Gonçalo Lopes vai concorrer a um segundo mandato como presidente da Federação Distrital de Leiria do PS nas eleições marcadas para 19 e 20 de junho, anunciou esta quarta-feira, 20 de maio. O socialista foi eleito em 2024 para essa mesma federação e é presidente do município leiriense.Gonçalo Lopes tem sido dos mais críticos quanto à ação do Governo no que toca à atribuição de apoios às regiões afetadas pelas tempestades de janeiro e fevereiro. Tem largo consenso no PS e não se prevê uma candidatura rival à distrital. Já tinha liderado a concelhia antes da Federação, fazendo, assim, o pleno no município.Em comunicado, prioriza a "evolução" quanto ao trabalho realizado durante o primeiro mandato e assume querer "responder aos desafios políticos atuais com um Partido Socialista mais mobilizado, mais próximo e mais ativo na afirmação do distrito de Leiria no plano regional e nacional", pode ler-se no documento.Gonçalo Lopes vai apoiar Tiago Duarte a concorrer à presidência da concelhia de Leiria, atualmente liderada por Anabela Graça. Duarte terá também eleição provável porque a atual presidente da concelhia lhe endossa apoio.Pelo território, como o DN tem noticiado nas últimas semanas, há a intenção de listas consensuais, com trabalho coletivo para soluções nos próprios distritos. Até aqui, pelo que o nosso jornal pôde saber só existe concorrência de listas em Bragança, Vila Real e Viseu, mesmo tendo em conta que o processo autárquico só arrancará, verdadeiramente, em 2028 para as eleições de 2029. Apesar da vitória de Isabel Ferreira, antiga secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, na capital de distrito, Bragança terá luta a três. O PS ganhou Viseu com João Azevedo ainda assim também terá batalha a dois, tal como Vila Real..Bragança, Vila Real e Viseu contrariam pedido de Carneiro e há listas rivais pelas federações.Gonçalo Lopes: “Se isto tivesse sido em Lisboa, não haveria tanta gente a ver o Benfica com aquele entusiasmo”.Gonçalo Lopes: “Tentei dizer ao primeiro-ministro e ao Presidente que Leiria vivia uma guerra e que precisávamos de ‘tropas’"