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Jorge Costa Oliveira

A política externa de Putin e a ilusão de uma Grande Rússia

Na senda da "Doutrina Primakov", a política externa russa contemporânea encontra-se consagrada na Conceito de Política Externa da Federação Russa e formalmente centra-se na "defesa dos interesses nacionais da Federação Russa" e na "concretização das suas prioridades estratégicas nacionais". Nos últimos três séculos estas prioridades estratégicas nacionais assentam em três pilares. O primeiro pilar consiste na necessidade sentida pela Rússia de ter profundidade estratégica e zonas-tampão seguras relativamente a potências vizinhas. O segundo pilar da política externa russa tem sido a sua ambição em ser reconhecida como uma grande potência. O terceiro pilar é uma complexa relação de rivalidade cooperante com o Ocidente.

Jorge Costa Oliveira

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Afonso Camões

Igreja, casta pecadora 

Em contexto religioso judaico-cristão, aprende-se na catequese que pecar significa desobedecer ou ignorar a vontade de Deus, transgredir a Lei Divina, os 10 Mandamentos. E sabem-se de cor os pecados capitais que condenam os crentes pecadores aos fogos do inferno: a gula, a avareza, a luxúria, a ira, a inveja, a preguiça e o orgulho. É claro que, por atos ou omissões, nem o mais casto dos mortais se livra de uma pequena transgressão a que a catequese chama de pecado venial, matéria mais leve, mas nem por isso desculpável, a não ser em penitência. O encobrimento, ou ocultação, para além de palavras feias, estão certamente, na escala deste pecado capaz de remissão: não quebra a aliança com Deus, mas enfraquece a caridade, e merece por isso penas purificatórias temporais, como o Purgatório, esse nebuloso lugar onde estacionam as almas que morrem na graça de Deus e na sua amizade, mas ainda são imperfeitas. Logo, precisam de ser purificadas, para merecer o Céu. É da catequese.

Afonso Camões

Pedro Cruz

Minoria absoluta

O povo, ou a "arraia-miúda", que Marcelo desenterrou no discurso do 10 de Junho, tem sempre razão. Quando chamado a votar, escolhe de acordo com um amplo leque de critérios, que vão desde a proximidade ideológica, à "tradição" familiar, a identificação com determinado líder político, a influência de amigos ou de referências próximas. E, claro, vota também com a carteira. E vota em quem acredita que vai ganhar. E vota, muitas vezes, não para premiar um governo, mas para castigar oposições. Nas últimas eleições, claramente, o povo votou para castigar os parceiros do Governo durante quatro anos, e que o deixaram cair nos últimos dois. E, pela quarta vez desde o 25 de Abril, decidiu atribuir maioria absoluta a um só partido.

Pedro Cruz

Podcasts DN

Diálogos - A Saúde e o Futuro

A Saúde e o Futuro 3 - Eliminação da Hepatite C

Em Portugal deverá haver cerca de 40 mil portugueses infetados com o vírus da hepatite C que não sabem que têm a doença. Mas basta uma simples picada no dedo para conhecer o diagnóstico e para garantir o acesso ao tratamento permite salvar vidas, evitar transplantes e devolver a qualidade de vida. No Dia Mundial das Hepatites Virais, que se assinala a 28 de julho, veja ou oiça mais um podcast da série "Diálogos: Saúde e Futuro", que abordará o tema e procurará esclarecer todas as dúvidas sobre estas patologias.

Diálogos - A Saúde e o Futuro

A Saúde e o Futuro 2 - A importância dos ensaios clínicos

Reforçar a capacidade de investigação clínica em Portugal é essencial para que o país seja mais atrativo para receber ensaios clínicos e contribuir para o desenvolvimento de medicamentos inovadores, com impacto positivo na saúde da população e na redução dos custos com a doença no Serviço Nacional de Saúde. A visão de um investigador e de uma das responsáveis pela dinamização da cultura de I&D clínica e científica em território nacional, para ver e ouvir em mais um episódio da série de Podcasts "Diálogos: Saúde e Futuro"., do Diário de Notícias e da TSF.

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