A casa de Luís Montenegro em Espinho é o destaque do Expresso desta sexta-feira, 13 de fevereiro. Segundo avança o semanário, depois de ter arquivado um primeiro processo-crime em 2024 sobre a casa do primeiro-ministro relacionado com benefícios fiscais, o DIAP Regional do Porto abriu um novo inquérito já no ano passado para investigar uma alegada discrepância entre o que custou a obra e o que foi emitido em faturas. Os empreiteiros da moradia foram ouvidos pelo Ministério Público em janeiro, diz o jornal. A Procuradoria-Geral da República confirmou ao Expresso "a existência de investigação a correr termos no DIAP Regional do Porto”. Já o primeiro-ministro não respondeu a tempo do fecho da edição.O primeiro inquérito-crime sobre a casa de Montenegro foi arquivado em dezembro de 2024 e tinha como objeto suspeitas de que o também líder do PSD teria obtido benefícios fiscais indevidamente, pelo facto de a obra ter sido classificada como de reabilitação urbana, o que lhe dava direito a descontos no IVA e no IMI. Ao fim de um ano de investigação, o DIAP Regional do Porto concluiu que os benefícios tinham sido atribuídos de forma legítima.No Público lê-se que peritos duvidam que LNEC consiga fazer num ano avaliação de infra-estruturas. Sublinham qualidade dos profissionais do laboratório nacional de engenharia, mas apontam falta de recursos humanos e consideram que só será possível cumprir prazo com recurso a serviços externos.O Nascer do Sol avança que Sócrates continua a receber dinheiro de Santos Silva. Conta que "o empresário comprou há três anos uma vivenda ao primo do antigo primeiro-ministro, que nega o esquema e diz que Santos Silva 'nem um cafezinho' lhe pagou. Um esquema em tudo idêntico ao caso Marquês", lê-se. O jornal diz também que a ministra Maria Lúcia Amaral já tinha apresentado a demissão há uma semana. Montenegro ter-lhe-há pedido para aguardar até que situação acalmasse, mas continuidade tornou-se insustentável.O Jornal de Notícias destaca que, num ano, houve sete mil queixas contra hospitais privados, o que representa uma subida de 14% nas denúncias recebidas face a 2024. O Diário de Notícias diz que Montenegro trabalha com a ministra uma versão mais suave da Lei Laboral. Destaque também para uma reportagem nas freguesias de Colmeias e Memória, que vivem há sem luz e comunicações há mais de duas semanas. "É pior do que a guerra em Angola", dizem..Leia aqui o DN desta sexta-feira, 13 de fevereiro.Leia aqui o DV desta sexta-feira, 13 de fevereiro.O Negócios taz uma reportagem na região centro, devastada pela depressão Kristin. Conta que a Empresa Industrial de Borracha, que emprega 110 trabalhadores na Marinha Grande e fornece grandes multinacionais dos pneus, tem a capacidade de produção limitada a 35%. "A tempestade levou-lhe parte da fábrica, deixando-a a descoberto, mas esperança foi das poucas coisas que não perdeu", lê-se.O Eco explica o que é o novo PPR português, decido ontem em Conselho de Ministros.