Revista de imprensa. Saída de Ronaldo da Seleção e subida dos preços da gás e luz em destaque
Nesta quinta-feira, primeiro dia de outubro, a maioria dos jornais generalistas dá destaque na primeira página à saída de Cristiano Ronaldo do estágio da Seleção Nacional, em conflito com o selecionador Jorge Jesus.
No Público, a manchete destaca a subida das pensões mais baixas em 2027 para valores acima da taxa de inflação, uma medida que deverá abranger 90% das reformas.
O Diário de Notícias destaca em manchete a exigência dos pacientes da clínica de fertilidade Ovom de terem o seu dinheiro de volta, após ter declarado falência. Em baixo, o DN também nota a subida do preço do gás no mercado regulado, que deverá piorar.
E a subida no custo de vida é também manchete no Correio da Manhã, que fala num "aumento brutal", com agravamento nos juros da habitação, na subida da conta da luz e, também, nos preços do gás.
O Jornal de Notícias também destaca a convulsão social que se faz sentir em vésperas de aprovação do Orçamento do Estado, notando que há oito greves marcadas até ao fim do mês. Sobre o caso Cristiano Ronaldo, o jornal noticia que a decisão de abandono não é só do estágio, mas sim da seleção em si e de forma "irreversível".
No Observador, a notícia em manchete é o fim de Ronaldo na Seleção, contando toda a história do início do conflito com Jorge Jesus. No site do semanário Expresso, há destaque para uma entrevista ao chefe do Estado-Maior da Armada, Jorge Nobre de Sousa, que avisou para os riscos da IA no campo de batalha.
Olhando para os económicos, o Jornal de Negócios destaca o risco da norma que está na base da aplicação do IMI aos parques eólicos ser declarada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional, seguido de uma nota também sobre a subida dos preços da luz e do gás.
O Jornal Económico destaca a queda no índice de negócios de venda de alimentos, a primeira desde dezembro de 2023 e sublinha que o PS se vai abster na votação do Orçamento do Estado, algo que deverá significar a aprovação da medida.
O Eco tem em manchete uma notícia sobre o fim do terceiro trimestre "de choques", com incertezas sobre a guerra do Irão e o efeito nos custos energéticos e na inflação e sobre a inteligência artificial.
