Não, nunca houve umas presidenciais assim.Gronelândia é lateral nas Presidenciais. Seguro e Mendes não atacam Trump. Almirante vê “deriva”. Cotrim e Jorge Pinto querem preparar Portugal. Ventura foi único a não condenar ação na Venezuela.Leia mais em baixo:.Defesa. Ameaças de Trump fazem candidatos presidenciais pedir autonomia europeia.A porta-voz do PAN apoia António José Seguro, a título pessoal. Em entrevista à TSF, Inês Sousa Real lembra que o partido não apoia nenhuma candidato na primeira volta das presidenciais, mas irá fazer um balanço e "se necessário irá apoiar um candidato" na segunda volta."Eu pessoalmente, Inês Sousa Real, decidi que o único candidato que reúne neste momento as condições de salvaguardar a Constituição, de salvaguardar os valores democráticos que queremos acarinhar e preservar e que se apresentou a esta candidatura e até de garantir algum equilíbrio que não existe (...) acho que, neste caso, António José Seguro, é o único candidato que está neste momento em condições de preservar estes valores da nossa Constituição, preservar a defesa dos direitos das mulheres, como é o caso da violência doméstica", disse..Trinta mulheres que trabalharam com Cotrim Figueiredo garantiram hoje, numa carta aberta, que “nunca vivenciaram ou presenciaram comportamentos inadequados” do candidato presidencial, após a acusação de assédio sexual por uma ex-assessora parlamentar da Iniciativa Liberal (IL).“Nenhuma de nós vivenciou ou presenciou comportamentos inadequados nas interações que tivemos, incluindo em contextos de trabalho com várias mulheres na equipa nos quais o ambiente se manteve profissional e respeitador”, afiançaram na missiva, distribuída aos jornalistas.Na segunda-feira, Cotrim Figueiredo frisou que a denúncia de assédio sexual é “absolutamente e completamente falsa” e que vai avançar com uma queixa-crime.O candidato, apoiado pela IL, repetiu, várias vezes, que a denúncia é “completamente falsa”, motivo pelo qual está de “consciência absolutamente tranquila”.. Na carta, as mulheres relataram que, ao longo do período em que trabalharam com o antigo líder da IL, foram sempre tratadas com respeito, profissionalismo e consideração.“O objetivo deste texto é apenas acrescentar ao espaço público um testemunho honesto e coletivo sobre aquilo que conhecemos em primeira mão”, afirmaram.Em sua opinião, a ligeireza com que se colocam em causa a integridade e a reputação de uma pessoa é irresponsável e contribui para um clima de suspeição que não serve a verdade.“Como o silêncio de quem conhece a realidade também pode ser uma forma de injustiça, escolhemos falar”, acrescentaram.Situações desta natureza devem ser analisadas com seriedade, justiça e respeito por todas as partes envolvidas, sublinharam as subscritoras da missiva, concluindo que foi um privilégio trabalhar com Cotrim Figueiredo.Entre as subscritoras da carta estão as apresentadoras de televisão Iva Domingues e Filipa Garnel, as deputadas da IL na Assembleia da República Joana Cordeiro e Angélique Da Teresa e a ex-deputada liberal Patrícia Gilvaz.Lusa.Cotrim nega ter assediado ex-assessora parlamentar da IL. Gouveia e Melo diz que Seguro “nem controlou o PS”.O presidente do PS apoiou esta terça-feira, 13 de janeiro, António José Seguro nas presidenciais e apelou, já na primeira volta, à concentração de votos de quem possa preferir as três candidaturas à sua esquerda ou Gouveia e Melo para defender valores constitucionais.Numa publicação nas redes sociais intitulada “O meu voto em Seguro”, Carlos César refere que não é segredo que “gostaria de ter tido nestas eleições outras opções no quadro do espaço tradicional do centro-esquerda e da esquerda democrática”, mas recordou que fez, a pedido do líder do PS, a resolução de apoio à candidatura de Seguro que foi aprovado na Comissão Nacional de 19 de outubro.“Faço-o com esperança de que aqueles que, preferindo outras candidaturas – como a de Jorge Pinto, Catarina Martins, António Filipe ou mesmo Gouveia e Melo – compreendam que só Seguro poderá tranquilizar, com a sua passagem à segunda volta, os que professam essas áreas políticas diferenciadas e se reúnem no mais essencial da defesa dos nossos valores constitucionais”, apelou. . O presidente do PS refere que estas presidenciais acontecem num ambiente “político nacional muito sensível” e “num contexto especialmente perturbador no plano europeu e internacional”.“Nesse texto, o PS reiterou o seu entendimento sobre as preocupações que mais devem informar o mandato próximo do Presidente da República, designadamente a de contribuir ativamente para ‘o melhor equilíbrio dos interesses sociais, culturais, políticos e partidários múltiplos que coexistem na sociedade portuguesa e suster as tentativas de desvalorização das marcas de Abril no Portugal de hoje e do próximo futuro’”, refere.No final da Comissão Nacional que aprovou, com duas abstenções, o apoio formal do PS a Seguro, Carlos César defendeu para o partido este “é o melhor” candidato presidencial, explicando então que com o apoio aprovado o partido “esgota a sua participação enquanto entidade autónoma” nesta eleição.“A opção que nós temos de fazer é, olhando para os candidatos, saber qual é o melhor. E, para o Partido Socialista, o melhor é o doutor António José Seguro”, defendeu, quando questionado se Seguro era o candidato ideal ou o candidato possível.O presidente do PS defendeu que as eleições são “um ato de liberdade”, sabendo-se que “o Partido Socialista tem preferência por esse candidato”.“A opção do Partido Socialista, como a própria resolução que foi aprovada esclarece com clareza, não impede que os militantes decidam, noutro sentido, se acharem em boa consciência que é essa a decisão que devem tomar”, ressalvou então.Lusa."É inaceitável vivermos num país, no ano de 2026, em que morrem pessoas por falta de socorro", diz Seguro .André Ventura faz tudo para exorcizar os fantasmas de uma segunda volta futura