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Jorge Moreira da Silva

Como nos corre a vida?

Nos últimos dias foram divulgados relatórios de várias organizações internacionais que apontam para uma recuperação económica mais lenta do que previsto e para o agravamento de alguns fatores, nomeadamente, o aumento da inflação e a fragilidade das cadeias de valor globais. Mas sendo a economia uma ciência social - que influencia e é influenciada pelo comportamento das pessoas e das organizações - é crucial dedicar alguma atenção às implicações da pandemia no bem-estar social, sob pena de descurarmos o essencial na fase de recuperação económica: as pessoas. Vem isto a propósito de um relatório que o Centro WISE da OCDE publicou, há duas semanas, sobre a evolução do bem-estar nos primeiros quinze meses da pandemia. Algumas das conclusões comprovam o impacto muito significativo da pandemia na forma como vivemos, como trabalhamos e como nos relacionamos:

Jorge Moreira da Silva

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Mikhail Kamynin

Quando a democracia se torna arma de propaganda

No passado dia 26 de novembro os embaixadores da Rússia e da China em Washington publicaram, na revista The National Interest, o artigo de opinião conjunto sobre a iniciativa da chamada "cimeira pela democracia" a realizar-se virtualmente nesta semana. Desta forma as duas grandes potências com o PIB combinado de 16,2 triliões de dólares, ou seja mais de 19% do valor mundial, que têm desenvolvido as relações de parceria estratégia e têm cooperado ativamente tal no formato bilateral, como no âmbito dos organismos multilaterais (ONU, BRICS, Organização de Cooperação de Xangai, diálogo Rússia - India - China), demonstram a sua unidade quanto à avaliação deste projeto controverso de Joe Biden.

Mikhail Kamynin

Sebastião Bugalho

Bob Dole (1923-2021): Já não estamos no Kansas, Dorothy

No final da década de noventa, um conservador americano perdeu a corrida para a presidência e ficou desempregado. Havia deixado o cargo de senador, que fora seu por mais de três décadas, e ficara sem nada que fazer. Antes de decidir avançar com a candidatura, dissera que "ou ia para a Casa Branca ou ia para casa". Os eleitores encaminharam-no para a segunda hipótese. Aos 73 anos, uma proposta invulgar surgiu e uma resposta igualmente excêntrica correspondeu-lhe: Bob Dole, com meio século de vida dedicada ao serviço público, ex-líder da bancada republicana, ex-candidato do partido à Sala Oval e herói da Segunda Guerra seria o rosto da primeira campanha publicitária nos Estados Unidos à miraculosa solução ainda hoje conhecida por Viagra.

Sebastião Bugalho

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O futuro da saúde

José Luis Biscaia

Sistemas e tecnologias de informação – seu papel na mudança

6 semanas, 6 opiniões sobre "O futuro da saúde" Após um ano de pandemia, o que vai ser da saúde em Portugal? Um grupo de personalidades do setor, com assinatura em programas de reformas e a desempenhar cargos dirigentes, quer debater o assunto com a sociedade, porque tem pensamento sobre o que deve ser feito e sobre o papel que cada um de nós deve assumir. Durante seis semanas o DN publicará seis opiniões - a de José Luis Biscaia é a quarta. Os temas vão desde a gestão da saúde à integração dos cuidados, dos sistemas de informação às tecnologias biomédicas, da saúde mental ao envelhecimento.

José Luís Biscaia

Vítor Ramos

Integração e continuidade de cuidados - o papel das pessoas

Quando vários médicos e outros profissionais de saúde, em diferentes serviços e instituições, em momentos diversos, cuidam do mesmo doente, o risco de descontinuidade e de fragmentação de cuidados é muito elevado. O envelhecimento da população e a carga de doença devida à morbilidade crónica múltipla (várias doenças crónicas coexistentes na mesma pessoa), com perdas de funcionalidade e dependência associadas, exigem uma transformação profunda do modelo atual de prestação de cuidados. Assim, a integração e a continuidade de cuidados, a par do acesso, são, talvez, os maiores desafios para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e para os sistemas de saúde em todo o mundo.

Vítor Ramos

Constantino Sakellarides

Gestão da mudança na saúde – aspetos críticos

Após um ano de pandemia o que vai ser da Saúde em Portugal? Um grupo de personalidades do setor, com assinatura em programas de reformas e a desempenhar cargos dirigentes, quer debater o assunto com a sociedade, porque tem pensamento sobre o que deve ser feito e sobre o papel que cada um de nós deve assumir. Durante seis semanas, a partir desta segunda-feira, o DN publicará seis opiniões. Os temas vão desde a gestão da saúde à integração dos cuidados, dos sistemas de informação às tecnologias biomédicas, da saúde mental ao envelhecimento.

Constantino Sakellarides

Evasões