Revista de imprensa. Fundo para catástrofes e sismos avança, indemnizações podem chegar aos 500 milhões
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Revista de imprensa. Fundo para catástrofes e sismos avança, indemnizações podem chegar aos 500 milhões

Leia os destaques da imprensa desta quinta-feira, 5 de fevereiro.
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O mau tempo não dá tréguas e o efeito do comboio de tempestades que tem assolado o país domina a atualidade, bem patente nas primeiras páginas dos jornais. O Público avança que o Governo avança este ano com a criação de fundo para catástrofes e sismos. Em entrevista feita em parceria com a Renascença, o ministro das Finanças, Miranda Sarmento, garante que os apoios diretos à população e a empresas até dez mil euros vão ser acelerados, após o Presidente da República ter pedido mais rapidez. O Jornal de Notícias destaca que, após a tempestade, vem a ameaça das cheias. O Correio da Manhã diz que o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna fez campanha partidária no dia da tragédia. Em causa ter anunciado candidaura a distrital na tarde em que o Paós mais sofria com. atempestade. O Diário de Notícias destaca a situação na Azambuja, com uma reportagem junto de famílias que viram as suas casas a ficar como que numa ilha.

Revista de imprensa. Fundo para catástrofes e sismos avança, indemnizações podem chegar aos 500 milhões
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 5 de fevereiro

Ao Expresso e ao Negócios, as seguradoras admitem que indemnizações da depressão Kristin podem chegar aos 500 milhões de euros, enquanto Eco diz que o setor da construção à espera de indicações da Estrutura de Missão para pôr mãos à obra.

Além do mau tempo, no DN avançamos que mais de mil médicos e enfermeiros do SNS reformaram-se em 2025 e trazemos uma sondagem para as presidenciais, segundo a qual António José Seuro vence com 65,4% a André Ventura, que fica nos 30,3%.

O JN diz que a venda de automóveis usados bate recoress à boleia das importações; e o Público destaca a contraproposta da UGT ao pacote laboral do Governo: quer semana de 35 horas, 25 dias de férias e compensação maior nos despedimentos.

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