A operação para o desembarque e repatriamento das pessoas a bordo, inicialmente prevista para começar na segunda-feira, está a ser preparada para acontecer o mais rápida possível e para a eventualidade de a chegada do barco à ilha de Tenerife se adiantar, disse a secretária-geral da proteção civil espanhola.Virigina Barcones precisou que o navio vai fundear dentro do porto de Granadilla e que as pessoas serão retiradas em lanchas e depois transportadas para o aeroporto de Tenerife Sul em autocarros, em meios disponibilizados pelo armador, uma empresa dos Países Baixos.Inicialmente, o objetivo era desembarcar em Tenerife e repatriar a partir desta ilha todos as pessoas que estão no barco, mas deverão, afinal, manter-se no paquete pelo menos 30 tripulantes, que prosseguirão de imediato viagem para levar o "MV Hondius" até aos Países Baixos, disse a diretora da proteção civil espanhola.Segundo Virgina Barcones, esta é a pretensão de Espanha, a que o armador deu resposta positiva, estando a ser ultimadas questões logísticas, como o reabastecimento do navio, para que o "MV Hondius" siga viagem de imediato.Vários países, como Estados Unidos, Reino Unido, França ou Alemanha, informaram já que enviarão aviões a Tenerife para repatriar os respetivos cidadãos que estão no cruzeiro.Dentro do mecanismo europeu de proteção civil foram também já disponibilizados meios aéreos de vários países para o transporte para os locais de residência de passageiros e tripulantes, segundo Virginia Barcones.Os Países Baixos assumirão a responsabilidade de repatriar todos os casos que não tiverem resposta com aviões nacionais ou do mecanismo europeu.Espanha solicitou ao mecanismo europeu de proteção civil a mobilização de aviões ambulância para a eventualidade de à chegada às Canárias haver pessoas com sintomas que precisem de ser transportadas de forma isolada..O navio cruzeiro, onde foram registados casos de hantavírus deverá seguir para os Países Baixos com alguns tripulantes depois de passar pelas Canárias, disse hoje o Governo de Espanha.O paquete saiu na quarta-feira de Cabo Verde, onde esteve de quarentena, e dirige-se agora para as ilhas espanholas das Canárias, o porto mais próximo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou ter todas as condições técnicas para o desembarque e repatriamento em segurança das mais de 140 pessoas de 23 nacionalidades que permanecem no "MV Hondius".Vários países, como Estados Unidos, Reino Unido, França ou Alemanha, informaram já que enviarão aviões a Tenerife para repatriar os respetivos cidadãos que estão no cruzeiro.Os 30 tripulantes do navio deverão manter-se a bordo para prosseguir viagem para levar o "MV Hondius" até aos Países Baixos, disse a diretora da proteção civil espanhola.O paquete está com "boa marcha" e poderá chegar antes do previsto (a noite de sábado para domingo)..Os 14 passageiros espanhóis que seguem a bordo do navio MV Hondius vão ter de passar por um peródo de quarentena de 42 dias no Hospital Central da Defesa Gómez Ulla, em Madrid.Isto se não apresentarem sintomas.Caso surjam sintomas ou os testes que serão realizados durante a quarentena acusem alguma infeção, esse período poderá ser alargado, segundo explicou o delegado de Prevenção do hospital, José García.Também poderá acontecer esse período ser reduzido, caso se determine que não há possibilidade de contágio.Por enquanto, esses 14 cidadãos espanhóis estão assintomáticos, garantiu o secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, acrescentando que a viagem do navio em direção a Tenerife decorre sem incidentes e num ambiente positivo.A ministra da saúde fez uma videochamada para a embarcação em que foi possível verificar que "estão todos bem, a usar máscara e a tomar medidas de higiene respiratória".Os passageiros terão, contudo, manifestado alguma preocupação com o facto de haver alguma apreensão em relação à sua chegada a terras espanholas..O hantavírus causador do surto no cruzeiro MV Hondius só se transmite por contacto muito próximo, incluindo exposição a saliva ou secreções respiratórias quando uma pessoa infetada espirra, tosse ou cospe muito perto de outra, esclareceu hoje a OMS."Por contacto próximo entende-se estar praticamente cara a cara, em proximidade direta, partilhando um espaço muito próximo com possível exposição a saliva ou a secreções ao tossir ou cuspir”, explicou hoje o porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Christian Lindmeier, em conferência de imprensa.O porta-voz sublinhou que houve casos de pessoas que partilharam cabina no barco afetado que ficaram infetadas e outras não, o que demonstra que "o risco real continua a ser muito baixo”."Não é uma nova covid, o risco para a população é absolutamente baixo”, insistiu Lindmeier, indicando que a capacidade de transmissão do hantavírus é inferior à do sarampo, em que partilhar um recinto com um doente implica um maior risco de contágio.De acordo com o mesmo responsável, trata-se de “um vírus perigoso”, mas “unicamente para a pessoa realmente infetada”.Lusa.O secretário de Estado da Saúde espanhol, Javier Padilla, confirmou esta sexta-feira um caso suspeito de hantavírus, que diz respeito a uma mulher que se encontra em Alicante, avança o El País.Viajou no mesmo avião que a mulher que faleceu em Joanesburgo, África do Sul, depois de ter contraído o vírus no navio de cruzeiro MV Hondius, que deverá chegar este domingo a Tenerife. "A mulher relatou sintomas compatíveis com hantavírus, principalmente tosse, mas apresentava um estado geral de bem-estar, enquanto se encontrava na sua residência familiar em Alicante. Contactámos de imediato a Direção-Geral de Saúde Pública de Espanha e, em coordenação com a Secretaria Regional de Saúde de Alicante, providenciámos a sua transferência segura e preventiva para um hospital", onde permanece em isolamento, explicou Padilla. "Uma das ações da equipa de Saúde Pública da Comunidade Valenciana está a começar a contatar as pessoas" com quem a mulher possa ter contactado.De acordo com as autoridades de saúde de Valência, o caso suspeito de hantavírus em Alicante refere-se a uma mulher de 32 anos, que apresenta "sintomatologia respiratória leve".O Ministério da Saúde espanhol informou ainda que uma outra pessoa, que esteve no mesmo voo da mulher que acabou por morrer, esteve uma semana em Barcelona, tendo já regressado ao seu país de origem, África do Sul. Javier Padilla explicou que estão a tentar a contactar as autoridades sul-africanas para tentar perceber se a pessoa apresenta sintomas de infeção por hantavírus. .Dois cidadãos de Ontário e um do Quebeque, no Canadá, estão em isolamento e sob vigilância das autoridades de saúde pública após ter sido detetado um surto de hantavírus detetado no navio de cruzeiro MV Hondius. “Podemos confirmar que dois canadianos que estavam no navio regressaram a casa antes da identificação do surto, juntamente com um canadiano que não estava no navio, mas que estava no mesmo voo e pode ter contactado um indivíduo sintomático”, lê-se na declaração conjunta das ministras canadianas dos Negócios Estrangeiros e da Saúde.“Os três são assintomáticos, receberam orientações para se isolarem e estão a ser monitorizados pelas autoridades locais quanto ao desenvolvimento de sintomas", indicaram as governantes.O cidadão que pode ter contactado um passageiro sintomático durante um voo "não é considerado um contacto próximo de alto risco pela Organização Mundial de Saúde”, adiantaram..A Direção-Geral da Saúde não tem conhecimento de qualquer passageiro do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus que queira ser recebido em Portugal e diz que o repatriamento será feito para os países de residência.Numa resposta a perguntas da Lusa, a DGS sublinha que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.Acrescenta que todos os que estão a bordo do MV Hondius deverão chegar a Tenerife (Espanha) na noite de sábado para domingo e que o repatriamento será coordenado pelas autoridades nacionais, Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa) e Organização Mundial da Saúde (OMS).A DGS diz ainda que se mantém em articulação com as instituições europeias "para acompanhamento, em permanência, da situação" e que a gestão dos passageiros está a ser feita pelo Governo de Espanha.Na quinta-feira, numa nota divulgada no seu site, a DGS informou que o encaminhamento dos passageiros será feito para os respetivos países de residência.As autoridades espanholas disseram na quinta-feira que, no caso de cidadãos da União Europeia (UE), o Governo espanhol, que ativou o mecanismo europeu de proteção civil para esta operação, vai propor a cada Estado-membro que faça a repatriação dos seus cidadãos nacionais.Se for preciso, por impossibilidade de algum Estado, a Comissão Europeia assumirá a transferência, acrescentaram.Quanto às pessoas de países fora da UE, estão ainda a decorrer contactos e reuniões através do Ministério dos Negócios Estrangeiros “para coordenar” os repatriamentos, informou o Ministério da Administração Interna espanhol, numa informação enviada aos jornalistas.A secretária-geral da Proteção Civil de Espanha, Virginia Barcones, disse na quinta-feira que, tanto no caso de países europeus como de outros de fora da União Europeia que por algum motivo não enviem aviões próprios, os Países Baixos assumirão os repatriamentos, sobretudo da tripulação do navio, que tem bandeira neerlandesa.A menos que tenham sintomas de doença, todas as pessoas serão repatriadas a partir das Canárias e só sairão do barco quando os aviões em que serão transportadas já estiveram no aeroporto, para que possam entrar de imediato nas aeronaves.Numa nota divulgada na quinta-feira à tarde, a DGS disse que, face à evidência atual e, à data, avalia o risco para residentes em Portugal como muito baixo, não se esperando transmissão generalizada.Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, na quinta-feira, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse que o Governo português e a DGS estão a receber informação "hora a hora".A governante recordou que a Organização Mundial da Saúde e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) referem que o risco para a população em geral de “disseminação do surto do navio cruzeiro Hondius é muito baixo”.“Todas as autoridades de saúde estão em contacto e isso é permanente”, assegurou a ministra.Lusa.A ministra da Saúde espanhola afirmou esta sexta-feira que as autoridades sanitárias vão realizar em Tenerife uma "avaliação epidemiológica no navio antes da evacuação e repatriamento", apesar de afirmar que "todos os passageiros saíram de Cabo Verde assintomáticos". Em entrevista à Rádio Nacional de Espanha, Mónica García afirmou que os passageiros estrangeiros serão repatriados para os seus países, "caso não necessitem de cuidados médicos urgentes", seguindo os protocolos internacionais e as medidas de prevenção sanitária. Os "protocolos internacionais e garantias de saúde pública" estão "em pleno vigor", sublinhou, nas redes sociais, Mónica García..Nenhum dos 14 passageiros espanhóis se opôs à quarentena voluntária, que será aplicada depois do navio de cruzeiro chegar a Tenerife, para minimizar o risco de propagação do hantavírus, informou o Ministério da Saúde de Espanha. A informação foi dada pelo secretário de Estado da Saúde em entrevista ao programa "La hora de la 1", da TVE . De acordo com Javier Padilla, os passageiros espanhóis vão receber um documento que confirma a disponibilidade para cumprir a quarentena no Hospital Gómez Ulla, em Madrid, por um período ainda a determinar, indica o El País.Está previsto que o navio de cruzeiro MV Hondius chegue a Tenerife no domingo..O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA classificou o surto de hantavírus como uma resposta de emergência de "nível 3", o mais baixo, avançou a ABC News.O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que foi informado sobre os casos de hantavírus, indicando que a situação continua "controlada"."Esperamos que esteja muito bem controlada. Foi o navio, e penso que faremos um relatório completo sobre isso amanhã", disse, na quinta-feira, Trump aos jornalistas em Washington. "Temos muitas pessoas pessoas excelentes a estudar o assunto. Esperamos que tudo corra bem", afirmou..A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou esta sexta-feira que a assistente de bordo da KLM testou negativo para infeção por hantavírus, noticia a Reuters.Foi internada num hospital em Amesterdão com sinais de uma possível infeção, depois de ter estado em contacto com uma mulher que morreu infetada com hantavírus em Joanesburgo, na África do Sul. .A Agência de Serviços de Saúde do Reino Unido (UKHSA, na sigla em inglês) revelou esta sexta-feira um novo caso suspeito de hantavírus num cidadão britânico.Segundo a UKHSA, o novo caso suspeito foi reportado na ilha de Tristão da Cunha, no Atlântico Sul, onde os passageiros do navio de cruzeiro MV Hondius desembarcaram no mês passado.Recorde-se que há dois casos confirmados de hantavírus em dois britânicos, um está internado na África do Sul e o outro nos Países Baixos.Há ainda dois passageiros do MV Hondius que regressaram ao Reino Unido e estão atualmente em isolamento domiciliário, não tendo apresentado sintomas. "Nenhum dos cidadãos britânicos a bordo apresenta sintomas neste momento, mas estão a ser monitorizados de perto", informou a UKHSA. .Os responsáveis da Saúde das várias províncias da Argentina reuniram-se com as autoridades sanitárias nacionais para coordenar a vigilância epidemiológica do hantavírus, na sequência do surto da doença num cruzeiro que partiu do país.Segundo fontes oficiais, na reunião de quinta-feira foram apresentadas informações atualizadas sobre o surto detetado no MV Hondius após o navio ter partido do porto argentino de Ushuaia, na província meridional de Terra do Fogo.No encontro, as autoridades nacionais informaram que, por enquanto, não é possível confirmar a origem do contágio.De qualquer forma, indicaram que o teste realizado a um dos passageiros do cruzeiro que entrou na África do Sul permitiu identificar que a variante do hantavírus corresponde à estirpe Andes, com presença nas províncias argentinas meridionais de Chubut, Río Negro e Neuquén, e no sul do Chile."Atualmente, estão a ser realizados novos estudos para determinar a sua possível origem geográfica e a sua relação com outras estirpes envolvidas na transmissão de pessoa para pessoa", informou o Ministério da Saúde argentino, num comunicado.Na reunião, foram também apresentadas informações sobre o percurso realizado por várias regiões da Argentina, do Chile e do Uruguai, entre o final de novembro e o momento em que embarcaram no cruzeiro, pelo casal holandês que foi o primeiro a apresentar sintomas da doença e cujos membros vieram a falecer posteriormente.O Ministério da Saúde argentino reiterou às províncias a necessidade de intensificar a vigilância epidemiológica e de sensibilizar as equipas de saúde para melhorar a suspeita e a deteção de casos perante sintomas compatíveis com a doença, da qual foram detetados 42 casos de contágio até ao momento em 2026.Lusa.Hantavírus. “Se fosse em Portugal, Madeira e Açores tinham condições para que o navio atracasse”, defende Filipe Froes.Bom dia,Siga aqui as notícias sobre o surto de hantavírus detetado no navio de cruzeiro Hondius. "Até momento, foram reportados oito casos, incluindo três mortes", sendo que "cinco dos oito casos foram confirmados como hantavírus e os outros três são suspeitos", indicou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus."Embora se trate de um incidente grave, a OMS avalia o risco para a saúde pública como baixo", afirmou o responsável..Cinco casos de hantavírus no navio de cruzeiro. OMS garante que não é o início de epidemia ou pandemia