Revista de imprensa. O milagre de Lisboa, a denúncia sobre líder da PJ e o carro do MAI
O Expresso traz esta sexta-feira uma entrevista ao casal alemão que sobreviveu ao descarrilamento do elevador da Glória, há quase um ano, e que a imprensa apelidou de "milagre de Lisboa". Adrian foi dado como morto pelas autoridades portuguesas, Gülbahar ficou gravemente ferida e o filho Lian, de três anos, ficou nas mãos de um polícia. Dizem que não receberam qualquer contacto das autoridades portuguesas e que vão avançar para tribunal.
Outro destaque do semanário vai para a notícia, já divulgada na véspera, de que o diretor nacional da PJ foi denunciado por abuso de poder e mentir em tribunal. Um assunto que também faz manchete do Correio da Manhã, jornal que também destaca que o Volkswagen Golf GTD conduzido por Luís Neves era do traficante conhecido por ‘Xuxa’. A cedência da viatura ao governante pode ser ilegal, diz.
O Público traz em destaque o caso do elevador da Glória para dizer que tem três arguidos por falhas de segurança: o ex-diretor de manutenção da Carris, a empresa MNTC e um dos seus donos.
Este jornal diz ainda que o “WhatsApp do Governo” custou mais de 600 mil euros, mas o seu uso foi residual e a cibersegurança deixou dúvidas. "Executivo não renovou contrato em 2025 e pode ter Bruxelas à perna", acrescenta.
O Diário de Notícias diz que o Governo está sob pressão dos mercados para cortar na despesa pública. Traz ainda uma entrevista a António Nunes, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, que diz que "ver bombeiros nos semáforos de mão estendida é um sinal de pobreza da nossa democracia".
Por ser sexta-feira, poderá ainda ler os suplemetos de Ecnomia e Desporto, o Dinheiro Vivo e o DN Sport, respetivamente.
O Negócios escreve que a banca tem porta aberta a mais negócio na bolsa. "A oferta de análise financeira aos clientes vai voltar a ser facilitada, enquanto a criação de uma plataforma com todos os instrumentos financeiros europeus vai simplificar a comercialização transfronteiriça", lê-se.
Este jornal conta ainda que a Mota-Engil quer replicar consórcio português para novo aeroporto e travessias do Tejo, nomeadamente a ponte Chelas-Barreiro ou o túnel Algés-Trafaria, tendo por base o agrupamento criado para a alta velocidade.
O Eco mostra como a guerra no Irão afetou as nossas vidas, como quando vamos à bomba de gasolina ou quando pagamos a prestação da casa. em seis gráficos.
