Revista de imprensa. Bloqueio a museu do 25 de Abril e perda da nacionalidade no Constitucional
O Público desta sexa-feira destaca que o PS volta a enviar perda da nacionalidade aprovada à direita para o Constitucional. O jornal explica que os socialistas mantêm reservas quanto ao aditamento ao código penal sobre a perda da nacionalidade.
Nesta edição lê-se ainda que Governo propõe que cônjuges de herdeiros também possam forçar venda de imóveis indivisos.
No Expresso lê-se que o Governo bloqueia criação do museu do 25 de Abril. O Executivo não cedeu o espaço que estava previsto para a instalação do projeto, nem libertou o financiamento. “Vejo este impasse com muita preocupação”, disse ao semanário a comissária executiva das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Maria Inácia Rezola.
O Jornal de Notícias avança que a fortuna dos mais ricos sobe e a classe média perde força. "Portugal tem um retrato brutal de desigualdade. 1% concentra quase um quarto do património, enquanto metade da população sobrevive. A riqueza dispara no topo enquanto a maioria empobrece", diz.
O Correio da Manhã destaca a história de uma idosa que viver dois anos de terror e morreu à fome. O filho e a nora foram agora condenados a 22 e 20 anos de cadeia, respetivamente.
No Diário de Notícias o destaque vai para um barómetro que coloca PS à frente do PSD e Chega nas intenções de voto.
À sexta-feira, o DN traz ainda os suplementos de Economia e Desporto, o Dinheiro Vivo e o DN Sport, respetivamnete.
O Negócios conta que a Navigator conta reaver 4,3 milhões de euros das tarifas de Trump. "Após as decisões judiciais nos EUA que consideraram ilegais as tarifas comerciais impostas em 2025, o grupo português prevê ser ressarcido. No entanto, diz que o processo de reembolso encontra‑se ainda em curso e que desconhece o momento do recebimento", conta.
O Eco avança que a Nos cria empresa para apostar na área de segurança e defesa. Segundo o jornal online, o grupo liderado por Miguel Almeida criou recentemente uma empresa dedicada a esta área e tem vindo a envolver-se cada vez mais em parcerias com outras entidades da defesa, bem como a participar em encontros internacionais, pelo menos um deles no âmbito da NATO.
