PJ liberta vítima de rapto e extorsão. Três suspeitos detidos em flagrante ficam em prisão preventiva
Sete horas depois de ter sido comunicado um rapto, a Polícia Judiciária (PJ) conseguiu libertar a vítima e deter, em "flagrante delito", três homens, cidadãos estrangeiros, com idades entre os 24 e os 44 anos.
Os suspeitos, que estão "fortemente indiciados pela prática dos crimes de rapto e extorsão", ficaram em prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa, informou esta quinta-feira, 5 de novembro, a PJ.
Explica a polícia de investigação criminal, em comunicado, que as diligências tiveram início no domingo, 1 de novembro, pelas 14h30, após a comunicação de que estava a decorrer um rapto, "cuja vítima seria um cidadão da mesma nacionalidade dos suspeitos".
"Na origem dos factos terá estado a cobrança coerciva de uma alegada dívida, tendo a vítima sido privada da sua liberdade como forma de pressão desta e dos seus familiares, para a obtenção do pagamento", indica a PJ.
No mesmo dia, na sequência das diligências dos inspetores, foi possível, pelas 21h30, "localizar e libertar a vítima, que se encontrava ainda na presença de três dos presumíveis autores, os quais foram detidos em flagrante delito", descrevem as autoridades.
A PJ refere ainda na nota que a investigação vai prosseguir, "com vista ao integral esclarecimento dos factos e à identificação de outros eventuais intervenientes na ação criminosa".

