Opinião

Maria da Graça Carvalho

Indústria. Uma resposta tardia e pouco ambiciosa ao plano dos EUA

No passado dia 1 de fevereiro, a Comissão Europeia adotou um documento estratégico, apresentado ao Parlamento e ao Conselho Europeu, onde se propõe delinear "um plano industrial para a era das emissões zero [de CO2]". É uma proposta em linha com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu, e sobretudo uma resposta, algo tardia, à adoção, pelos Estados Unidos, de um ambicioso plano de revitalização da indústria, o Ato de Redução da Inflação (IRA), que tem precisamente na transição ecológica a principal linha de toque da sua estratégia de crescimento.

Maria da Graça Carvalho

Jorge Costa Oliveira

Declínio populacional na China e implicações na sua economia

De acordo com o Gabinete Nacional de Estatísticas da China, em 2022 a população chinesa era de 1411,75 milhões, tendo diminuído em c. 850 000 pessoas. É a maior redução de população chinesa desde o Grande Salto em Frente, que provocou a Grande Fome de 1960-1962 que vitimou >30 milhões de vidas. Em 2022, o número de nascimentos foi de 9,56 milhões e o de mortes de 10,41 milhões, com taxas de natalidade de 6,77‰, de mortalidade de 7,37‰ e de crescimento da população natural de - 0,60‰.

Jorge Costa Oliveira

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Helena Tecedeiro

A bela Gaziantep antes de o sismo tornar o castelo em pó

Dominada pelo castelo, originalmente uma torre de vigia do tempo dos romanos, Gaziantep apresenta ao visitante um emaranhado de ruas onde se sucedem lojas que vendem sapatos, especiarias, objetos de cobre ou a inevitável baklava, o tradicional doce turco feito de massa filo, regado com mel e salpicado de pistácios." Foi assim que em outubro de 2021 descrevi nas páginas do DN a cidade que hoje está nas bocas do mundo pelas mais dramáticas razões. Muitas destas lojas terão desaparecido com o sismo que na segunda-feira abalou o sudeste da Turquia e o nordeste da Síria. E até o castelo de Gaziantep, com os seus mais de dois mil anos de história, deixou de exibir orgulhoso a bandeira turca, para se transformar, em parte, numa ruína.

Helena Tecedeiro

João Melo

Não, não nos resta apenas chorar

O Papa Francisco acaba de realizar uma digressão por vários países africanos, a maioria dos quais, se não todos, assolados com crises e guerras que constituem a principal razão para o estado lamentável em que se encontram. Na República Democrática do Congo (RDC), um dos maiores países católicos do continente, disse ele, depois de ter escutado os relatos de algumas das vítimas do conflito que grassa no leste do país: "Só nos resta chorar, sem quaisquer palavras, permanecendo, pois, em silêncio".

João Melo

Guilherme de Oliveira Martins

Antonio Tabucchi

A palmeira não está lá, mas está a lembrança dela. Naquele pequeno jardim juntaram-se os amigos de Antonio Tabucchi numa destas manhãs de Lisboa, com céu azul, o frio próprio de fevereiro e o calor da memória. E lembrámos, nas proximidades da rua do Monte Olivete, a S. Mamede, alguns passeantes que teríamos gostado de voltar a encontrar por ali, deambulando - além do próprio Antonio, Alexandre O"Neill, José Cardoso Pires, Ruben A. ou Fernando Lopes. E a placa descerrada por Maria José de Lancastre e pelo Presidente do Município ficará a assinalar que aquele espaço invoca a cultura e a literatura, mas também a justiça e a liberdade, num encontro de sonhos e espíritos. E a Presidente da Junta de Freguesia, Carla Madeira, tornou claro o compromisso de que a memória do escritor italiano, europeu, cidadão e homem de cultura, português por escolha do coração, que ali se invoca, continuará a ser referência e exemplo, e motivo para que se não esqueça que não há palavra viva sem partilha de pensamento. "Quem sabe se um romance escrito numa língua que não é a nossa não poderá nascer de uma minúscula palavra que, essa sim, é exclusivamente nossa e não pertence a mais ninguém. Às vezes uma sílaba pode conter o universo". E que melhor referência do que um jardim para representar a cultura, mesmo nestes dias de inverno quando se prepara a renovação da natureza?

Guilherme d'Oliveira Martins

Fórum da Sustentabilidade e Sociedade

Pedro Adão e Silva

"Nós pertencemos a algo porque partilhamos uma cultura"

O conhecimento da nossa identidade cultural é essencial para sentirmos que pertencemos a algo; e, a partir daí, para termos abertura para outras culturas, outros diálogos e sermos peças de uma comunidade mais sustentável. A crença é do ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, que, a propósito dos "Diálogos de Sustentabilidade", fala-nos também sobre a importância do investimento na preservação do património cultural e natural, como elementos cruciais da memória coletiva.

Da Inclusão Social às Comunidades Sustentáveis

Da Inclusão Social às Comunidades Sustentáveis

A quarta conferência da série "Diálogos de Sustentabilidade", que junta as marcas de informação da Global Media Group e a Fundação INATEL, decorreu na Costa da Caparica e foi dedicada ao tema "Inclusão Social". Contou com a participação da secretária de Estado da Igualdade e Migrações, Isabel Almeida Rodrigues, e com o bispo auxiliar de Lisboa, Américo Aguiar. Veja aqui o vídeo que resume o evento. A quinta sessão, sobre "Comunidades Sustentáveis", junta o ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, e o compositor e escritor cabo-verdiano Mário Lúcio, e está marcada para 9 de fevereiro, às 16 horas, em Lisboa. Pode inscrever-se para assistir ao debate na plateia do Teatro da Trindade, ou seguir através a transmissão através das plataformas digitais do JN, DN, TSF e Dinheiro Vivo.

As reações no final do debate sobre Economia Azul

As reações no final do debate sobre Economia Azul

Vejas as reações de Cristina Coelho, coordenadora do Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável e Energia Ambiental, e de Pedro Ponte, administrador do Porto de Setúbal, à terceira conferência da série "Diálogos de Sustentabilidade", que junta as marcas de informação da Global Media Group e a Fundação INATEL. Os "Diálogos" estão inseridos no Fórum de Sustentabilidade e Sociedade, uma iniciativa a que se somam parceiros como a Câmara de Matosinhos, o Grupo Bel, a CGD e a Galp.

Podcasts DN

Tech & Café

João Sousa Guedes, o líder da empresa que já ajudou a levar net a 50 milhões de casas

Ao 16.º episódio o Tech & Café recebe João Sousa Guedes, CEO e fundador da Weezie, empresa portuguesa criadora de software que possibilita a instalação de redes de fibra ótica forma muito mais eficiente. Sedida no Porto, todos os seus clientes são estrangeiros -- e já ajudou a instalar internet em mais de 50 milhões de lares. O próximo passo, os EUA... e o futuro das comunicações. Uma conversa com Filipe Gil e Ricardo Simões Ferreira.

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