Revista de imprensa. A fuga ao fisco no arrendamento, o debate e o adeus a Fernando Mamede
O debate de terça-feira entre os candidatos presidenciais que vão à segunda volta, a 8 de fevereiro, está em destaque na imprensa desta quarta-feira, 28 de janeiro, dia em que o Jornal de Notícias escreve que mais de dois milhões de casas arrendadas fogem aos impostos.
Segundo este jornal, os contratos não declarados ao Fisco correspondem a 60% das habitações negociadas entre senhorios e inquilinos.
O Público diz que registar trabalhadores domésticos valeu 109 euros por contribuinte. Foram cerca de 48 mil aqueles que beneficiaram pela primeira vez de incentino no IRS com a despesa por trabalho doméstico.
O Correio da Manhã avança que "o Tribunal da Relação do Porto considera que a mãe de Manuel Serrão não provou ter um alegado crédito de quase 2,5 milhões de euros sobre a Selectiva Moda - Associação de Promoção de Salões Internacionais de Moda, da qual o filho foi dirigente".
O Diário de Notícias destaca que o INEM realizou 277 partos em situação de emergência em 2025.
O Negócios diz que as empresas veem no acordo da União Europeia com a Índia um “marco muito relevante” para a Europa e Portugal. Indústria automóvel, agroalimentar – incluindo vinhos e azeite - e de tecnologia estão entre as que mais terão a ganhar.
Este mesmo tema está em destaque no Eco, que titula que o acordo com Índia abre mercado de “enorme dimensão e potencial” às empresas portuguesas.
Nos desportivos, antecipa-se a Champions, mas também algum destaque para a morte de Fernando Mamede, ex-recordista mundial dos 10 mil metros.
