O Reino Unido vai organizar uma reunião com líderes internacionais para "avaliar todas as medidas diplomáticas e políticas viáveis" para reabrir a navegação marítima pelo Estreito de Ormuz, anunciou hoje o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Numa conferência de imprensa em Londres sobre o conflito no Médio oriente, Starmer revelou que a reunião terá lugar no final desta semana, sem especificar o dia, local ou formato, e que será presidida pela ministra dos Negócios Estrangeiros, Yvette Cooper."A forma mais eficaz de combater o aumento do custo de vida no Reino Unido é pressionar para que haja um desagravamento da tensão no Médio Oriente e a reabertura do Estreito de Ormuz, que constitui uma via de abastecimento energético tão crítica. Para tal, estamos a explorar todas as vias diplomáticas ao nosso alcance", vincou. Starmer referiu que 35 países, entre os quais Portugal, subscreveram uma declaração a pedir uma moratória nos ataques a infraestruturas civis e energéticas e a disponibilizar-se para "contribuir para os esforços destinados a garantir a passagem segura" pelo Estreito de Ormuz. A reunião vai "juntar esses países pela primeira vez, onde avaliaremos todas as medidas diplomáticas e políticas viáveis que podemos tomar para restaurar a liberdade de navegação, garantir a segurança dos navios de carga e dos marítimos e retomar o transporte de mercadorias essenciais.""Na sequência dessa reunião, iremos também convocar os nossos responsáveis pelo planeamento militar para analisar como podemos mobilizar as nossas capacidades e tornar o estreito acessível e seguro após o fim dos combates", acrescentou.Starmer admitiu que "não vai ser fácil" porque "o principal desafio que enfrentam não é o dos seguros, mas sim o da segurança e da proteção da navegação". "A verdade é que precisamos de tudo isto em conjunto. Uma frente unida com força militar e atividade diplomática, uma parceria com a indústria, para que também eles possam mobilizar-se, assim que os combates cessarem. E, acima de tudo, uma liderança clara e serena", enfatizou.Lusa.Preços do gás natural e do Brent caem 5% em dia de discurso de Trump sobre a guerra no Irão.O Exército israelita anunciou esta quarta-feira a morte de um comandante do Hezbollah num ataque a Beirute, capital do Líbano.Trata-se de Hajj Yusuf Ismail Hashem, um "comandante sénior" da Frente Sul do Hezbollah, "uma figura central na organização terrorista", que foi morto num ataque da Marinha israelita, segundo o Times of Israel, que cita as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês)."Durante anos, e particularmente nos últimos tempos, Hashem liderou e conduziu milhares de planos de ataques terroristas contra civis israelitas e soldados das IDF”, indicou o Exército, em comunicado. A morte de Hajj Yusuf Ismail Hashem "representa um golpe significativo na capacidade do Hezbollah de realizar operações terroristas contra civis israelitas”, afirmaram ainda as IDF..Em reação às mais recentes declarações de Donald Trump, que disse estar a considerar retirar os EUA da NATO, o primeiro-ministro britânico afirmou que a aliança militar é a "mais eficaz que o mundo já viu". "Manteve-nos seguros durante muitas décadas", destacou.Keir Starmer afirmou que o "interesse nacional" dos britânicos está em primeiro lugar e que o Reino Unido mantém-se fora da guerra contra o Irão, levada a cabo pelos EUA e Israel, de acordo com os media britânicos. "Continuaremos a defender o interesse nacional britânico e a fazer o que for necessário para guiar o nosso país com serenidade através desta tempestade", declarou Starmer em conferência de imprensa. O Reino Unido está “totalmente comprometido com a NATO”, assegurou.Sem se referir a Donald Trump, disse ainda: "independentemente da pressão sobre mim e sobre os outros, independentemente do ruído, agirei no interesse nacional britânico em todas as decisões que tomar”."Esta não é a nossa guerra e não nos deixamos arrastar para ela", sublinhou..O presidente norte-americano está a considerar seriamente retirar os EUA da NATO, alegando a falta de apoio dos países aliados na operação desencadeada em conjunto com Israel contra o Irão, nomeadamente os esforços das forças norte-americanas na reabertura do estreito de Ormuz. A posição de Trump foi dada a conhecer numa entrevista ao jornal The Telegraph, na qual referiu-se à Aliança Atlântica como sendo um “tigre de papel”. A possibilidade de os EUA saírem da NATO, revelada por Trump, surge depois de países membros da aliança militar terem recusado participar nos esforços das forças norte-americanas na reabertura do estreito de Ormuz, importante rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. "Além de não estarem presentes, era realmente difícil de acreditar (...). Acho simplesmente que deveria ser automático", afirmou Trump, referindo o apoio dos EUA em relação à guerra na Ucrânia."Temos estado lá automaticamente, incluindo a Ucrânia. A Ucrânia não era problema nosso. Foi um teste, e estivemos lá por eles, e teríamos estado sempre lá por eles. Eles não estiveram lá por nós", lamentou.Questionado pelo Telegraph se reconsideraria a presença dos EUA na NATO após a guerra contra o Irão, Trump respondeu: “Ah, sim, diria que é algo que não há como reconsiderar…""Nunca me deixei influenciar pela NATO. Sempre soube que era um tigre de papel, e Putin também sabe disso, aliás", disse.De referir que o presidente norte-americano vai fazer uma declaração ao país esta noite (madrugada em Lisboa) sobre o conflito no Médio Oriente..O presidente russo Vladimir Putin propôs hoje a criação de uma nova arquitetura global de logística e rotas comerciais face à guerra no Médio Oriente e o bloqueio do estreito de Ormuz."A Rússia pode oferecer ao Mundo tais soluções e desempenhar um papel importante na formação de uma nova arquitetura global de logística e comércio internacional em geral", declarou, numa mensagem dirigida aos participantes num fórum de transportes, em São Petersburgo.Putin considerou que muitos países e empresas estão a reavaliar o custo e a duração dos transportes de mercadorias devido ao impacto da situação no Irão, em guerra com vizinhos, Estados Unidos e Israel, após os ataques destes dois últimos, em 28 de fevereiro.“A segurança e a estabilidade das rotas de transporte menos afetadas por crises, conflitos armados e outros riscos externos estão a tornar-se um fator decisivo”, afirmou, acrescentando que as rotas logísticas russas “podem ser benéficas para os seus parceiros, tanto economicamente, graças à redução do tempo de trânsito, como na diversificação dos fluxos de transporte globais”.Para o líder russo, o desafio de longo prazo é alcançar “uma verdadeira revolução tecnológica no setor dos transportes e da logística” através da aplicação de soluções de tecnologias de informação e de inteligência artificial.“Devemos ter em consideração os processos em curso e avaliá-los com décadas de antecedência. Isso envolve o desenvolvimento dos corredores logísticos mais importantes com base em tecnologias qualitativamente novas e, sem dúvida, a implementação de meios de transporte de última geração”, disse.Putin focou particularmente o potencial das tecnologias robóticas e automáticas, que estão já a substituir processos de rotina em aeroportos e terminais ferroviários, armazéns e centros logísticos.Lusa.O Qatar informou esta quarta-feira que um petroleiro foi atingido por um míssil iraniano nas suas águas territoriais.O Ministério da Defesa do Qatar diz que "três mísseis de cruzeiro" foram lançados a partir do Irão" disse o Ministério da Defesa do país, em comunicado, citado pela imprensa internacional.As forças armadas do Qatar "intercetaram dois dos mísseis de cruzeiro, enquanto o terceiro atingiu um petroleiro fretado para a QatarEnergy em águas territoriais do Qatar", refere o governo."Foram estabelecidas ações de coordenação com as autoridades competentes para evacuar o petroleiro, que tinha 21 tripulantes a bordo, sem vítimas", informou Ministério da Defesa.A QatarEnergy detalhou que o navio Aqua 1 foi atingido por mísseis nas primeiras horas da manhã, em águas territoriais do norte do Qatar."Nenhum dos tripulantes a bordo ficou ferido" e não foi registado impacto ambiental na sequência do ataque, disse a empresa estatal do Qatar. .O Exército israelita disse ter "eliminado" responsável da Força Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária, no Líbano, na região de Mahallat, no Irão. Trata-se de Mahdi Vafaei, chefe do Departamento de Engenharia do Corpo da Força Quds no Líbano, segundo informaram esta quarta-feira as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês)."Vafaei impulsionou projectos subterrâneos no Líbano e na Síria, liderando os esforços para estabelecer e gerir infraestruturas terroristas subterrâneas para o Hezbollah e o regime de Assad", referem as IDF numa nota publicada nas redes sociais..A China anunciou que vai reforçar a “coordenação estratégica” com o Paquistão sobre a crise no Irão, defendendo diálogo e um cessar-fogo, durante uma visita do chefe da diplomacia paquistanesa a Pequim.O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, reuniu-se com o homólogo paquistanês, Ishaq Dar, na terça-feira, para discutir formas de reduzir as tensões regionais e lançar uma iniciativa conjunta de cinco pontos destinada a restaurar a estabilidade no Golfo Pérsico e no Médio Oriente.O plano inclui um apelo a um cessar-fogo imediato, à suspensão de ataques contra civis e infraestruturas críticas – como instalações energéticas e de dessalinização – e à reabertura do Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio global de energia.A via marítima tem sido afetada por um bloqueio de facto por parte de Teerão, em resposta a ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel iniciados a 28 de fevereiro, que perturbaram cadeias de abastecimento e os mercados petrolíferos.Segundo o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi sublinhou que um cessar-fogo é essencial para evitar a propagação do conflito, reduzir vítimas e garantir a segurança das cadeias globais de energia.“A China está disposta a trabalhar com o Paquistão para ultrapassar dificuldades, eliminar interferências, travar o conflito o mais rapidamente possível e abrir uma janela para negociações de paz”, afirmou.Ishaq Dar agradeceu o apoio chinês aos esforços de mediação de Islamabade, salientando que o conflito está a afetar de forma particular os países em desenvolvimento.“Alcançar a paz é uma causa justa e uma prioridade urgente”, declarou, reafirmando a disponibilidade do Paquistão para aprofundar a cooperação com Pequim e promover o diálogo entre as partes.Lusa.Encruzilhada de pressões para os EUA prosseguirem ou terminarem a guerra.Um ataque de drones iranianos, contra tanques de combustível no Aeroporto Internacional do Kuwait, provocou um incêndio, informou hoje a autoridade de aviação civil do país."O Aeroporto Internacional do Kuwait foi alvo de ataques flagrantes com drones, lançados pelo Irão e pelas fações armadas que apoia", disse o porta-voz da Autoridade de Aviação Civil, Abdullah Al-Rajhi."Os tanques de armazenamento de combustível... foram alvejados, provocando um grande incêndio no local", acrescentou Al-Rajhi, citado pela agência de notícias estatal Kuna.Não há registo de vítimas, acrescentou a agência.Desde o início dos ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irão, a 28 de fevereiro, Teerão tem respondido com ataques contra alvos militares e estratégicos em diversos países aliados de Washington no Médio Oriente.Na terça-feira, o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, insistiu que Teerão está a atacar apenas as forças norte-americanas na região."As nossas operações visam agressores inimigos que não têm qualquer respeito pelos árabes ou iranianos, nem podem proporcionar qualquer segurança", escreveu o chefe da diplomacia de Irão na rede social X."Já passou a hora de expulsar as forças norte-americanas", acrescentou Araghchi.Lusa.O novo guia e líder supremo do Irão, 'ayatollah' Mojtaba Khamenei, está vivo e toda a confusão em torno desta questão “não tem razão de ser”, garantiu hoje à agência Lusa o embaixador iraniano em Lisboa.Numa entrevista à Lusa, Majid Tafreshi questionou-se por que razão o filho do anterior líder supremo Ali Khamenei, abatido a 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques lançados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, não deveria estar vivo, mesmo depois de confrontado com relatos internacionais que dão conta da morte do 'ayatollah' Mojtaba.“Por que não deveria estar vivo? Porque é uma mensagem. [Há muita confusão] e não sinto nenhum motivo por isso. Mas, de novo, o que é importante não é quem vai ser o próximo líder ou não”, referiu Tafreshi, escusando ir mais longe na resposta, refugiando-se na ideia da necessidade de haver paz e segurança.Independentemente da liderança iraniana, pois Mojtaba Khamenei ainda não foi visto desde que a Assembleia de Peritos do Irão o escolheu, a 08 de março, para suceder ao seu pai, Tafreshi desdramatizou também os aparentes silêncios da China e da Rússia, aliados tradicionais do Irão, e mesmo a nova intervenção dos rebeldes huthis do Iémen.“Eles não podem interferir, mas estão a aumentar a atenção. Acho que é uma boa política. Mas eles têm de fazer o seu dever através dos BRICS (de que o Irão é membro desde 2023) e de outras instituições para minimizar o risco de guerra. E eles estão a fazer isso. Eles têm muitas negociações, e todos estão a falar”, afirmou.No entanto, passado mais de um mês do ataque de grande escala israelo-americano que é denunciado por várias vozes internacionais como uma violação do direito internacional, o bloco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irão) permanece em silêncio. Leia mais aqui.Debaixo de fogo, Starmer recorre à família real para aplacar Trump.Embaixador do Irão em Lisboa garante que novo ayatollah está vivo. Guerra é "um desastre para todos".O embaixador iraniano em Lisboa considerou hoje que a guerra desencadeada por Israel e Estados Unidos a 28 de fevereiro “é um desastre para todos” e responsabilizou o primeiro-ministro israelita por procurar inimigos para o Presidente norte-americano.“É um desastre para todos. Desastre para o Irão, desastre para a região, desastre para a Europa. Uma melhor negociação é muito melhor do que uma boa guerra. A guerra é má, seja qual for o motivo, exceto em legítima defesa, como é o caso”, afirmou Majid Tafreshi numa entrevista à agência Lusa, em que pediu “respeito” pela lei internacional.Questionado pela Lusa sobre se é o líder israelita Benjamin Netanyahu quem manipula meios e situações para Donald Trump agir, o diplomata iraniano aconselhou o Presidente dos Estados Unidos, cujo país tem conduzido mais ataques contra o Irão, a “ver o que está a fazer”.“Acho que ele deve ver o que está a fazer. Ele não é um homem de oito anos, acredita que todos o seguem. O que é a sua herança para a lei internacional? Se você for dar mais possibilidades para usar força e poder, não vamos ter no futuro, definitivamente, um mundo melhor”, afirmou Tafreshi.“Mas o poder de lógica, o poder de compreensão, o poder de respeito, isso é o que precisamos como superpoder para viver na comunidade internacional. Hoje, a solidariedade iraniana dentro do país é muito maior do que há um mês, porque sabem que estamos a ser atacados”, acrescentou.Lusa.Rubio agradeceu a Rangel “estreita” cooperação económica e de defesa de Portugal.O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, agradeceu na terça-feira ao ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, a “estreita” cooperação económica e de defesa de Portugal, revelou o Departamento de Estado.Segundo o porta-voz adjunto da diplomacia norte-americana, Tommy Pigott, durante uma conversa de hoje entre os chefes da diplomacia de Estados Unidos e Portugal, Rubio “destacou a contínua solidez dos laços bilaterais”.“O secretário Rubio agradeceu ao ministro (Rangel) a estreita cooperação económica e de defesa de Portugal. Ambos os líderes expressaram o seu compromisso com a segurança transatlântica”, adianta a nota.Lusa. guerra no Médio Oriente já causou aos países árabes perdas de 186 mil milhões de dólares (161 mil milhões de euros) e de milhões de postos de trabalho, anunciou hoje o subsecretário-geral da ONU, Abdullah Al-Dardari."Estimamos que a perda para o PIB da região árabe após um mês de combates será de cerca de 6%", "aproximadamente uma perda de 186 mil milhões de dólares" para a economia, adiantou Al-Dardari à imprensa em Amã."Esperamos que os combates cessem amanhã, porque cada dia de atraso tem repercussões negativas para a economia global", frisou.Os países produtores de petróleo do Golfo, alvos dos ataques iranianos em retaliação pela ofensiva israelo-americana iniciada a 28 de fevereiro, estão a sofrer o impacto mais severo da crise, representando a maior fatia da perda estimada para os países árabes, sublinhou Al-Dardari.Na região do Levante, a perda para as economias "poderá atingir cerca de 30 mil milhões de dólares", adiantou o responsável, também diretor do escritório regional para os Estados Árabes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).A ONU estima ainda que devido ao conflito serão perdidos 3,7 milhões de postos de trabalho e que aproximadamente quatro milhões de pessoas na região deverão cair, ou já caíram, abaixo do limiar da pobreza.Alertando contra a dependência económica dos países do Golfo em relação ao petróleo, o responsável da ONU enfatizou a necessidade de encontrar rotas alternativas ao Estreito de Ormuz, por onde transita normalmente um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo."A economia árabe depende quase inteiramente de uma única mercadoria", lamentou Al Dardari. "Os países que não exportam petróleo dependem das remessas dos expatriados que vivem em países exportadores de petróleo e da ajuda desses mesmos países, enquanto os próprios países exportadores de petróleo têm apenas uma mercadoria", acrescentou."Esta fragilidade da economia árabe é evidenciada pelos acontecimentos recentes, que comprovam a sua insustentabilidade", prosseguiu.Lusa.O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na terça-feira que o fim da operação militar contra o Irão deverá acontecer "dentro de duas ou três semanas", descartando intervir no Estreito de Ormuz."Tudo o que preciso fazer é sair do Irão, e faremos isso muito em breve, e eles cairão em desgraça", afirmou o presidente norte-americano em resposta a uma pergunta sobre a alta do preço da gasolina nos Estados Unidos. "Diria que daqui a cerca de duas semanas, talvez duas ou três, estaremos fora, porque não há razão para continuarmos a fazê-lo", adiantou Trump, assegurando que as recentes operações atingiram os seus objetivos militares.Garantir o controlo do Estreito de Ormuz, cujo bloqueio pelo Irão tem levado à escalada do preço do petróleo e gás desde a intervenção militar norte-americana e israelita a 28 de fevereiro, "não é da nossa alçada", afirmou Trump.“Isso não é para nós. Será para França. Será para quem estiver a usar o Estreito”, adiantou.Lusa.Bom dia,Acompanhe aqui as notícias sobre a guerra no Irão, desencadeada por uma operação conjunta dos Estados Unidos e Israel, a 28 de fevereiro. Em retaliação, o Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque. .Trump: guerra não durará "muito mais". Pedida “licença médica imediata” para tirar Nobel da Paz 2023 da prisão