Jogador ergueu o troféu espanhol como vencedor em 2010.
Jogador ergueu o troféu espanhol como vencedor em 2010.Foto: DR

Capdevila faz apelo após ser impedido de entrar nos EUA para assistir à final do Mundial. "Preciso de ajuda, Donald Trump!"

Campeão por Espanha, no Mundial de 2010, Capdevila preparava-se para viajar com os filhos aos EUA, mas viu o seu pedido de visto ser negado. Acredita que foi por ter jogado no Irão há 10 anos.
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O antigo internacional espanhol Joan Capdevila preparava-se para ir com os filhos até aos Estados Unidos, para assistirem à final do Mundial, entre Espanha e Argentina, mas viu o seu visto ser negado pelas autoridades norte-americanas. Recorreu às redes sociais para pedir ao presidente dos EUA que desbloqueie a situação.

"Preciso de ajuda, Donald Trump! Acabei de ser informado que não posso viajar para assistir à final com os meus filhos porque foi negado o ESTA", lê-se na mensagem de Capdevila, referindo-se à sigla em inglês para o Sistema Eletrónico de Autorização de Viagem.

Campeão de Espanha, no Mundial 2010, o ex-jogador, que já vestiu a camisola do Benfica, disse à rádio COPE que terá sido impedido de entrar nos EUA por ter participado num jogo no Irão há 10 anos.

"Alguém me pode ajudar com isto? Nem imaginam a alegria que me dava poder estar lá com todos os meus colegas de 2010 e com esta equipa para os apoiar", lê-se na mensagem. "Não consigo acreditar que não me deixem entrar nos EUA e que vá perder um momento destes com os meus filhos, que gostam tanto de futebol", reforçou Capdevila que identificou o Ministério da Educação espanhola

Sem perder a esperança de assistir ao vivo, com os filhos, à final do Mundial, no MetLife Stadium, entre Espanha e Argentina, agendada para domingo, às 20h00 (hora em Lisboa), o ex-jogador voltou a apelar: "Se alguém souber como resolver isto, ficarei eternamente grato".

De acordo com a BBC, Capdevila enviou igualmente uma mensagem ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Também o árbitro da Somália, Omar Artan, viu a sua entrada nos EUA ser negada. Estava na lista de árbitros do Mundial 2026. As autoridades norte-americanas justificaram a decisão com alegadas ligações de Artan a indivíduos suspeitos de pertencerem a organizações terroristas.

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