Hantavírus. Cruzeiro chega na próxima madrugada a Tenerife, português segue viagem até aos Países Baixos

Subiu para seis os casos confirmados. A Oceanwide Expeditions, empresa responsável pelo MV Hondius, afirmou este sábado que "não há pessoas com sintomas a bordo".
Canária se prepara para receber o navio.
Canária se prepara para receber o navio.Foto: EPA/MIGUEL BARRETO

Mulher hospitalizada em Alicante testou negativo para hantavírus

Testou negativo para hantavírus a mulher que se encontra hospitalizada em Alicante, segundo a imprensa espanhola, que cita as autoridade de saúde do país.

A mulher, de 32 anos, foi considerada um caso suspeito depois de ter estado no mesmo voo da mulher que viria a morrer em Joanesburgo, na África do Sul, devido a infeção por hantavírus. Foi hospitalizada devido a sintomas respiratórios ligeiros, principalmente relacionados com tosse, informaram as autoridades de saúde da Comunidade Valenciana.

O teste PCR foi realizado pelo Centro Nacional de Microbiologia, com uma amostra colhida no hospital onde ainda se encontra internada. O protocolo prevê a realização de um segundo teste de diagnóstico após 24 horas.

"Não há pessoas com sintomas a bordo", afirma empresa responsável pelo cruzeiro

A Oceanwide Expeditions, empresa responsável pelo MV Hondius, afirmou este sábado que "não há pessoas com sintomas a bordo". O navio de cruzeiro, onde foi detetado um surto de hantavírus, chega na próxima madrugada a Tenerife, onde vai ser realizada uma operação de desembarque dos passageiros e de alguns membros da tripulação.

"Os passageiros e a tripulação continuam a seguir as orientações do pessoal médico a bordo", referiu a empresa em comunicado. "Esta ação está a ser coordenada pelos quatro profissionais de saúde que embarcaram no navio antes da sua partida de Cabo Verde, no dia 6 de maio", detalhou a Oceanwide Expeditions, dando conta que "o ambiente a bordo mantém-se positivo".

Operação de desembarque será feita sem a presença de trabalhadores do porto de Granadilla, diz Autoridade Portuária de Tenerife

Presidente da Autoridade Portuária de Tenerife afirmou este sábado que "não haverá trabalhadores do porto de Granadilla presentes durante a operação de desembarque" de passageiros e tripulantes do navio de cruzeiro MV Hondius.

"A Guarda Civil e a Saúde Externa são as únicas que estarão no cais. Foram eles que estabeleceram todas as medidas de segurança, explicou Pedro Suárez, citado pelo El País, referindo que a "zona será isolada e não haverá autorização para navegar". "Estamos todos alinhados para que a operação se realize o mais rapidamente possível, para que o navio fique ancorado o menor tempo possível", disse, referindo-se à comunicação com o Governo central, que classificou de "muito boa".

Cidadão português vai seguir viagem a bordo do MV Hondius até aos Países Baixos

O cidadão português que está a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, onde foi detetado um surto de hantavírus, vai prosseguir viagem até aos Países Baixos, depois da operação de desembarque em Tenerife, nas ilhas Canáriass, informaram as autoridades saúde portuguesas.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) disse à Lusa não ter conhecimento de qualquer ocupante do cruzeiro que quisesse ser recebido em Portugal, referindo que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.

A ministra da Saúde espanhola, Mónica García, disse este sábado que, após a operação de desembarque de passageiros e alguns membros da tripulação, "o navio prosseguirá rumo aos Países Baixos, onde se levará a cabo o processo completo de desinfeção”.

Governo espanhol disponibiliza apoio psicológico com atendimento telefónico 24 horas por dia

O Ministério da Saúde de Espanha indicou que será disponibilizado aos passageiros espanhóis um serviço de apoio psicológico.

Contempla atendimento telefónico 24 horas por dia e acompanhamento por um psiquiatra desde o desembarque em Tenerife até à chegada a Madrid, onde vão cumprir um período de quarente num hospital militar, segundo os media espanhóis.

É ainda referido que os passageiros que se encontram a bordo do MV Hondius foram contactados esta manhã por Belén González, comissária da Saúde Mental, do Ministério da Saúde espanhol, para avaliar a situação geral e oferecer apoio psicológico com um atendimento telefónico especializado 24 horas por dia.

Itália informa que tem quatro pessoas sob "vigilância ativa"

O Ministério da Saúde de Itália informou este sábado que tem quatro pessoas sob "vigilância ativa", depois de terem estado no mesmo voo da mulher que viria a morrer em Joanesburgo, na África do Sul, devido a infeção por hantavírus.

De acordo com o governo de Giorgia Meloni, "chegaram à Itália quatro pessoas no voo da KLM com escala em Roma", no qual esteve a mulher que viria a falecer em Joanesburgo.

"Os dados de contacto dos quatro passageiros foram recolhidos" e a informação transmitida às autoridades de quatro regiões italianas "para a ativação de procedimentos de vigilância ativa, seguindo o princípio da máxima cautela", lê-se na nota.

Britânicos do cruzeiro vão ser transportados para um hospital no Reino Unido, onde ficarão em isolamento 

Os passageiros e membros da tripulação britânicos a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius vão ser transportados para o Hospital Arrowe Park, em Wirral, Merseyside, no noroeste de Inglaterra, depois da operação de desembarque em Tenerife, segundo a Sky News.

Os 22 cidadãos britânicos - 19 passageiros e três tripulantes - irão ficar em isolamento na unidade hospital, que foi utilizado para receber pessoas que regressavam da China no início da pandemia de Covid-19 em 2020.

"De acordo com as recomendações da UKHSA [Agência de Serviços de Saúde do Reino Unido], após a chegada, os passageiros serão encaminhados para um local controlado para avaliação clínica e testes. Prevemos que esta estadia inicial seja de até 72 horas", refere um comunicado conjunto de várias entidades do noroeste de Inglaterra.

Na nota é referido que "o risco para a população em geral continua a ser muito baixo".

Sánchez: "Aceitar o pedido da OMS e oferecer um porto seguro é um dever moral e legal"

Após reunião com o diretor-geral da OMS, o primeiro-ministro espanhol afirmou que se trata de um "dever moral e legal" receber no porto de Tenerife o navio de cruzeiro, onde detetado um surto de hantavírus.

"Tive uma reunião com Tedros Adhanom Gebreyesus, antes da chegada do MV Hondius às Canárias. Aceitar o pedido da OMS e oferecer um porto seguro é um dever moral e legal para com os nossos cidadãos, a Europa e o direito internacional”, escreveu Pedro Sánchez numa mensagem publicada nas redes sociais.

Para o chefe de Governo, Espanha "estará sempre do lado daqueles que precisam de ajuda". "Porque há decisões que definem quem somos enquanto sociedade", acrescentou.

Se um passageiro ou membro da tripulação apresentar sintomas", será repatriado num avião com equipamento médico

A diretora de prevenção e preparação para pandemias da OMS, Maria van Kerkhove, informou que se algum passageiro ou membro da tripulação do MV Hondius "apresentar sintomas", será repatriado para o seu país de origem num avião com equipamentos médicos.

"Os restantes passageiros serão repatriados entre domingo e segunda-feira por aviões enviados por cada país”, explicou Van Kerkhove.

A OMS considera que todas as pessoas a bordo do navio de cruzeiro são "contactos de alto risco", pelo que é recomendado a monitorização do estado de saúde de passageiros e tripulantes "até 40 ou 42 dias", após possível contacto com o vírus, disse a responsável.

Maria van Kerkhove reiterou que "o risco para a população em geral é baixo e o risco para a população das Canárias é baixo".

Ministra da Saúde espanhola: Operação "inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes”

A ministra da Saúde espanhola afirmou este sábado que a operação de desembarque e repatriamento de passageiros e de alguns membros da tripulação do MV Hondius é "inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes".

"Teremos de evacuar cidadãos de 23 países. É um orgulho para o nosso país e o nosso Governo que as autoridades internacionais e a OMS tenham confiado em Espanha para esta operação", afirmou Mónica García, referindo que os primeiros a sair da embarcação deverão ser os 14 espanhóis, que depois irão cumprir um período de quarentena num hospital militar de Madrid.

A governante explicou, em conferência de imprensa, que, antes do desembarque, epidemiologistas a bordo e autoridades de saúde no exterior farão “uma avaliação exaustiva das pessoas para confirmar que continuam assintomáticas”. Só depois será levada a cabo a operação de desembarque.

“Todos desembarcarão com máscaras de proteção FP2 como medida preventiva. (...) As equipas sanitárias atuarão de acordo com os protocolos específicos de proteção e utilizarão os devidos equipamentos de proteção individual”, disse.

Mónica García esclareceu que o corpo da terceira vítima mortal do surto de hantavírus, assim como parte da tripulação e a bagagem dos passageiros vão permanecer no MV Hondius. “Não desembarcarão nas Canárias. Permanecerão a bordo. O navio prosseguirá rumo aos Países Baixos, onde se levará a cabo o processo completo de desinfeção”, informou.

"Sei que estão preocupados", mas "o risco para vocês é baixo". Diretor-geral da OMS dirige-se ao povo de Tenerife

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS sentiu necessidade de enviar uma mensagem ao povo de Tenerife, após receios por parte da população em relação à operação de desembarque dos passageiros e de alguns tripulantes do navio de cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus.

"Sei que estão preocupados. Sei que, ao ouvirem a palavra 'surto' ou 'epidemia' e ao verem um navio a aproximar-se das suas costas, ressurgem memórias que nenhum de nós superou completamente. A dor de 2020 ainda é real e não a minimizo em momento algum", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus referindo-se à pandemia de coronavírus.

"Mas preciso que me ouçam com clareza: isto não é mais um caso de Covid-19. O risco atual para a saúde pública decorrente do hantavírus continua a ser baixo. Os meus colegas e eu afirmámos isso sem ambiguidades, e repito-o agora. O vírus a bordo do MV Hondius é a estirpe Andes do hantavírus. É grave. Três pessoas perderam a vida, e o nosso coração está com as suas famílias. O risco para vocês, na vossa vida quotidiana em Tenerife, é baixo. Esta é a avaliação da OMS, e não a fazemos de ânimo leve", sublinhou.

O diretor-geral da OMS reiterou que não há passageiros com sintomas a bordo e afirmou que as "autoridades espanholas prepararam um plano cuidadoso e detalhado" para a operação de desembarque.

Os passageiros e alguns dos elementos da tripulação "serão transportados para terra no porto industrial de Granadilla, longe das zonas residenciais, em veículos selados e escoltados, através de um corredor totalmente isolado, e repatriados diretamente para os seus países de origem. "Vocês não terão contacto com eles, nem as vossas famílias.

Veja a mensagem de Tedros Adhanom Ghebreyesus ao povo de Tenerife:

Diretor-geral da OMS já está em Espanha. "Não há mais pessoas a bordo a apresentar sintomas de hantavírus"

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) já se encontra em Espanha onde vai juntar-se a "altos responsáveis governamentais numa missão a Tenerife para supervisionar o desembarque seguro dos passageiros, tripulantes e especialistas de saúde do navio de cruzeiro MV Hondius".

A informação foi dada pelo próprio Tedros Adhanom Ghebreyesus numa publicação feita este sábado nas redes sociais. O responsável da agência da Saúde da ONU vai coordenar a operação de desembarque do MV Hondius, que está previsto chegar na próxima madrugada a Tenerife.

Tedros Adhanom Ghebreyesus disse estar em "contacto direto" com o capitão do navio de cruzeiro, Jan Dobrogowski, com o médico da OMS, Freddy Banza-Mutoka, que o informou que, "nesta fase, não há mais pessoas a bordo a apresentar sintomas de hantavírus".

"A OMS continua a monitorizar ativamente a situação, a coordenar o apoio e os próximos passos e manterá os Estados-membros e o público informados em conformidade", afirmou o responsável.

"Até ao momento, o risco para a população das Ilhas Canárias e a nível global continua a ser baixo", adiantou.

Governo diz que MV Hondius vai ficar em águas espanholas durante o tempo “mínimo” e “essencial” para o desembarque

Fernando Grande-Marlaska, ministro do Interior espanhol, garantiu que o MV Hondius vai ficar em águas espanholas durante o tempo “mínimo”, “essencial” e “necessário” para o desembarque de passageiros e tripulantes.

O governante explicou, em conferência de imprensa, que "a navegação será proibida num raio de uma milha" náutica do local onde o navio de cruzeiro deverá ancorar, o mesmo acontece no interior do porto de Granadilha, por razões de segurança.

Após a retirada dos passageiros espanhóis, o repatriamento dos restantes cidadãos para os respetivos países, dos quais se incluem alguns membros da tripulação, o navio de cruzeiro segue viagem para os Países Baixos.

De acordo com a ministra da Saúde espanhola, 30 tripulantes irão manter-se a bordo do MV Hondius após a operação de desembarque.

Operação de desembarque dos passageiros do Hondius sem "risco" para a população local, diz ministro espanhol

O ministro do Interior espanhol afirmou este sábado, em conferência de imprensa, que está “tudo pronto" para que o "desembarque dos passageiros e parte da tripulação do navio de cruzeiro" e o respetivo repatriamento decorra "o mais rápido possível e em condições de máxima segurança”.

Fernando Grande-Marlaska explicou que o desembarque será realizado em grupos por nacionalidade dos passageiros, assim que o avião que os vai levar aos respetivos países de origem estiver disponível, segundo refere a imprensa espanhola.

"Só quando o avião estiver pronto para voar para um país específico é que os nacionais desse país serão desembarcados e transportados para lá em meios de transporte do Exército espanhol", detalhou o ministro, vincando que a operação de repatriamento impede "qualquer contacto com a população civil, que não correrá qualquer risco".

Indicou ainda que todas as zonas por onde os passageiros e alguns tripulantes do navio vão passar irão estar "isoladas".

O percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto estará isolado, informaram as autoridades espanholas.

O ministro do Interior e a ministra da Saúde indicaram que o navio de cruzeiro não vai tocar na costa e ficará ancorado, sendo que irão ser usadas lanchas para retirar as pessoas. A retirada de passageiros e de alguns membros da tripulação será feita em pequenos grupos, e por nacionalidades.

O avião da Força Aérea espanhola vai transportar os 14 passageiros espanhóis para o Hospital Gómez Ulla, em Madrid.

O governante informou que já estão programados voos de repatriamento dos passageiros para França, Alemanha, Bélgica, Irlanda e Países Baixos. Em relação aos países que não pertencem à União Europeia (UE), voos de repatriação para o Reino Unido e os Estados Unidos estão também confirmados.

"Para apoiar os países da UE que não têm disponibilidade de meios aéreos, o mecanismo europeu de Proteção civil pôs dois aviões à disposição", adiantou.

De acordo com o jornal El Mundo, a operação de desembarque de passageiros e de parte da tripulação deverá começar por volta do meio-dia de domingo.

Cruzeiro deverá chegar entre as 04h00 e as 06h00 locais de domingo a Tenerife

O Governo espanhol prevê que o navio de cruzeiro, onde foi detetado um surto de hantavírus, deverá chegar a Tenerife nas primeiras horas de domingo.

A previsão aponta para que o navio chegue ao porto de Granadilla entre as 04h00 e as 06h00 locais, informou a ministra da Saúde espanhola, Mónica García e o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, em conferência de imprensa.

Deverá ser feita uma avaliação para verificar que os passageiros não apresentam sintomas. Os 14 cidadãos espanhóis a bordo deverão ser os primeiros a desembarcar, disse a ministra.

Sobe para seis o número de casos confirmados de infeção por hantavírus

A Organização Mundial de Saúde (OMS) adiantou que foram confirmados até ao momento seis casos de hantavírus, de um total de oito casos suspeitos reportados após um surto a bordo de um navio de cruzeiro no oceano Atlântico.

"Até 8 de maio foram notificados oito casos, incluindo três mortes (taxa de letalidade de 38%). Seis casos foram confirmados em laboratório como infeções por hantavírus, todos identificados como causados pelo vírus andino", conhecido por ser transmissível entre humanos, referiu a OMS em comunicado.

Lusa

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Surto de hantavírus. Sobe para seis o número de casos confirmados

Diretor-geral da OMS vai coordenar saída de passageiros do navio com hantavírus

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, desloca-se este sábado às Canárias para coordenar a retirada dos passageiros do paquete afetado pelo hantavírus, esperado no arquipélago espanhol no domingo.

Vai ser acompanhado pelos ministros da Saúde e do Interior de Espanha a um posto de comando em Tenerife, "para assegurar a coordenação entre as administrações, o controlo sanitário e a aplicação dos protocolos de vigilância e intervenção previstos", avançaram fontes do Executivo madrileno.

Mas o risco de uma propagação do hantavirus para a população mundial é "absolutamente fraco", assegurou na sexta-feira a OMS.

Em declarações à comunicação social, em Genebra, o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, disse: "Este é um vírus perigoso, mas apenas para a pessoa infetada. O risco para a população em geral é extremamente fraco".

Exemplificou com os casos de pessoas que estavam nas cabinas ao lado da de uma pessoa infetada que não o foram: "Um contacto estreito significa estar praticamente cara a cara (…) Isto não é um novo covid".   

O vírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados, com frequência através da sua urina, dos seus excrementos e da sua saliva. Mas peritos confirmaram que a variante du vírus detetada no paquete, o hantavirus Andes, é raro e pode transmitir-se de pessoa para pessoa.

Lusa

Acompanhe aqui os principais desenvolvimentos sobre o surto de hantavírus

Bom dia,

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou na noite de sexta-feira, 8 de maio, que subiu para seis o número de casos confirmados de infeção por hantavírus, após a deteção de um surto num navio de cruzeiro.

Está previsto que o MV Hondius chegue na próxima madrugada a Tenerife, onde serão retirados os passageiros que seguem a bordo. De acordo com o El Mundo, não apresentam sintomas.

Os 14 espanhóis que estão no navio irão cumprir um período de quarentena num hospital em Madrid e os cidadãos estrangeiros serão repatriados para os respetivos países.

Siga aqui os principais desenvolvimentos neste sábado (9 de maio) sobre este surto de hantavírus.

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