Donald Trump na conferência de imprensa após incidente.
Donald Trump na conferência de imprensa após incidente.Yuri Gripas / POOL

Seguro, Montenegro e líderes europeus mostram-se solidários com Trump após tiroteio e condenam violência

Dirigentes políticos reagiram ao tiroteio no hotel onde se realizava o Jantar de Correspondentes na Casa Branca que visava a Administração Trump.
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O tiroteio que interrompeu o Jantar dos Correspondentes na Casa Branca este sábado em Washington e que procurou atingir a Administração de Donald Trump foi condenado pelo Presidente da República, António José Seguro, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro. Também os dirigentes da União Europeia mostraram este domingo, 26 de abril, solidariedade para com o presidente dos Estados Unidos.

Numa nota divulgada no site da Presidência da República, António José Seguro sublinhou que "a violência não tem lugar em democracia. Qualquer ataque contra as instituições democráticas ou a liberdade de imprensa merece forte condenação".

Luís Montenegro, na rede social X, condenou "veementemente a tentativa de ataque" contra Donald Trump, acrescentando que "a democracia e quem a defende não podem tolerar ou transigir com violência política".

Na União Europeia, António Costa, presidente do Conselho Europeu, considerou os eventos durante de Trump com a imprensa internacional num hotel em Washington "profundamente perturbadores", e sublinhou que "a violência política não tem lugar na vida pública e deve ser firmemente rejeitada".

A presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, também se pronunciou na rede X, dizendo que tinha falado com o Presidente Donald Trump para expressar a sua solidariedade para com ele e a Primeira-Dama.

"Graças aos serviços de segurança, ninguém ficou gravemente ferido e o polícia ferido está a recuperar. Salientámos que a violência política não tem lugar nas nossas democracias", afirmou.

O incidente, que levou à detenção de Cole Tomas Allen, de 31 anos, também motivou condenação generalizada dos líderes de vários países pelo mundo fora, como do presidente francês, Emmanuel Macron, da primeira-ministra itaiana, Giorgia Meloni, do chefe de Governo de Espanha, Pedro Sánchez, do chanceler alemão, Friedrich Merz, e do primeiro-ministro britânico, Keith Starmer.

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