Senado aprova resolução que pode limitar os poderes de guerra de Trump. Venezuela liberta presos políticos
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Senado aprova resolução que pode limitar os poderes de guerra de Trump. Venezuela liberta presos políticos

Ministro do Interior venezuelano revelou que, durante o ataque, Nicolás Maduro "foi ferido numa perna" e a mulher, Cilia Flores, foi "ferida na cabeça e golpeada no corpo".
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Guterres lamenta retirada dos EUA de várias organizações da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres, lamentou hoje a decisão anunciada pelos Estados Unidos de se retirarem de cerca de 30 organizações das Nações Unidas, incluindo importantes organismos e tratados na área do clima.

O porta-voz do secretário-geral, Stéphane Dujarric, afirmou que Guterres “lamenta o anúncio da Casa Branca” relativo à saída norte-americana, mas garantiu que o sistema da ONU continuará a cumprir os mandatos “com determinação”.

A ONU vai prosseguir o trabalho em áreas como as alterações climáticas, a proteção das crianças contra a violência e a igualdade de género, apesar da decisão de Washington, disse, em conferência de imprensa.

Na quarta-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que determina a retirada dos Estados Unidos de 66 organizações internacionais, cerca de metade das quais afiliadas à ONU.

Entre as entidades abrangidas estão a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, tratado fundamental para os acordos climáticos internacionais, e o Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas, principal autoridade mundial em ciência climática.

A decisão inclui ainda o Fundo das Nações Unidas para a População, a ONU Mulheres e a UNCTAD, agência dedicada ao comércio e ao desenvolvimento.

Questionado sobre as contribuições financeiras norte-americanas, Dujarric lembrou que os EUA não pagaram a quota para o orçamento regular da ONU em 2025 e reduziram o financiamento das operações de manutenção da paz, sublinhando, contudo, que essas contribuições constituem “uma obrigação legal” nos termos da Carta das Nações Unidas.

Cinco espanhóis foram libertados de uma prisão venezuelana

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Espanha confirmou esta quinta-feira que cinco espanhóis foram libertados das prisões da Venezuela, na sequência do anúncio do governo de Delcy Rodríguez da libertação de presos políticos.

Todos eles pretendem viajar para Espanha, de acordo com a embaixada espanhola em Caracas.

"A Groenlândia não está à venda", avisa representante nos EUA

Jacob Isbosethsen, representante da Groenlândia nos EUA, disse esta quinta-feira que não há a intenção de vender o território aos Estados Unidos. “A Groenlândia não está à venda”, disse após uma reunião em Washington em que participaram ainda o embaixador dinamarquês Jesper Moller Sorensen, o senador republicano Roger Wicker e a senadora democrata Jeanne Shaheen.

“O ponto central da nossa discussão é que temos amplas oportunidades para fortalecer nosso relacionamento dentro das estruturas existentes, e pretendemos trabalhar nesse sentido”, disse o embaixador dinamarquês em Washington.

Já Roger Wicker, que preside à Comissão de Serviços Armados do Senado, admitiu que a Dinamarca está no seu direito em recusar negociar a venda daquele território, concordando que os EUA devem concentrar-se em outras “grandes oportunidades” para fortalecer o relacionamento com a Dinamarca e a Groenlândia.

"Existem oportunidades maravilhosas com os minerais críticos, com os desafios que temos no Ártico. Dessa forma podemos atender aos desejos dos americanos por mais segurança", disse o senador republicano.

Trump ataca senadores republicanos que apoiam limites ao seu poder de guerra na Venezuela

Donald Trump criticou duramente os senadores republicanos que viabilizaram a resolução que poderá limitar ações militares dos EUA na Venezuela e pediu aos eleitores que "nunca" os reelejam.

“Os republicanos deviam envergonhar-se dos senadores que votaram com os democratas na tentativa de nos tirar o poder de lutar e defender os Estados Unidos da América”, escreveu o presidente dos EUA na rede social Truth Social, na qual nomeou os senadores Susan Collins, Lisa Murkowski, Rand Paul, Josh Hawley e Todd Young. "Nunca mais deviam ser eleitos para um cargo público", sublinhou Trump, argumentando que esta votação prejudica a segurança nacional e a sua autoridade.

Governo da Venezuela anuncia libertação de um "número significativo" de presos políticos

Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, anunciou esta quinta-feira que o governo decidiu libertar “um número significativo” de presos políticos venezuelanos e estrangeiros, com o objetivo de “contribuir para o esforço de unidade nacional”.

“O governo bolivariano decidiu libertar um número significativo de cidadãos venezuelanos e estrangeiros. Estes processos de libertação ocorrem de forma imediata”, disse Rodríguez numa mensagem de vídeo transmitida pelo canal público de televisão TeleSur, durante o qual diz que se trata de um “gesto do governo com a intenção de alcançar a paz”.

Cinco republicanos juntam-se aos democratas e Senado aprova resolução para limitar os poderes de guerra de Trump na Venezuela

Os senadores democratas e cinco republicanos votaram hoje a favor do avanço da resolução para limitar os poderes de guerra de Donald Trump na Venezuela. Nesse sentido, esta resolução avançará para uma próxima votação para aprovação final, depois de ter sido viabilizada com 52 votos votos a favor e 47 contra.

No entanto, esta proposta tem poucas possibilidades de se tornar lei, uma vez que Trump terá de assiná-la depois de ser aprovada pela Câmara. No entanto, é encarada como uma demonstração de desconforto de alguns republicanos, na sequência da detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelas forças armadas norte-americanas.

Senado dos EUA vai votar medida para limitar os poderes de guerra de Trump na Venezuela

O Senado dos EUA prepara-se para votar uma resolução com o objetivo de limitar os poderes de guerra do presidente Donald Trump na Venezuela.

Segundo declarações do senador Adam Schiff à estação de televisão CNN, os democratas precisam de apenas mais um voto para aprovar essa resolução. “Só precisamos de mais um. Só precisamos de quatro republicanos para aprovar. Será uma declaração muito poderosa”, disse.

“Se não exercermos o poder Executivo nessas circunstâncias, e se assistirmos a novas intervenções militares na Colômbia, no México, na Groenlândia, no Irão, na Nigéria ou em qualquer outro lugar do mundo, o Congresso só terá de culpar-se a si próprio por deixar que esse poder, dado pelos fundadores, seja atrofiado ao ponto de se tornar completamente inutilizado”, sublinhou.

Presidente do México não quer entrar em conflito com os EUA

A presidente mexicana Claudia Sheinbaum afirmou esta quinta-feira não pretende um confronto com os Estados Unidos.

O governo mexicano tem “uma ótima relação com o Comando Norte dos EUA, com as agências americanas, com a própria embaixada dos EUA no México e com as pessoas nos EUA envolvidas na cooperação em segurança”, disse Sheinbaum em conferência de imprensa, na qual deixou claro que o México irá "defender a soberania e o território".

“Somos vizinhos dos Estados Unidos. Somos parceiros comerciais e temos problemas em comum. Eles também precisam lidar com o consumo de drogas, têm de combater os grupos de criminosos nos EUA, que distribuem as drogas, e nós fazemos isso no nosso território”, acrescentou Claudia Sheinbaum.

Presidente da Colômbia convida homóloga interina da Venezuela a visitar Bogotá 

O presidente colombiano Gustavo Petro conversou por telefone com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, e convidou-a a visitar Bogotá, de acordo com uma fonte citada pela CNN.

A visita ainda não tem data marcada, mas a mesma fonte diz que ela poderá acontecer nas próximas semanas.

A confirmar-se, será a primeira viagem de Delcy Rodríguez como presidente interina da Venezuela, representando ainda um sinal de confiança da Colômbia, que é um dos principais parceiros comerciais e diplomáticos dos venezuelanos.

Trump aumenta em 50% orçamento de Defesa dos EUA face a conjuntura "perigosa"

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na quarta-feira, 7 de janeiro, que o orçamento de Defesa norte-americano para 2027 deverá aumentar 50%, atendendo à conjuntura global "turbulenta e perigosa". 

"Após longas e difíceis negociações com senadores, representantes, membros do gabinete e outros líderes políticos, determinei que, para o bem do nosso país, especialmente neste momento tão turbulento e perigoso, o nosso orçamento militar para 2027 deverá ser de 1,5 biliões de dólares, e não de 1 bilião de dólares", afirmou Trump nas redes sociais. 

Para 2025, o Congresso norte-americano destinou aproximadamente 900 mil milhões de dólares para despesas militares, o valor mais elevado do mundo.

Lusa

Presidente alemão acusa EUA de destruir ordem mundial

O presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, criticou duramente a política externa dos EUA e instou o mundo a não deixar que a ordem mundial se desintegre num "covil de ladrões", onde os sem escrúpulos tomam o que querem.

Steinmeier considerou, nestas declarações fortes feitas num simpósio realizado na noite de quarta-feira, que a anexação da Crimeia pela Rússia e a invasão da Ucrânia um ponto de viragem e a atuação dos Estados Unidos uma segunda rutura histórica.

"E depois há a quebra de valores por parte do nosso parceiro mais importante, os EUA, que ajudaram a construir esta ordem mundial", disse, citado pela Reuters. “Trata-se de impedir que o mundo se transforme num covil de ladrões, onde os mais sem escrúpulos levam o que querem, onde regiões ou países inteiros são tratados como propriedade de algumas grandes potências”, acrescentou, defendendo uma intervenção ativa em situações de ameaça e que países como Brasil e Índia devem ser chamados ara proteger a ordem mundial.

Trump diz que supervisão dos EUA pode durar anos. "Vamos reconstruir a Venezuela de forma lucrativa"  

Em entrevista ao The New York Times, o presidente dos EUA admitiu que a supervisão norte-americana sobre a Venezuela pode durar anos e que os Estados Unidos vão reconstruir o país "de uma forma muito lucrativa".

"Só o tempo dirá" quanto tempo irá durar a gestão norte-americana na Venezuela, afirmou. Questionado sobre se seriam três meses, seis meses, um ano ou mais, Donald Trump afirmou: "Eu diria muito mais tempo do que isso".

"Vamos reconstruir a Venezuela de uma forma muito lucrativa", assegurou, referindo que os EUA vão "baixar os preços do petróleo" e que vão dar "dinheiro à Venezuela, que precisa desesperadamente".

Afirmou ainda que os EUA estão a ter uma boa relação com a liderança da presidente interina da Venezuela, Dercy Rodríguez. "Eles estão a tratar-nos com muito respeito, estamos a dar-nos muito bem com a administração que está lá neste momento – estão a dar-nos tudo aquilo que consideramos que é necessário”, referiu.

Trump vai reunir-se com o presidente da Colômbia

O presidente dos EUA anunciou na sua rede social, a Truth Social, que vai encontrar-se com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, com quem teve uma conversa telefónica. Os dois líderes falaram sobre a "situação das drogas e outras divergências" que tiveram, disse Donald Trump.

Após a ação militar dos EUA a Caracas, que resultou na detenção de Nicolás Maduro, Donald Trump ameaçou a Colômbia e referiu-se a Petro como sendo um "homem doente", acusando-o de ter "fábricas de cocaína".

"Agradeço a sua chamada [telefónica] e o seu tom, e estou ansioso por encontrá-lo num futuro próximo", disse o presidente norte-americano.

China critica EUA por interceção de um petroleiro ligado à Rússia e rejeita sanções unilaterais

Pequim denunciou esta quinta-feira, 8 de janeiro, a apreensão por parte dos Estados Unidos de um petroleiro que navegava sob bandeira russa em águas internacionais, classificando a ação como “arbitrária” e uma violação do direito internacional.

A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Mao Ning afirmou que a detenção de navios de outros países em alto-mar “contraria gravemente o direito internacional” e os princípios da Carta das Nações Unidas.

As declarações surgem após a Guarda Costeira dos EUA ter intercetado o petroleiro Marinera – anteriormente conhecido como Bella 1 – no Atlântico Norte, acusando-o de violar o regime de sanções imposto por Washington. Segundo os Estados Unidos, o navio tentava aceder a águas venezuelanas para carregar crude.

Moscovo já qualificou a operação como uma “intercetação ilegal” e exigiu um tratamento “humano e digno” para a tripulação.

Pequim reiterou também a sua oposição às sanções unilaterais impostas por Washington sem respaldo das Nações Unidas, considerando que estas “carecem de base legal”.

Em resposta a notícias sobre um possível agravamento das sanções norte-americanas contra a Rússia – com advertências dirigidas a empresas de países como a China, Índia ou Brasil – Mao Ning sublinhou que a cooperação económica, comercial e energética entre Pequim e Moscovo é “normal” e “não visa terceiros”, pelo que “não deve ser interferida”.

Senado aprova resolução que pode limitar os poderes de guerra de Trump. Venezuela liberta presos políticos
Petróleo: dos barris que Trump diz que o regime venezuelano lhe vai dar ao navio russo apreendido

A apreensão do Marinera insere-se na crescente pressão dos EUA sobre as exportações de petróleo da Rússia e da Venezuela. Washington anunciou recentemente novas medidas para confiscar navios ligados ao comércio de petróleo venezuelano e controlar indefinidamente as receitas associadas.

Segundo órgãos de comunicação norte-americanos, o Marinera fazia parte da chamada “frota fantasma” usada para contornar as sanções ocidentais, o que tem alimentado fricções diplomáticas entre Washington, Moscovo e agora também Pequim.

Lusa

Pelo menos 100 pessoas morreram na sequência do ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que levou à captura do presidente do país, Nicolás Maduro, anunciou o ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello.

"Até agora, até agora, e repito, até agora, há 100 mortos, 100, e um número semelhante de feridos. O ataque contra o nosso país foi terrível", afirmou Cabello na quarta-feira, durante um programa semanal na televisão pública.

"Cilia [Flores, mulher de Maduro] foi ferida na cabeça e golpeada no corpo. O 'irmão' Nicolás foi ferido numa perna. Felizmente, eles estão a recuperar dos ferimentos', acrescentou Cabello.

As forças armadas venezuelanas divulgaram na quarta-feira vários vídeos do funeral dos militares mortos, mostrando dezenas de familiares em lágrimas, caixões cobertos com bandeiras venezuelanas e discursos a elogiar "a coragem, a bravura, a honra e a lealdade" dos militares mortos.

Embora não houvesse um balanço oficial, a AFP noticiou a morte de pelo menos um civil, um miliciano, 23 militares venezuelanos e 32 cubanos.

No domingo, Havana já tinha indicado que 32 militares cubanos, destacados na Venezuela, morreram em "ações de combate" durante o ataque norte-americano.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, explicou nas redes sociais que os militares "cumpriam missões" em Caracas a "pedido de órgãos homólogos desse país", sem mais detalhes.

Fontes venezuelanas, citadas pelo The New York Times, tinham revelado, por sua vez, que morreram 80 pessoas na operação na Venezuela.

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Maduro declara-se “inocente” e “prisioneiro de guerra” no tribunal de Nova Iorque

Caracas denuncia "uma mancha" sem precedentes nos laços com Washington

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou, durante uma cerimónia oficial, que existe "uma mancha" nas relações com os Estados Unidos, desde a captura do presidente Nicolás Maduro pelo exército norte-americano.

"No que diz respeito às relações entre a Venezuela e os Estados Unidos, a primeira coisa a dizer é que há uma mancha nas nossas relações que nunca tinha ocorrido na nossa história", afirmou na quarta-feira à noite Rodríguez, antiga vice-presidente do país, investida na segunda-feira como líder interina.

Rodríguez disse, no entanto, que as trocas comerciais com os Estados Unidos “não têm nada de extraordinário nem irregular”, depois de a petrolífera estatal PDVSA anunciar negociações para vender petróleo bruto aos Estados Unidos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, garantiu que os responsáveis interinos venezuelanos vão entregar aos Estados Unidos "entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo", o equivalente a um a dois meses de produção do país latino-americano.

Na quarta-feira, Washington garantiu que esta transação se inscreve no âmbito de um "acordo histórico" com Caracas, que não se limitará aos milhões de barris mencionados.

Donald Trump afirmou posteriormente nas redes sociais que a parte que a Venezuela receberá "servirá APENAS para comprar produtos norte-americanos", nomeadamente produtos agrícolas e medicamentos.

No discurso na quarta-feira à noite, Delcy Rodríguez declarou: "As nossas mãos estão estendidas a todos os países do mundo, para relações, para cooperação económica, comercial e energética".

Donald Trump impôs sanções ao petróleo venezuelano durante o primeiro mandato, criando uma forma de embargo que os compradores conseguem contornar através do uso de frotas chamadas "fantasmas".

Washington diz estar disposta a levantar essas sanções “de forma seletiva” para poder comercializar o petróleo venezuelano no mercado tradicional de petróleo.

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María Corina Machado luta para não se tornar numa vítima colateral da queda de Maduro

Os Estados Unidos lançaram no sábado um ataque contra a Venezuela para deter o líder venezuelano e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Delcy Rodríguez, vice-presidente executiva de Maduro, assumiu a presidência interina do país com o apoio das Forças Armadas.

Na segunda-feira, Maduro e a mulher prestaram breves declarações num tribunal de Nova Iorque para responder às acusações de tráfico de droga, corrupção e branqueamento de capitais e ambos declararam-se inocentes. A próxima audiência está marcada para 17 de março.

Lusa

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Costa afirma que Gronelândia “pertence ao seu povo” e tem “todo o apoio” da União Europeia
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