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Guilherme de Oliveira Martins

Viva o teatro!

Hesitei ao dar o título à crónica de hoje. Deveria talvez pôr o nome de quem desejo homenagear - o homem do teatro e da cultura, que é João Mota. Mas sei que o próprio é o primeiro a concordar comigo, uma vez que o título que escolhi corresponde à extraordinária causa que ao longo de toda a sua vida abraçou. Quando se celebram os 50 anos do Teatro de Pesquisa "A Comuna", João Mota regressou à representação, em A Casa de Bernarda Alba e todos quantos assistimos a essa estreia memorável, sob a direção de Hugo Franco, sentimos que foi a essência do teatro que aí se viveu. A minha amizade e admiração por João Mota vem de há muito e foi reforçada na Fundação Gulbenkian e na colaboração antiga com o Centro Nacional de Cultura, cuja história tem tudo a ver com o teatro, graças ao encontro mágico entre Fernando Amado e Almada Negreiros, que culminaria na criação do Grupo Fernando Pessoa e no desenvolvimento da Casa da Comédia. É uma história longa e apaixonante que tem a ver com o reconhecimento do teatro e das artes como expressão sublime da cultura e do humanismo.

Guilherme d'Oliveira Martins

João Melo

As eleições no Brasil também nos dizem respeito

É já no próximo domingo, 2 de outubro, que os brasileiros serão chamados às urnas para escolherem o presidente da República, assim como os novos senadores, deputados federais e estaduais e vereadores. A escolha do primeiro é o que mais tem mobilizado a atenção da opinião pública internacional. O facto justifica-se, desde logo, pela importância do Brasil, pois, afinal, trata-se do maior país da América Latina, o maior país de língua portuguesa e uma das principais economias do mundo, fazendo parte do grupo de potências do chamado Sul Global.

João Melo

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