Opinião

Jorge Costa Oliveira

'Smart power' com características chinesas

Em termos de hard power, a China tem, desde logo, o peso da sua economia e a relevância do seu mercado interno. Além disso, a competitividade de bens e serviços das empresas chinesas tem-lhes permitido projetar-se para além das suas fronteiras com grande eficácia, bem como aceder a matérias-primas e outros recursos internacionais. Sem preocupações de condicionar a sua cooperação económica ao respeito por direitos humanos, e trazendo financiamento alinhado, bancos e empresas chinesas penetraram também em quase todos os países em desenvolvimento.

Jorge Costa Oliveira

Mais Opinião

Ana Paula Laborinho

A cultura na recuperação económica

É hoje lançado o relatório "A contribuição da cultura para o desenvolvimento económico na Ibero-América", iniciativa da OEI e da Comissão Económica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Este estudo analisa a importância da cultura e a sua contribuição direta para o desenvolvimento e a melhoria da produtividade. Trata-se do resultado de uma investigação que envolveu quase todos os países da região, incluindo Portugal, em que se apresentam e comparam dados atualizados sobre o setor cultural. Embora pensado antes da pandemia, a elaboração deste trabalho decorreu no período mais dramático e imprevisível da crise sanitária que não deixou imune nenhum setor de atividade. É, porém, reconhecido, que o setor cultural, a par do turismo, foi dos mais afetados, com encerramento de empresas, elevada perda de empregos, em muitos casos substituídos por trabalho informal em áreas muito diferentes.

Ana Paula Laborinho

João Pedro Leitão

Suicídio político ou kamikaze político? Habeas Orçamento!

O PCP está ligado às máquinas a nível nacional e local, diria eu, em estado vegetal, devido às características demográficas, de "quase nula natalidade eleitoral". O seu discurso cristalizado, imutável e petrificado, como nos indicam as mais recentes sondagens em que a nível das legislativas encontram-se com 5,5% das intenções de voto menos 2,7% que em 2015, em que é devorado pelo partido extremista Chega por exemplo, com 7,1%, os "papa migalhas". O Bloco de Esquerda existe nos grandes centros urbanos, evaporando-se fora destes, em que só mesmo com uma lupa se consegue achar, limitando-se à expressão política mediada pela comunicação social. As sondagens "deixam" o bloco de esquerda a "dormir" na mesma "cama" que o Chega, visto que ambos teriam uma intenção de voto idêntica, isto é, 7,1%, o que é um verdadeiro "nightmare" político.

João Pedro Leitão

Pedro Cruz

Agora não dava muito jeito…

Desde 1985 até hoje - antes disso vivemos quase dez anos em PREC - os sucessivos governos, fossem minoritários, maioritários, de coligação ou de entendimentos parlamentares, sempre garantiram a aprovação de orçamentos. Fosse com abstenções táticas, como Marcelo líder do PSD fez nos tempos de Guterres, fosse com o queijo limiano, com a ajuda de deputados eleitos pela Madeira ou, simplesmente, com a formação de maiorias de ocasião, negociadas caso a caso.

Pedro Cruz

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