Revista de imprensa. A ausência de sucessor para Luís Neves na PJ e conversas violentas de alunos no WhatsApp
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Revista de imprensa. A ausência de sucessor para Luís Neves na PJ e conversas violentas de alunos no WhatsApp

Leia os destaques da imprensa desta terça-feira, 17 de março.
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A falta de sucessor de Luís Neves na direção geral da Polícia Judiciária é o tema em destaque na edição online do Expresso desta terça-feira, 17 de março. Foi a 21 de fevereiro que foi anunciado que iria substituir Maria Lúcia Amaral no Ministério da Administração Interna e até agora ainda não foi incicado ninguém para o cargo que ocupava, o que, de acordo com o jornal, está a causar "perplexidade" e "preocupação" na PJ.

No Público lê-se que a PJ já abiu quase 1400 inquéritos por extorsão sexual nos últimos dois anos. A maioria das vítimas são homens.

O Jornal de Notícias escreve que a venda de casas em leilão caiu para metade nos últimos sete anos. De acordo com o diário, a redução foi mais acentuada nos bancos devido ao recuo do créduto malparado.

O Correio da Manhã destaca que cinco ministros - do Trabalho, Economia, Assuntos Parlamentares, Justiça e Defesa - estão obrigados a revelar lista de clientes de empresas à Entidade para a Transparência. A obrigação destes governantes entregarem estes dados é a consequência imediata de o Tribunal Constitucional ter chumbado o recurso do primeiro-ministro contra relativamente à Spinumviva.

A CNN Portugal avança que conversas violentas num grupo de WhatsApp deixam comunidade escolar de Oeiras preocupada. Em causa estão as conversas de cariz violento - "Tu ficaste de trazer as armas” e "Eu levo as facas", por exemplo - e fotografias de professores retiradas do Teams que foram tricadas num grupo com dezenas de alunos da escola Secundáia Quinta do Marquês.

No Diário de Notícias o destaque vai para o preço dos transportes públicos em Lisboa, que é dos mais elevados em relação ao rendimento. Além disso, pode ler que a ULS Lisboa Ocidental exige nacionalidade portuguesa em concursos de recrutamento, uma prática que advogados dizem ser ilegal.

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Leia aqui o DN desta terça-feira, 17 de março

O Negócios escreve que a REN antecipa fatura de energia a subir à boleia dos combustíveis. "O CEO da REN diz que a escalada nos mercados energéticos deverá refletir-se nos preços do gás e da eletricidade. Rodrigo Costa afirma que Portugal está hoje mais bem preparado do que em 2022 para enfrentar choques energéticos, com reservas de gás para cerca de 30 dias, mas defende a diversificação do abastecimento e a redução da dependência dos combustíveis fósseis", lê-se.

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