Revista de imprensa. Balanços, recomeços e resiliência quando passa uma semana da passagem da Kristin
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Revista de imprensa. Balanços, recomeços e resiliência quando passa uma semana da passagem da Kristin

Leia os destaques da imprensa desta quarta-feira, 4 de fevereiro.
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A imprensa desta quarta-feira, 4 de fevereiro, assinala que foi há uma semana que a depressão Kristin passou pelo centro do País, deixando um rasto de destruição. O Público diz que a indústria de Leiria recomeça lentamente a mexer-se. "Entre a destruição, ainda sem água, energia da rede ou telecomunicações, há empresas que tentam retomar trabalho, seja com geradores que começam a chegar ou com a energia que arranca a conta-gotas", lê-se. O Jornal de Notícias realça que populações de Leiria continuam sem luz e sem água, enquanto o Correio da Manhã diz que a Proteção Civil ignora os militares nesta tragédia, assinalado a demora em convocar tropas para o terreno. O Diário de Notícias diz que a tormenta pode cortar crescimento da economia para metade já em 2026 e conversa com o espacialista João Joanaz de Melo, que diz que "falar em recuperação de solos é falar de um horizonte de séculos".

Revista de imprensa. Balanços, recomeços e resiliência quando passa uma semana da passagem da Kristin
Leia aqui o DN desta quarta-feira, 4 de fevereiro

Ainda sobre a depressão Kristin, o Eco tenta responder se esta vai fazer abrandar o crescimento e afetar as contas públicas. "Centro e Oeste e Vale do Tejo representam 20% da economia. Paragem na produção causa preocupação, mas economistas acreditam que PIB resiste. Controlo da despesa é receita para atingir excedente", lê-se.

Tal como no DN - que avança as conclusões de um relatório da DGS sobre cancro, segundo o qual Portugal reduz mortalidade e aumenta sobrevivência após cinco anos de diagnóstico - o Público traz dados desde relatório, dizendo que os custos dos medicamentos oncológicos nos hospitais do SNS sobem 74% em cinco anos.

Este jornal traz ainda uma sondagem, feita em parceria com a RTP, segundo a qual António José Seguro perde embalo, mas segue muito à frente de André Ventura na corrida à presidência. O primeiro está com 67% e o segundo com 33.

O JN destaca também que o mais recente relatório de auditoria e controlo do Ministério Público ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) dá conta de falhas no sistema de fiscalização de casos de corrupção, fraude, duplo financiamento e conflitos de interesses. 

O Negócios diz que os dividendos da Galp são dos mais protegidos contra queda do preço do petróleo. "Num cenário de descida dos preços do barril, as petrolíferas poderão cortar na remuneração acionista. Com os analistas a preverem um aumento do montante para recompra de ações a partir de 2027, a Galp poderá passar à margem desta tendência", lê-se.

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