O Público avança esta quarta-feira que os ex-chefes militares arrasam a proposta da AD para as Forças Armadas. Em causa está a recomedação ao Governo para que crie um programa de voluntariado “cívico-militar” para atrair jovens para as Forças Armadas, com uma retribuição única de 439 euros e a possibilidade de tirar a carta de condução gratuitamente.Para Gouveia e Melo e outros ex-chefes militares não é desta forma que se resolve o problema da falta de efetivos. Este jornal destaca ainda a detenção de mais agentes da PSP no âmbito do caso de alegadas torturas em esquadras de Lisboa: são agora 24 os polícias detidos.O Observador avança que entre os novos 15 detidos está Mário Vaz Maia, irmão do cantor Nininho Vaz Maia.Também no Correio da Manhã é este o tema em destaque, acrescentando que são 70 os envolvidos no inquérito-crime aberto às alegações de tortura e violação, e que corresponde aos agentes, membros de grupos de trocas de mensagens nas aplicações Whatsapp e Telegram, que foram apontados como autores dos crimes de ofensas à integridade física qualificada, mas também como espectadores, e até incentivadores dos crimes graves. No Jornal de Notícias o destaque vai para os seguros para animais domésticos, que, segundo avança, estão a aumentar à boleia da longevidade e custos com saúde. As apólices variam entre os dez e os 30 euros por mês.O Diário de Notícias avança que a vidiovigilância vai duplicar em Lisboa, com mais 118 câmaras para atingir um total de 251..Leia aqui o DN desta quarta-feira, 6 de maio.No Negócios o destaque vai para o facto de o Governo anunciar que vai avançar com taxa extra sobre as energéticas. "Joaquim Miranda Sarmento vai replicar a medida tomada pelo anterior Executivo, em 2022, embora prometa 'calibrá-la e melhorá-la'. Empresas de energia criticam, deixando alertas para os riscos", escreve.O Expresso diz que o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais chumbou a lei do Governo para expulsão de estrangeiros. "Tribunais ficariam enterrados em ações para evitar expulsões imediatas". alertam