A circulação automóvel encontra-se interdita em várias estradas e ruas do concelho da Mealhada devido “à precipitação intensa, quedas de árvores e outros constrangimentos” associados à depressão Leonardo.Na Mealhada, encontra-se cortada a Estrada Sernadelo/ Antes, Luso e o Túnel Carpinteiros.Já na Pampilhosa, a circulação foi interdita, por questões de segurança, no Túnel da Lagarteira, Rua do Courcoury, Rua do cemitério, Estrada Pampilhosa/Póvoa do Loureiro e na Reta de Larçã.Também na Rua da Várzea, que faz a ligação Pedrulha-Mealhada, a água está a chegar à faixa de rodagem, o que está a condicionar o trânsito.Lusa.As condições atmosféricas causadas pelas constantes tempestades continuam a obrigar ao corte de trânsito na Autoestrada 14 (Coimbra-Figueira da Foz), em três troços, noutros três de Itinerários Complementares (IC), além de múltiplos em 77 estradas nacionais e em 66 municipais.Fonte oficial da GNR disse à agência Lusa que os condicionamentos na A14 localizam-se na saída para Maiorca e nos ‘nós’ de ligação à A17 de Casal do Raposo e Ferrestelo.Há também dois ‘cortes’ no IC9, em Alcobaça e em vale dos Ovos e um no IC1, em Grândola.Além destas ocorrências, verificam-se outros condicionamentos em 77 estradas nacionais, e em 66 estradas municipais, por todo o País, segundo a mesma fonte.Lusa.A circulação automóvel encontra-se cortada na Estrada da Espertina, bem como nos túneis da Marmeleira e da Estrada Nacional (EN) 17, junto à Quinta da Portela, revelou hoje fonte da Câmara Municipal de Coimbra.De acordo com a mesma fonte, o caudal da Ponte do Açude atinge os 1.487 m³ por segundo.Foram também acionados para o Cabouco uma embarcação e um veículo dos Bombeiros Sapadores de Coimbra.Na quarta-feira, a Câmara de Coimbra alertou que se mantém o risco de cheias com afetação das zonas ribeirinhas do rio Mondego.“As equipas de proteção civil, segurança e socorro, bem como os serviços municipais, estão em prontidão no terreno, em ações de prevenção e vigilância”.Lusa.Dez distritos de Portugal continental, a costa norte da Madeira e o Porto Santo estão hoje sob aviso laranja - o segundo mais grave - por causa da agitação marítima, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).De acordo com o IPMA, por causa da agitação marítima estão sob aviso laranja até às 05:00 de domingo os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro, enquanto na costa norte da Madeira e no Porto Santo o aviso vigora até às 15:00 de sexta-feira.Também sob aviso laranja, mas por causa da neve, estão os distritos de Castelo Branco e Guarda, até às 05:00 de domingo. A estes juntam-se os de Viana do Castelo, Vila Real e Braga, entre as 12:00 de sexta-feira e as 06:00 de sábado.O aviso laranja é emitido sempre que existe "situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.Por causa da chuva, o IPMA colocou sob aviso amarelo (o menos grave numa escala de três) 12 distritos, em vigor até às 09:00 de hoje em Castelo Branco, até às 18:00 de hoje em Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Coimbra, Aveiro e Leiria, e até às 15:00 de sábado em Portalegre, Lisboa, Santarém, Setúbal e Beja.Lusa.O mau tempo da madrugada de hoje fez aumentar para 86 mil o número de pessoas sem energia elétrica, segundo a informação divulgada pela E-REDES.Numa informação enviada à Lusa, a E-REDES revelou que, pelas 07:30, nas zonas mais críticas, as avarias decorrentes da depressão Kristin afetavam 76 mil clientes.Segundo a empresa, o distrito mais afetado é o de Leiria, com 57 mil clientes sem luz, seguido de Santarém, com 15 mil, Castelo Branco, com três mil, e Coimbra, com mil clientes ainda sem energia elétrica.Lusa.Novos condicionamentos:Linha do Norte: circulação suspensa entre Alverca e Castanheira, e entre Alfarelos e Coimbra B;Linha da Beira Baixa: circulação suspensa entre Fratel e Sarnadas;Linha de Cascais: interrompida a via A entre Algés e Oeiras. Mantém-se:Linha do Douro: circulação suspensa entre a Régua e o Pocinho;Linha do Oeste: circulação suspensa entre Mafra e Amieira;Linha do Sul: circulação suspensa entre Grândola e Azinheira de Barros..Dezenas de automóveis sofreram hoje danos e outros foram arrastados em Portalegre pela força da água, lama e pedras provenientes da Serra de São Mamede, na sequência da tempestade Leonardo, disse à agência Lusa a presidente do município.De acordo com Fermelinda Carvalho, está “espalhado o caos” numa determinada zona da cidade, nomeadamente entre as avenidas de Santo António (lateral ao hospital), Liberdade e na zona do rossio, onde se registaram inundações e ficou acumulada “muita lama”.“Vieram da serra (água, lama e pedras), que arrastaram carros, isto é o caos”, alertou.. Lusa.Uma casa desabou, desalojando uma pessoa, e outras duas correm esse risco devido ao mau tempo na localidade da Mata, no concelho de Alenquer, disse hoje o presidente da câmara.João Nicolau disse à agência Lusa que “uma casa desabou, estando o desalojado no local a acompanhar os trabalhos e a ser acompanhado pelos serviços municipais de Ação Social e poderá precisar de alojamento temporário”.Outras duas habitações da mesma localidade do distrito de Lisboa correm o mesmo risco, podendo desalojar outras duas pessoas.Segundo o autarca, o Rio de Alenquer não galgou as margens, mas está no seu limite e registaram-se diversas ocorrências relacionadas com desabamento de terras para as estradas.Ainda no distrito de Lisboa, na Lourinhã, o Rio Grande, que atravessa o concelho, não galgou as margens, mas encheu de água diversas ruas do centro da vila e também na localidade do Vimeiro, onde passa um seu afluente, disse o vice-presidente da câmara, António Gomes.“A circulação nas estradas está muito difícil porque as estradas estão muito sujas e temos a Estrada Nacional 361-1, entre Lourinhã e Miragaia, cortada por inundação na freguesia de Miragaia”, acrescentou.Por esse motivo, a Proteção Civil Municipal decidiu hoje de manhã encerrar todas as escolas, “por motivos de segurança”, assim como o Centro de Saúde da Lourinhã, “por motivos de segurança”, é referido em comunicado enviado.Em Torres Vedras, o Rio Sizandro que atravessa a cidade, já galgou as margens dentro da cidade perto do Estádio do Torreense e nas freguesias de Dois Portos e Ponte do Rol, obrigando por prevenção à retirada de 12 pessoas das habitações já na quarta-feira à tarde.No concelho, as escolas também se encontram encerradas e com todas as atividades suspensas.Em comunicado, a autarquia sublinhou que “devido à sucessão de depressões, diversas estradas em todo o concelho estão alagadas e/ou obstruídas devido a inundações ou deslizamentos de terras, provocando grandes condicionantes no trânsito”, motivo pelo qual apela à população para adotar o teletrabalho.Entre as vias cortadas, destacam-se as estradas nacionais 9, entre Torres Vedras e Casalinhos de Alfaiata, 248 entre Caixaria e Ribaldeira, 247 na Escaravilheira, e o nó de acesso à autoestrada A8 junto ao centro comercial.Já no distrito de Leiria, em Alcobaça, o Rio Alcoa “não galgou as margens mas está próximo disse”, existindo inundações sobretudo dentro da cidade e nas localidades de Alfeizerão e São Martinho, afirmou o vice-presidente da câmara, Paulo Mateus.“Foram retiradas pontualmente algumas pessoas de casas nas freguesias rurais”, adiantou, sem precisar.Várias estradas estão cortadas por cheias ou deslizamentos de terras, nomeadamente os acessos à cidade pela Estrada Nacional 8, (Caldas da Rainha - Alcobaça) e pelo IC9.Lusa.A escola das Meãs, em Montemor-o-Velho, vai estar hoje encerrada por motivos de segurança, anunciou aquela Câmara do distrito de Coimbra na sequência do mau tempo.“Por motivos de segurança, a escola das Meãs encontra-se encerrada”, revelou aquela Câmara do Baixo Mondego nas redes sociais, explicando igualmente que a Estrada Nacional 111, em frente aos semáforos das Meãs do Campo, bem como a rua professora Natália Cerveira (em frente à escola) e a rua Manuel Jardim, estão cortadas à circulação rodoviária por motivos de segurança, devido a uma derrocada.“Os serviços de transporte público, em particular as linhas 221 e 220, encontram-se muito condicionados, podendo registar-se atrasos significativos”, disse ainda a autarquia.Lusa.A proteção civil registou 399 ocorrências entre as 00:00 e as 08:00 relacionadas com o mau tempo, a maioria na Grande Lisboa e na Região Oeste, sem vítimas ou desalojados, disse à Lusa Elísio Pereira.“Entre as 00:00 e as 08:00 registámos 399 ocorrências, a maioria na Grande Lisboa e na Região Oeste devido à chuva persistente e forte. Não temos, a esta hora (08:20) conhecimento de que haja vitimas ou desalojados”, adiantou.De acordo com Elísio Pereira, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), das 399 ocorrências registadas, 65 foram na Grande Lisboa e 75 na Região Oeste.Lusa.A subida do caudal do rio Douro, no Porto, “tem-se mantido estável” devido à coordenação com as barragens, mas se a chuva persistir os condicionamentos nas margens serão mais restritivos, avisou o comandante adjunto da Capitania do Douro.Num ponto de situação à agência Lusa, cerca das 07:30, Pedro Cervaens disse que “esta noite a cota do rio atingiu os 5,10 metros”, abaixo da cota maior (5,30) já registada nos dias anteriores, considerando a situação “estável”, mas apelando a “muita cautela e vigilância”.“A coordenação que tem sido feita com as barragens tem sido muito coerente. E as marés, como têm vindo a baixar progressivamente de altura, porque as águas vivas estão a desaparecer aos poucos, acaba por tornar a situação estável. Mas caso a pluviosidade aumente significativamente nestes próximos dias e que a água que aporta às barragens seja superior, se calhar já não se consegue manter este nível”, disse o comandante adjunto da Capitania do Douro.Pedro Cervaens explicou que tem sido feita uma coordenação “muito focada” com a EDP, Agência Portuguesa do Ambiente (APA), comandos regionais de Emergência e Proteção Civil e autoridades locais para avaliar a situação e tomar medidas.“Isto vai continuar a persistir, com as frentes a continuar a entrar no território e, portanto, é importante manter estas medidas de prevenção, comportamentos de prevenção cautelosos. Recomendamos que as pessoas respeitem os condicionamentos que já estão estabelecidos. É possível que seja necessário estabelecer condicionamentos mais restritos caso, efetivamente, aumente a pluviosidade”, concluiu.Lusa.Alfeu Sá Marques, antigo professor da Universidade de Coimbra e ex-presidente das Águas de Coimbra, considera que Portugal está a pagar décadas de erros no ordenamento do território e na gestão dos rios. Aos 72 anos, com larga experiência no estudo do rio Mondego e das cheias em Coimbra, o engenheiro defende que, sem mudanças estruturais, o risco de inundações irá aumentar nas próximas décadas..Especialista alerta: sem ordenamento do território e novas barragens, cheias no Mondego irão agravar-se.A ligação fluvial feita pela Transtejo entre Trafaria, Porto Brandão e Belém está interrompida devido às condições meteorológicas e de mar muito adversas, já depois de ter sido suspensa a ligação Cacilhas - Cais do SodréA informação da empresa, divulgada no ‘site’ pelas 07:04, indica que o serviço está temporariamente interrompido e que não é possível prever a retoma do serviço regular entre estes portos fluviais dos municípios de Almada e Lisboa.A Transtejo já tinha comunicado a interrupção da ligação que também faz entre as estações de Cacilhas (Almada) e Cais do Sodré (Almada), pelos mesmos motivos.A empresa é responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, a Lisboa.Lusa.O galgamento do rio Tejo causou hoje inundações junto às zonas ribeirinhas de Alhandra e Vila Franca de Xira, Lisboa, que levaram à suspensão da Linha ferroviária do Norte, entre Castanheira e Alverca, segundo a proteção civil.Fonte do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa adiantou à Lusa cerca das 07:30 que as inundações não causaram vítimas, nem desalojados.“Por causa das inundações, está suspensa a circulação ferroviária na Linha do Norte, entre Castanheira e Alverca, e a Estrada Nacional (EN) 10, está cortada no sentido sul-norte junto a Vila Franca de Xira”, disse.A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou entre as 00:00 e as 06:30 pelo menos 70 ocorrências relacionadas com o mau tempo, a maioria quedas de árvores e inundações de estruturas ou superfícies.Segundo informação disponível no 'site' da ANEPC às 06:30, a maioria das ocorrências foram registadas na Grande Lisboa, nas regiões Oeste, Lezíria do Tejo, Coimbra e Península de Setúbal,Contactado hoje pela Lusa, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa disse esta madrugada se registaram dezenas de ocorrências relacionadas com os efeitos da passagem da depressão Leonardo, a maioria quedas de árvores e inundações, sem vitimas.Lusa.Um aluimento de terras esta madrugada obrigou ao corte da Estrada Nacional 222 em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, informou o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto.A ocorrência foi registada às 04:33 para um aluimento de terras junto à ponte do rio Inha.Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto indicou à Lusa, cerca da 06:30, que a situação não provocou feridos.A entrada está cortada no sentido Canedo/Lomba, entre Canedo e Lavercos.Lusa. Um total de 89 pessoas foram resgatadas da cheia do rio Sado, em Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, entre quarta-feira e a madrugada de hoje, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil local.“A maré vai subindo devagarinho e agora, nada há a fazer, temos de aguardar que a Natureza vá retirando o caudal do [rio] Sado, sendo que o pico da preia-mar (maré-cheia) estava previsto para as 06:00 horas”, afirmou o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral.Tiago Bugio congratulou-se com o esforço de todo o efetivo empregado, entre bombeiros, militares da GNR e funcionários do município, num total de cerca de 80 elementos, e com o facto de não haver quaisquer feridos.Na quarta-feira à noite, a mesma fonte tinha indicado a necessidade de resgatar 70 pessoas devido a ocorrências relacionadas com inundações, uma vez que o caudal do rio Sado estava a subir "cada vez mais".O comandante Sub-Regional de Emergência e proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, frisou, num balanço pelas 23:15 de hoje, que a situação é "cada vez mais complicada".Tiago Bugio referiu que a subida da água estava a atingir também Grândola e Odemira (Beja).As escolas de Alcácer do Sal vão estar encerradas hoje e sexta-feira, devido ao agravamento das condições meteorológicas, afetando mais de mil alunos, que terão aulas em casa.Lusa.A circulação ferroviária na Linha do Norte, no troço entre a Castanheira do Ribatejo e Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, Lisboa, estava hoje pelas 06:00 suspensa devido a inundações, segundo a CP – Comboios de Portugal.A linha do Norte estava já suspensa também devido a inundações na zona de Alfarelos (Coimbra) para comboios de longo curso, sendo que interrupção afeta igualmente a Linha da Beira Alta e o Ramal de Alfarelos.Na Linha de Cascais, distrito de Lisboa, a circulação entre Algés e Oeiras estava também, pelas 06:00, a ser feita em via única, devido às condições meteorológicas.Lusa.E de repente ficaram a morar numa ilha.A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou entre as 00:00 e as 06:30 pelo menos 70 ocorrências relacionadas com o mau tempo, a maioria quedas de árvores e inundações de estruturas ou superfícies.Segundo informação disponível no 'site' da ANEPC às 06:30, a maioria das ocorrências foram registadas na Grande Lisboa, nas regiões Oeste, Lezíria do Tejo, Coimbra e Península de Setúbal,Contactado hoje pela Lusa, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa disse esta madrugada se registaram dezenas de ocorrências relacionadas com os efeitos da passagem da depressão Leonardo, a maioria quedas de árvores e inundações, sem vitimas.“Não conseguimos contabilizar as ocorrências de momento. Foram dezenas de ocorrências, mas não há registo de vitimas. Tivemos muitas quedas de árvores na Avenida Defensor Chaves e Campo de Ourique por exemplo”, indicou.Também o Comando Sub-Regional da Lezíria do Tejo disse à Lusa ter registado muitas ocorrências, a maioria quedas de árvores e inundações.“Tivemos uma inundação numa habitação em Samora Correia, mas já resolvida, sem vitimas e sem necessidade de realojamento”, disse.Contactado pela Lusa, fonte do Comando Sub-Regional do Oeste deu conta igualmente de dezenas de ocorrência por causa da chuva e vento forte, a maioria inundações e quedas de árvores, sem causar vitimas.Num balanço anterior à Lusa, fonte da ANEPC disse terem sido registadas entre as 00:00 e as 23:00 de quarta-feira 1.790 ocorrências devido ao mau tempo, que afetaram sobretudo as sub-regiões da Grande Lisboa, Setúbal e Oeste.As ocorrências entre as 00:00 e as 23:00 de quarta-feira atingiram sobretudo a Grande Lisboa, com 276, Setúbal (221) e Oeste (220) e as principais situações foram inundações, queda de árvores e movimento de massas.Lusa.A ligação fluvial feita pela Transtejo entre as estações de Cacilhas e o Cais do Sodré está interrompida devido às condições meteorológicas e de mar muito adversas, segundo informação da empresa no seu 'site'."Por motivo de condições meteorológicas e de mar muito adversas, o serviço de transporte encontra-se temporariamente interrompido nesta ligação fluvial", indica a Transtejoi, numa atualização feita pelas 05:48.De acordo com a empresa, não é possível, para já, prever a retoma do serviço regular entre os dois portos fluviais dos municípios de Almada, Setúbal, e de Lisboa.A Transtejo é responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, a Lisboa.Lusa.Bom dia!Acompanhe aqui todas as incidências sobre o mau tempo que assola o país. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) avançou que a depressão Leonardo vai provocar chuva persistente e por vezes forte, passando a aguaceiros na manhã desta quinta-feira, que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada.Prevê-se ainda “queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela, baixando gradualmente a cota para 900 metros” na sexta-feira, “com acumulação nas serras do Norte e Centro”.Quanto ao vento, estão previstas rajadas até 90 km/h, sendo até 110 km/h nas terras altas, diminuindo de intensidade a partir do final desta quinta-feira à tarde e prevendo-se “nova intensificação do vento” a partir da manhã de sábado, em particular na região Sul, adiantou o IPMA..Chuva persistente e por vezes forte até meio da manhã de quinta-feira. 76 mil clientes continuam sem luz