Revista de imprensa. A subida de Portugal no rating da dívida pública e o recuo histórico na aprendizagem
Em dia de moção de censura apresentada pelo Chega ao Governo, o jornal Público faz manchete com a classificação da dívida pública de Portugal, destacando o facto de, pela primeira vez em mais de uma década, estar acima de Espanha (89,7% contra 100,7%), na classificação de uma uma das principais agências de rating mundiais. A Fitch Ratings elevou o rating de Portugal de “A” para “A+”.
No Negócios, a informação sobre as instruções da Autoridade Tributária para a aplicação da taxa agravada de IMT prevista para contribuintes não residentes na compra de habitação.
O Jornal de Notícias destaca caso do grupo criminoso que atacava dependências bancárias com recurso a carros TVDE e vestuário de estafetas de plataformas de comida para ocultar identidade: roubou mais de 900 mil euros de bancos e enviou dinheiro para o Brasil. E sem esquecer a morte de Nuno Cardoso - Um Autarca que marcou a vida do Porto.
Já o Correio da Manhã conta que um cliente se queixou de ter ficado sem 22 mil euros depois de uma noite de diversão numa casa noturna de Lisboa. O empresário disse só ter percebido o valor gasto no dia a seguir quando verificou a conta bancária e recorreu aos tribunais, acusando três mulheres de o terem enganado. E ainda o facto do desempenho dos estudantes portugueses ter piorado, com Portugal a registar quase duas décadas nas aprendizagens, segundo os dados oficiais do PISA divulgados pela OCDE.
O Diário de Notícias faz manchete com as críticas dos agricultores ao Governo. O aumento do custo dos combustíveis está a lastrar a atividade dos agricultores portugueses e a falta de apoios públicos está a levar ao desespero de muitos. Ao DN, o secretário-geral da CAP, Luís Mira, diz: “Parece que a AD está a castigar o setor agrícola”.
O Observador noticia que a Holding de Amancio Ortega informou que já alienou 91,7 milhões de ações da REN à Parpública, após verificação da condição do contrato que era o visto prévio do Tribunal de Contas, e sem revelar o preço.
O jornal Eco conta como as empresas pedem ao Governo medidas estruturais para ajudar a lidar com escalada dos preços dos combustíveis, que segundo algumas Confederações já ameaça as margens da indústria, em áreas como Transportes, Logística e Agricultura.
