candidatura de Gouveia e Melo..Vice-presidente da Assembleia da República recorda eleições com Mário Soares e Freitas do Amaral. "Em certa medida", país tem "recomposição" deste cenário. Pacheco de Amorim também critica Montenegro.(Clique no link abaixo para ler mais) .Uma segunda volta "altamente polarizada" entre esquerda e direita? Pacheco de Amorim vê "repetição" de 1986.Reunião da Comissão Executiva vai acontecer após a Juventude Popular anunciar que não apoiará ninguém. Partido agradece "campanha muito digna" de Marques Mendes e antigo líder dá apoio a Seguro.(Clique no link abaixo para ler mais) .CDS decide posição sobre segunda volta das presidenciais na quarta-feira.Dos vencedores aos derrotados. As melhores imagens da noite eleitoral.O vice-primeiro-ministro de Itália, Matteo Salvini, usou as redes sociais para dar esta segunda-feira (19 de janeiro) os parabéns a André Ventura pelos resultados nas eleições presidenciais, que o levam a disputar uma segunda volta com António José Seguro, o vencedor da noite eleitoral de domingo."Parabéns ao amigo André Ventura, líder do Chega e aliado da Liga na Europa, que irá para a segunda volta das eleições presidenciais em Portugal", escreveu Salvini. "Os patriotas estão a crescer em toda a Europa", acrescentou. .José Miguel Júdice, mandatário nacional de João Cotrim de Figueiredo nestas presidenciais, anunciou na CNN Portugal, ainda no domingo, que votará em António José Seguro. “O meu mandato [como mandatário] terminou. Vou votar com total determinação, sem qualquer preocupação, em Seguro”, declarou Júdice, segundo cita a CNN. “Se ele [Cotrim] não tivesse sido candidato, eu teria apoiado António José Seguro na primeira volta”, disse.Recorde-se que Cotrim Figueiredo referiu que não tenciona endossar ou recomendar o voto em qualquer dos candidatos.“Os eleitores que me confiaram o voto hoje fizeram-no livremente e deverão poder fazê-lo livremente outra vez na segunda volta. Confio plenamente e respeitarei totalmente essa sua decisão”, afirmou no discurso de domingo..Uma segunda volta de esperança.O presidente da Câmara do Porto, o social-democrata Pedro Duarte, revelou que na segunda volta das presidencaiis vai votar em António José Seguro."Não tenho a mais pequena dúvida em quem vou votar, isso é absolutamente claro e inequívoco: vou votar no António José Seguro", disse o autarca e ex-ministro dos Assuntos Parlamentares do primeiro governo de Luís Montenegro no programa da TSF e da CNN Portugal "O Princípio da Incerteza"."Fez uma estratégia sozinho, levou até ao fim, sem oscilar, teve uma campanha com elevação, quer queiramos, quer não, e essa componente deixa-me francamente satisfeito. É alguém que não entrou na discussão da lama, fugiu ao ataque pessoal, disse sempre que a sua candidatura era suprapartidária e independente, não quis entrar no confronto partidário do dia a dia e isso foi recompensado pelos portugueses, designadamente por muitos eleitores que votaram AD há um ano", referiu citado pela TSF.Neste mesmo programa, Pacheco Pereira também se mostrour apiante de Seguro. "Confesso que o meu entusiasmo é pequeno, mas eu vou votar no Seguro na segunda volta, porque na segunda volta a votação vai ser contra Ventura, contra o Chega", afirmou..André Ventura vê-se a repetir 1986 e promete lutar contra o socialismo que "destrói, mata e corrompe".O PAN – Pessoas-Animais-Natureza decidiu apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, que decorrerá a 08 de fevereiro, anunciou o partido em comunicado.Na nota enviada às redações ao final da noite de domingo, o PAN explica que a decisão foi tomada após a reunião da Comissão Política Nacional.O PAN escreve que a decisão do partido surge “num momento decisivo para a democracia portuguesa”, sublinhando que a primeira volta das presidenciais demonstrou “uma preocupante fragmentação do eleitorado”.Considera ainda que a primeira volta das presidenciais “confirmou a presença no debate público de forças políticas que colocam em causa os direitos fundamentais, o respeito pela diversidade e a convivência democrática”.O partido justifica que a sua opção na primeira volta – ao não utilizar a candidatura eleitoral como uma plataforma partidária e ao conceder liberdade de voto aos seus filiados e eleitos – foi adequada ao contexto de dispersão eleitoral e coerente com os princípios internos de pluralidade e liberdade de consciência.Para o partido, na segunda volta, estará em causa “mais do que uma escolha entre perfis”.“É uma decisão entre a defesa da democracia ou um ataque à democracia, às instituições e à estabilidade democrática”, sublinha.No comunicado, o PAN diz acreditar que António José Seguro representa “uma solução de equilíbrio, moderação e estabilidade, com sentido de Estado e compromisso com os valores democráticos” que o partido defende.Numa crítica implícita aos partidos da esquerda, o PAN considera que “falharam no momento em que o país mais precisava de unidade” aos insistirem em candidaturas próprias “até ao limite, mesmo perante a gravidade do cenário político”.“Nos momentos difíceis tomam-se grandes decisões. E esta é uma delas. O PAN escolhe estar do lado da democracia, da responsabilidade e do futuro”, acrescenta a nota.Lusa.Mesmo sem apoio de Montenegro, Seguro promete relação institucional intacta em caso de eleição.O candidato presidencial André Pestana lamentou hoje o "fortíssimo voto útil" à esquerda nas presidenciais e admitiu que irá votar em António José Seguro na segunda volta das eleições. Em declarações à Lusa, André Pestana salientou que a diferença entre o resultado de António José Seguro e André Ventura "foi mais dilatada do que qualquer sondagem previa", o que evidencia ter-se registado um "fortíssimo voto útil" à esquerda."Um voto útil que na prática depois revela um voto inútil, porque o voto útil é votar em quem acreditamos", disse.Quanto à segunda volta, André Pestana disse que apesar de não se rever em Seguro, ter André Ventura na Presidência da República "era o pior que podia acontecer à sociedade portuguesa".André Pestana frisou que nunca teve "nada a ver com o Partido Socialista" mas, perante a possibilidade da eleição de André Ventura, a sua escolha estava feita.[André Ventura] "apoia Trump em muitos atentados e guerras que tem feito, como também patrocinando o genocídio de Israel a Gaza, obviamente não irei votar claramente no André Ventura, isso está mais do que claro", continuou.O candidato considerou que, à semelhança do que tinha acontecido na eleição por maioria absoluta do antigo primeiro-ministro António Costa, as sondagens foram "encomendadas para levar o eleitorado a mudar ou a estar a condicionar o seu voto"."De facto revelou-se que as sondagens estavam todas, de uma forma flagrante, longe da realidade", argumentou, acrescentando que ele próprio já tinha afirmado que António José Seguro "poderia ficar em primeiro lugar e sem qualquer risco de não ir à segunda volta".De acordo com os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna - Administração Eleitoral, André Pestana arrecadou 10.881 votos, o que equivale a 0,19%.Lusa.O candidato presidencial Gouveia e Melo, que ficou em quarto lugar nas eleições, teve no domingo os seus piores resultados nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, e obteve as percentagens mais elevadas em Coimbra e Setúbal.Tirando os casos da Madeira e dos Açores, onde o ex-chefe do Estado-Maior da Armada teve 8,1% e 10,37% dos votos, respetivamente, os resultados alcançados pela sua candidatura não registaram oscilações relevantes em território continental, situando-se entre os 13,69% e 13,41% de Coimbra e os 10,75% de Braga.Nestas eleições, Henrique Gouveia e Melo ficou em terceiro lugar nos distritos de Castelo Branco e Beja, apenas atrás de André Ventura e de António José Seguro.Ficou em quarto lugar nos distritos de Vila Real (11,78%), Bragança (11,5%), Guarda (11,66%), Santarém (13,33%), Évora (13,01%), Faro (12,5%), Coimbra, Leiria (12,84%, Lisboa (12,97%) e Setúbal (13,69%).As piores posições do ex-chefe do Estado-Maior da Armada, ou seja, no quinto lugar, registaram-se nos distritos de Viana do Castelo (12,93%), Viseu (12,36%), Aveiro (13%) e Porto (12,14%).No Porto, distrito em que ficou em quinto lugar, atrás do ex-presidente do PSD Marques Mendes, Gouveia e Melo teve neste distrito apoios de peso à sua candidatura, casos do ex-ministro socialista da Saúde Manuel Pizarro e, sobretudo, do ex-presidente do PSD Rui Rio.Lusa.Gouveia e Melo afirma que estas foram “eleições legislativas” e ataca sondagens.Pela primeira vez em presidenciais desde o 25 de Abril, o voto nulo superou o voto em branco, numas eleições em que os boletins tiveram o maior número de candidatos de sempre e três nomes que não foram aprovados.No território nacional, registaram-se 64.817 votos nulos e 60.899 votos em branco, que correspondem a um aumento de 62% e 23%, respetivamente, em relação às eleições de 2021, ano da reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa.Nas eleições de 2021, havia sete candidatos (os mesmos que constavam nos boletins de voto) e, no território nacional, os votos nulos representaram 0,94% (39.854 votos), enquanto os brancos foram 1,1% (46.862).Numa verificação das restantes eleições presidenciais, sempre que os votos inválidos eram distinguidos entre votos brancos e nulos, os primeiros foram sempre superiores aos segundos.Lusa.Marques Mendes assume derrota e responsabilidade eleitoral nas Presidenciais.O líder da bancada da Iniciativa Liberal, Mário Amorim Lopes, disse que vai votar António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, justificando esta opção com a “ameaça ao Estado de direito” que o Chega representa.Ressalvando que a sua posição não vincula a Iniciativa Liberal, o também vice-presidente da IL afirmou na RTP que “muitos dos comportamentos do Chega indiciam uma forte ameaça ao Estado de direito” e criticou André Ventura por “invocar três Salazares”.“Sou um grande crítico do Partido Socialista, porque é o maior responsável pelo estado em que o país se encontra”, disse, frisando que nestas eleições “não está em causa a atuação do PS” e que António José Seguro “não é um atentado ao Estado de direito”.Mário Amorim Lopes disse ainda que vota Seguro, apoiado pelo PS, seguindo a sua consciência e “à frente de interesses pessoais e partidários”.Lusa. António José Seguro ganhou entre os concelhos com mais poder de compra e André Ventura nos municípios mais pobres, segundo a análise dos resultados da primeira volta das eleições presidenciais de domingo (18 de janeiro).Entre os concelhos com menor poder de compra 'per capita', André Ventura foi o grande vencedor, ganhando os três concelhos mais pobres, Porto Moniz (29,07%), Ponta do Sol (36,18%), Tabuaço (34,22%).Nesse 'ranking', António José Seguro começou a ganhar apenas a partir do quarto classificado, onde obteve o seu melhor resultado nacional (71,3%), na sua terra natal (Penamacor).Já entre os concelhos com mais poder de compra 'per capita', segundo dados de 2023 do Instituto Nacional de Estatística (INE), Seguro é o principal vencedor, ganhando em Lisboa (35,15%), Porto (33,43%), Oeiras (33,64%) e Sines (36,67%).Nesta lista, o concelho com mais poder de compra ganho por André ventura é o Funchal (30,26%), que está em 13.º lugar, seguindo de Loulé (34,42%), em 14.º.Em Alcoutim e Vinhais, respetivamente os concelhos mais envelhecidos do país (com maior percentagem de pessoas com mais de 65 anos em 2024), ganhou Seguro (40,17% e 37,44%), deixando Ventura por larga margem (18,31% e 25,49%).Já nos mais concelhos mais jovens do país, Ribeira e Grande e Lagoa, nos Açores, o vencedor foi André Ventura (36,5% e 33,44%, respetivamente), sempre seguido por António José Seguro.Se forem contabilizados os concelhos do continente, em Lousada e Paços de Ferreira, António José Seguro foi o vencedor, com 31,85% e 26,73% dos votos, ficando André Ventura em segundo lugar nos dois casos.Nos concelhos com mais densidade populacional do país (Amadora), o vencedor foi António José Seguro (35,39%), que também venceu em Alcoutim, o município com menor densidade populacional.A segunda volta das presidenciais portuguesas vai decorrer em 8 de fevereiro, disputada entre António José Seguro e André Ventura.Lusa.Bom dia,Siga aqui o dia após as eleições de domingo que ditaram uma segunda volta das presidenciais entre António José Seguro, que obteve 31,1%, e André Ventura, que conseguiu 23,5% dos votos. Ao longo do dia, acompanhe as análises e as reações aos resultados das eleições mais concorridas das últimas décadas, assim como o que esperar da segunda volta das presidenciais, marcada para 8 de fevereiro. .Seguro e Ventura passam à segunda volta nas presidenciais mais concorridas das últimas décadas