A propósito das recentes detenções no âmbito do caso de tortura na esquadra do Rato, em Lisboa, o Público avança que em quatro anos, a PSP e a GNR afastaram 129 agentes e militares. Segundo o jornal, 47 militares da GNR e 82 agentes da PSP foram demitidos ou aposentados compulsivamente entre 2022 e abril deste ano, num somatório que ganhou particular expressão desde que o ex-diretor nacional da PJ, Luís Neves, assumiu funções como ministro da Administração Interna, com 11 agentes afastados entre fevereiro e abril.Também a propósito deste caso, o Correio da Manhã avança que o irmão do cantor Nininho Vaz Maia é visado em várias denúncias de agressões graves a detidos em esquadras da PSP. Mário Vaz Maia, um dos detidos na operação de terça-feira, aparece igualmente em fotografias e vídeos que constam no inquérito-crime da 11.ª secção do DIAP do Ministério Público de Lisboa.O Jornal de Notícias também destaca este caso para dizer que dois chefes da PSP são suspeitos de participar em agressões a imigrantes.O Diário de Notícias escreve que as chefias são o novo foco da investigação mas o destaque da edição desta quinta-feira tem a ver com novo decreto-lei que restringe tarefeiros às urgências e define incompatibilidades..Leia aqui o DN desta quinta-feira, 7 de maio.Também o Expresso destaca este tema. "Cinco meses depois, decreto sobre médicos tarefeiros volta a Conselho de Ministros: depois das dúvidas de Marcelo, a decisão será de Seguro", titula. "Diploma que pretende mudar regras de contratação de médicos anda desde outubro entre o Governo e Belém. Esta quinta-feira volta a Conselho de Ministros, com poucos ajustes em relação à versão que Marcelo tinha devolvido, mas já com valores: as horas extra dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base", escreve.O Negócios diz que os chineses da CTG recuperam em 2027 todo o investimento na EDP. "Basta que a elétrica pague no próximo ano um dividendo de 12 cêntimos para que a China Three Gorges consiga recuperar a totalidade do capital investido ao longo da última década. São pouco mais de 110 milhões de euros", lê-se.O Eco diz que a Linha Rubi do Metro do Porto salta do PRR. “Não sendo possível concluir a expansão da Linha Rubi do Metro do Porto no prazo estipulado no PRR, o projeto sairá do âmbito do Plano“, confirmou ao jornal online fonte oficial do Ministério da Economia e Coesão. “Quanto à possível utilização das verbas, será avaliada em momento oportuno”, acrescentou.