Mundial 2022

Opinião

Guilherme de Oliveira Martins

A magia de José Ruy

Tenho dificuldade em falar de José Ruy no passado. Apesar dos seus 92 anos, irradiava juventude, sempre a pensar no próximo livro que iria publicar, e que já estava delineado e desenhado na sua cabeça. Se há autor que simboliza hoje em Portugal a Banda Desenhada ou as "histórias de quadradinhos", como preferia designar a 9.ª Arte (a seguir ao cinema e à fotografia e antes dos videojogos), é José Ruy, com mais de oitenta álbuns publicados, entre os quais se destacam as adaptações de obras literárias clássicas como Os Lusíadas, a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, Ubirajara de José de Alencar, O Bobo de Alexandre Herculano, além de diversos outros temas desde a História às biografias, passando pela memória do Diário de Notícias, pelas viagens, como as de Porto Bomvento, ou pelas vidas de Almeida Garrett, João de Deus, Bernardo Santareno, Pero da Covilhã, Pedro Álvares Cabral, Aristides de Sousa Mendes, Leonardo Coimbra, Humberto Delgado, Charlie Chaplin ou Carolina Beatriz Ângelo. E graças ao encontro com um saudoso amigo comum, Amadeu Ferreira, ilustrou a história da língua e do povo mirandês.

Guilherme d'Oliveira Martins

Sebastião Bugalho

Seis meses de Montenegro — otimismo agridoce

Cumpre-se esta semana o primeiro semestre de Luís Montenegro na liderança do PSD. Até 2026, data a que se propõe chegar nos cartazes espalhados pelo país, faltam eleições regionais, europeias, autárquicas, presidenciais e um par de congressos. A ausência de oposição interna, a que se junta o desgaste acentuado do governo, tornam esse objetivo passível de crença. Os primeiros seis meses de Montenegro na direção do seu partido também. Não foram perfeitos, nem apresentaram respostas para os maiores desafios dos próximos quatro anos, mas mostraram um empenho incomum, que rareava no PSD dos anos mais recentes.

Sebastião Bugalho

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Sebastião Bugalho

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Cumpre-se esta semana o primeiro semestre de Luís Montenegro na liderança do PSD. Até 2026, data a que se propõe chegar nos cartazes espalhados pelo país, faltam eleições regionais, europeias, autárquicas, presidenciais e um par de congressos. A ausência de oposição interna, a que se junta o desgaste acentuado do governo, tornam esse objetivo passível de crença. Os primeiros seis meses de Montenegro na direção do seu partido também. Não foram perfeitos, nem apresentaram respostas para os maiores desafios dos próximos quatro anos, mas mostraram um empenho incomum, que rareava no PSD dos anos mais recentes.

Sebastião Bugalho

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