O Público avança esta terça-feira, que a maioria das agressões a profissionais de Saúde e Educação acaba em arquivamento. O jornal conta que, de acordo com dados do Ministério Público, 81% dos inquéritos sobre crimes em ambiente escolar e em serviços de saúde terminaram arquivados em 2024, o que representa um agravamento face a 2021, e que, e sentido inverso, a taxa de acusação diminuiu significativamnete de 13,78% em 2021 para 7,37% em 2024.O jornal conta ainda que nos maiores hospitais do SNS, só o Santo António paga ao coordenador da equipa de cirurgia adicional. De “consciência tranquila”, Eurico Castro Alves diz que teria ganhado muito mais como cirurgião.No Jornal de Notícias lê-se que o Norte tem quase metade das novas casas do País e que o município de Gaia liderou em 2025, registando 7255 transações de imóveis, mais 11% do que em 2024.O Correio da Manhã destaca que os restaurantes estão em guerra com o Banco de Portugal. Os empresários dizem que os números não refletem a realidade, alertam que o aumento dos custos esmagou a margem de lucro e que há uma necessidade urgente de liquidez. Governando Álvaro Santos Pereira nega crise e o setor revolta-se.O Diário de Notícias traz uma sondagem segundo a qual dois terços do eleitorado AD reprovam medidas do Governo para aliviar subida de preços. Destaca ainda que o negócio de manutenção da TAP arrefece às prtas da privatização..Leia aqui o DN desta terça-feira, 21 de abril.O Negócios escreve que a Casais passa os mil milhões e reestrutura grupo com criação de quatro SGPS, cada uma com o seu CEO, para as áreas da construção, indústria, imobiliário e capital. O Eco revela que a EY e ligação familiar condicionam nova administradora da Autoridade de Supervisão dos Seguros e Fundos de Pensões. Carla Sá Pereira, nova administradora do regulador dos seguros, é casada com diretor de supervisão comportamental. Explicações sobre passagem pela EY também não esclareceram totalmente o Parlamento.