O mau tempo continua a dominar a imprensa, com o Público a dizer esta segunda-feira, 2 de fevereiro, que nos últimos dois dias as barragens libertaram água que equivale ao consumo da área metropolitana de Lisboa em três anos. Foram 500 milhões de metros cúbicos.Destaque ainda para os apoios anunciados por Luís Montenegro para a reconstrução após a passagem da depressão Kristin e para o prolongamento da situação de calamidade até dia 8.É este, aliás, o assuno em destaque no Jornal de Notícias: "Apoio de 10 mil euros para quem ficou com a casa destruída pela tempestade", titula. No Correio da Manhã lê-se o mesmo, mas o destaque vai sobretudo para o assassinato de uma agente imobiliária da Lourinhã. "Atraída para a morte e enterrada na areia", lê-se. Segundo o jornal, o homicida da filha da atriz Delfina Cruz foi apanhado através de vidiovigilância.O Diário de Notícias, destaque para uma reportagem na região devastada pela depressão Kristin, em que se acredita que “O Estado é capaz de ajudar alguma coisa, mas deve ser só aos ricos”, e para uma entrevista à presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, que reconhece que "a ideia de que o Governo tem de vir a correr nem sempre faz muito sentido”..Leia aqui o DN desta segunda-feira, 2 de fevereiro.O Negócios diz que a venda de casas quadriplica receita de IMT numa década e que adjudicações de 36 mil milhões à CRRC na China travam linha Violeta do Metro de Lisboa.O Eco traz um especial sobre os fundos nacionais que mais brilharam no último ano.