A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, apresentou a demissão do seu governo ao rei esta quarta-feira, 25 de março, depois de a sua coligação de três partidos ter ganho por uma curta margem nas eleições gerais de terça-feira, dependendo d'Os Moderados (centro) para alcançar uma maioria.Os partidos devem iniciar negociações para determinar se o próximo governo será formado por Frederiksen ou por outro líder partidário. A agência Reuters antecia que esse processo será lento e difícil.A coligação de esquerda da primeira-ministra social-democrata, Mette Frederiksen, ganhou as eleições legislativas dinamarquesas com 48% dos votos, dependendo dos centristas Os Moderados para alcançar uma maioria.O resultado das eleições - em que o SD de Mette Frederiksen perdeu terreno em comparação com o escrutínio de 2022, bem como os seus parceiros no governo anterior - já fazia anteciar um futuro incerto para Mette Frederiksen.Nem o bloco de esquerda nem o de direita conquistaram a maioria no parlamento, o que deixou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Lars Løkke Rasmussen, antigo primeiro-ministro, numa posição favorável para o cargo..Esquerda vence eleições dinamarquesas sem maioria e depende de centristas.Frederiksen à espera que a crise com a Gronelândia lhe dê um novo mandato na Dinamarca