Reservas mundiais de petróleo estão a esgotar-se "a um ritmo recorde", alerta Agência Internacional de Energia
EPA/ABEDIN TAHERKENAREH

Reservas mundiais de petróleo estão a esgotar-se "a um ritmo recorde", alerta Agência Internacional de Energia

Mantém-se o impasse diplomático no Médio Oriente depois de o Governo iraniano ter rejeitado a possibilidade de alterar as suas propostas para um fim duradouro da guerra.
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JD Vance sublinha que o nuclear é linha vermelha nas negociações com o Irão

O vice-presidente norte-americano, JD Vance, afirmou hoje haver "progressos" nas negociações com o Irão para pôr fim ao conflito, mas sublinhando que o acesso da República Islâmica a armas nucleares é uma 'linha vermelha' para Washington.

Em conferência de imprensa, Vance indicou que manteve hoje contactos com Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados da Casa Branca encarregues de negociar com o Irão, bem como com aliados norte-americanos no mundo árabe, que recusou identificar.

"Acho que houve progressos. A questão fundamental é se estamos a progredir o suficiente para atingir a 'linha vermelha' do Presidente (Donald Trump)", disse Vance, enfatizando que esta é a de que a República Islâmica não obtenha uma arma nuclear.

Trump rejeitou esta semana as mais recentes propostas iranianas, comparando o cessar-fogo em vigor a um paciente "em estado crítico".

Lusa

Exército iraniano diz que controlo do estreito de Ormuz vai garantir elevadas receitas

O exército iraniano declarou hoje que o controlo do estreito de Ormuz por Teerão poderá gerar “benefícios económicos significativos” e fortalecer a posição internacional do país.

O bloqueio desta via navegável estratégica — por onde habitualmente passa quase 20% do fornecimento mundial de petróleo — abalou os mercados internacionais desde o início da guerra no Irão, a 28 de fevereiro, e deu à República Islâmica uma importante alavanca geopolítica.

Os Estados Unidos mantêm um bloqueio próprio aos portos iranianos, apesar do frágil cessar-fogo entrado em vigor a 08 de abril.

“O nosso controlo do estreito de Ormuz vai gerar benefícios económicos significativos para o nosso país — potencialmente até duplicando as nossas receitas petrolíferas — e reforçar a nossa influência no panorama internacional”, declarou um porta-voz das Forças Armadas iranianas, Mohammad Akraminia, de acordo com a agência de notícias oficial ISNA.

O porta-voz acrescentou que a parte ocidental do estreito é controlada pelas forças navais da Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, e a parte oriental está a ser supervisionada pela Marinha iraniana.

Este controlo iraniano continua a ser um dos principais pontos de atrito nas negociações para pôr fim à guerra com os Estados Unidos, que até agora não conseguiram obter um avanço.

O presidente da Comissão de Segurança Nacional do parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, afirmou que esta tinha finalizado um plano de gestão para a via navegável.

O Irão “pretende utilizar esta posição estratégica como alavanca de poder, através da gestão estratégica do estreito de Ormuz”, afirmou, citado pela televisão estatal.

O vice-presidente do parlamento iraniano, Hamidreza Hajibabaei, anunciou a 23 de abril que Teerão tinha recebido as primeiras receitas de portagens no estreito de Ormuz.

Lusa

Produção de petróleo da OPEP cai 34% desde o início da guerra

A produção de petróleo da OPEP, atingida pela guerra do Irão e pelo bloqueio do estreito de Ormuz, continuou a cair, ao alcançar em média 18,98 milhões de barris por dia em abril, menos 34% do que em fevereiro.

A perda acumulada pelo cartel de 12 países desde o início da guerra no Irão em 28 de fevereiro é de 9,67 milhões de barris por dia, segundo os números publicados hoje pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) no seu relatório mensal, calculados por vários institutos independentes.

Trata-se de um colapso recorde da extração conjunta, superior ao corte histórico implementado voluntariamente pela organização há seis anos para conter a queda dos 'preços do petróleo' causada pela crise resultante da pandemia de covid.

Lusa

UE fala em crise “pior que outras” quando já pagou 35 mil ME a mais por energia

A Comissão Europeia considerou hoje que a atual crise energética é “pior do que outras” anteriores pela dependência de combustíveis fósseis, quando a União Europeia já pagou 35 mil milhões de euros a mais com importações.

Desde o início do conflito no Médio Oriente, pagámos mais 35 mil milhões de euros pela nossa energia do que o habitual. Não recebemos mais energia - zero -, mas pagámos mais 35 mil milhões e, portanto, isto não é realmente uma crise energética, é uma crise dos combustíveis fósseis, que nos mostra o que acontece quando se depende de combustíveis fósseis”, disse o comissário europeu da Energia, Dan Jørgensen.

Falando em conferência de imprensa em Nicósia, no final da reunião informal dos ministros da Energia da União Europeia (UE) organizada pela presidência cipriota do Conselho, o responsável comparou: “Já estivemos em crise antes, nos anos 1970 e em 2022, mas, de muitas formas, esta crise é pior”.

“Sim, estamos melhor preparados do que em 2022 - temos mais energias renováveis no nosso sistema, diversificámos os nossos fornecedores e somos mais eficientes do ponto de vista energético -, mas continuamos vulneráveis e, por isso, quando os preços no mercado global sobem, como aconteceu agora, somos fortemente afetados”, elencou Dan Jørgensen.

De acordo com o comissário europeu, isto revela “uma única conclusão lógica”.

“Precisamos acelerar e reforçar os nossos esforços para fazer a transição para longe dos combustíveis fósseis, precisamos acelerar e reforçar a nossa eficiência energética e precisamos de trabalhar em conjunto para garantir que tudo o que fazemos agora para apoiar as indústrias em dificuldade ou os cidadãos afetados seja direcionado e temporário, de modo a não prejudicar a nossa estratégia de longo prazo”, referiu.

Já questionado sobre eventuais problemas no fornecimento de combustível para a aviação, Dan Jørgensen adiantou: “Não esperamos um problema muito sério de segurança de abastecimento a curto prazo, mas não podemos excluir que possam surgir problemas de segurança de abastecimento a mais longo prazo”.

“Tudo isto depende, claro, da situação no Médio Oriente e depende também da forma como os mercados reagem e de como as companhias aéreas reagem”, referiu ainda.

Lusa

Bruxelas mapeia reservas de emergência de jet fuel mas afasta risco imediato de escassez

A Comissão Europeia disse hoje estar a mapear as reservas de emergência na União Europeia (UE) dada a crise energética causada pelo conflito no Médio Oriente, mas descartou qualquer problema no abastecimento de combustível de aviação neste momento.

“As refinarias da UE cobrem cerca de 70% do consumo de combustível de aviação na Europa. Apenas 20% é importado dos países do Golfo e, nesta fase, não temos qualquer prova nem sinais de que exista um problema de abastecimento de combustível de aviação [jet fuel]”, disse o comissário europeu dos Transportes, Apostolos Tzitzikostas.

Falando em conferência de imprensa em Bruxelas, no dia em que apresentou uma iniciativa de bilhete único para o setor ferroviário, o responsável apontou que a instituição vai “mapear as capacidades de refinação europeias, avaliar as necessidades e identificar possíveis ações coletivas para garantir a plena utilização das capacidades existentes e o acesso aos produtos em toda a UE, bem como aumentar a produção de biocombustíveis sustentáveis”.

“Por outras palavras, queremos saber - e sabemos exatamente - quais são as reservas de emergência em cada país e em que quantidade existem, e apenas se necessário, o que não é o caso neste momento, nem há sinais de que venha a ser necessário num futuro próximo. Se necessário, começaremos a libertar reservas de emergência, mas de forma ordenada e com coordenação da UE”, salientou.

De acordo com Apostolos Tzitzikostas, “o principal objetivo é maximizar a disponibilidade e a capacidade operacional do setor de refinação europeu e, ao mesmo tempo, estar preparado para qualquer possível cenário de, por exemplo, escalada no Médio Oriente”.

“Naturalmente, o papel de coordenação da Comissão é essencial no acompanhamento e na decisão de ações coletivas, e estamos a trabalhar em todos os cenários possíveis nesta fase”, referiu.

“Se necessário, poderemos até adotar algumas das políticas e decisões que já tomámos para facilitar os Estados-membros, companhias aéreas ou qualquer outro setor ou componente da economia europeia, novamente, se e apenas se for necessário, o que não é o caso atualmente”, reforçou ainda Apostolos Tzitzikostas.

Numa altura em que se assinalam quase três meses desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e da consequente resposta iraniana, já se assistem a consequências para a aviação como aumento de custos, impacto nas operações devido à subida dos preços da energia, perturbações nas rotas e riscos acrescidos para a logística global.

A Agência Internacional de Energia já veio fazer vários alertas sobre eventual escassez de combustível para a aviação, embora o Governo português assegure abastecimento pelo menos até final de agosto e planos posteriores.

Lusa

AIE alerta: As reservas mundiais de petróleo estão a esgotar-se "a um ritmo recorde"

A  Agência Internacional de Energia (AIE) alertou esta quarta-feira que as reservas mundiais de petróleo estão a esgotar-se "a um ritmo recorde" em resultado das quebras no abastecimento, uma consequência das perturbações nos fluxos através do estreito de Ormyz, causadas pela guerra no Irão.

"Os produtores e consumidores estão a reagir aos sinais do mercado, com as exportações de petróleo bruto do Atlântico a dispararem e as refinarias a reduzirem a produção", indica o organismo numa publicação nas redes sociais sobre o relatório mensal do mercado de petróleo da AIE.

"O mundo está a esgotar as reservas de petróleo a um ritmo recorde, à medida que os países importadores enfrentam perturbações sem precedentes no abastecimento do Médio Oriente", referiu a AIE no relatório mensal sobre o mercado petrolífero. "A rápida redução das reservas, num contexto de perturbações contínuas, pode prenunciar futuros picos de preços", alertou.

No relatório, é referido que a Agência Internacional de Energia baixou a previsão da procura mundial de petróleo para este ano para 104 milhões de barris por dia, devido ao impacto económico da guerra e ao encerramento do estreito de Ormuz.

Uma descida que representa menos 1,3 milhões de barris por dia do que a projeção anterior.

A maior descida da procura irá ocorrer no segundo trimestre deste ano, altura em que se prevê que caia em 2,45 milhões de barris diários, indica a AIE no documento.

Reservas mundiais de petróleo estão a esgotar-se "a um ritmo recorde", alerta Agência Internacional de Energia
AIE desce previsão da procura mundial de petróleo para 2026 para 104 milhões de barris por dia

Itália envia dois navios caça-minas para a região do Golfo

O ministro da Defesa de Itália, Guido Crosetto, anunciou esta quarta-feira que a Marinha italiana tem dois navios caça-minas a caminho da região do Golfo. As duas embarcações estão a aproximar-se do estreito de Ormuz para uma eventual missão internacional, no caso de um acordo para pôr fim à guerra no Irão. Só nesse caso é que os dois navios seriam utilizados, disse o ministro.

"Caso a paz se instale, demoraria quase um mês de navegação para que todas as unidades das nações aliadas chegassem ao Golfo", justificou Crosetto numa audição no parlamento italiano.

"Por precaução, estamos a providenciar para que dois caça-minas sejam posicionados relativamente perto do Estreito: inicialmente no Mediterrâneo Oriental, depois no Mar Vermelho, no âmbito de missões em curso, como as missões Mediterraneo Sicuro e Aspides, dentro do quadro autorizado da missão internacional da Itália", informou o governante, citado pela agência de notícias Ansa.

Um eventual envolvimento de Itália numa coligação internacional para uma missão no estreito de Ormuz só poderá acontecer com a aprovação dos deputados, disse o ministro.

"Não queremos pedir autorização para uma nova missão militar no Golfo, mas queremos partilhar o compromisso do governo com a paz e o caminho que poderá conduzir ao nosso envolvimento na coligação internacional", disse o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, segundo a Ansa. "Este envolvimento, sublinho, só ocorreria após a cessação definitiva das hostilidades", sublinhou.

Oito mortos em ataques israelitas no sul do Líbano, diz Ministério da Saúde libanês

O Ministério da Saúde do Líbano informou esta quarta-feira que os ataques israelitas que atingiram dois carros numa autoestrada no sul do país fizeram oito mortos.

Em comunicado, o ministério indica que "os três ataques" que visaram uma autoestrada no sul do Líbano, "especificamente em Barja, Jiyeh e Saadiyat, resultaram em oito vítimas mortais, incluindo duas crianças".

Irão ameaça EUA com derrota se não aceitarem proposta de paz

O Governo iraniano ameaçou hoje que os Estados Unidos “devem esperar uma repetição das suas derrotas passadas no campo de batalha” se não aceitarem a proposta de paz apresentada por Teerão.

“Se o inimigo não ceder às justas exigências do Irão através dos canais diplomáticos, deve esperar uma repetição das suas derrotas passadas no campo de batalha”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Reza Talaei-Nik, sublinhando que “se estes direitos razoáveis e definitivos não forem alcançados, o inimigo não conseguirá livrar-se do pântano em que está preso”.

Talaei-Nik enfatizou que qualquer agressão futura será respondida com uma resposta "decisiva e final", afirmando ainda que "a retirada repetida de navios norte-americanos da zona de conflito demonstra a determinação e a capacidade das Forças Armadas iranianas", segundo a televisão iraniana Press TV.

As declarações de Talaei-Nik surgiram depois de o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, ter declarado na terça-feira que o curso de ação "mais racional" e benéfico para Teerão é "completar a vitória no campo de batalha" através de um processo de negociação com Washington, quando as conversações entre as partes estão paralisadas.

Por sua vez, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, disse que "não há alternativa" para o fim da guerra a não ser que os Estados Unidos aceitem a proposta apresentada por Teerão, antes de alertar que qualquer outra opção "só levará a um fracasso após o outro", após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter classificado o documento apresentado por Teerão como "totalmente inaceitável".

Os Estados Unidos e o Irão estão num processo de diálogo mediado pelo Paquistão, embora as divergências entre as suas posições tenham impedido, até ao momento, um segundo encontro em Islamabad, cidade que acolheu a primeira reunião presencial após o acordo de cessar-fogo assinado em 8 de abril, posteriormente prorrogado indefinidamente por Trump.

Lusa

Ataques israelitas atingiram dois automóveis no sul do Líbano

Ataques aéreos israelitas atingiram esta quarta-feira dois automóveis na autoestrada de Jiyyeh, no sul do Líbano, informou a agência nacional notícias libanesa (NNA).

Até ao momento, não há informações sobre possíveis vítimas.

Segundo a NNA, ataques aéreos israelita visaram esta manhã a área entre as cidades de Braachit e Shaqra, em Bint Jbeil, e na cidade de Majdal Zoun, em Tyre .

"Não penso na situação financeira dos americanos", diz Trump sobre os impactos na guerra com Irão

Antes de partir para a China, onde deverá chegar ao início da tarde desta quarta-feira, o presidente dos EUA foi questionado sobre os impactos na guerra no Irão. Afirmou que o foco nas negociações é não permitir que o regime iraniano tenha armamento nuclear.

"Não penso na situação financeira dos americanos", disse aos jornalistas sobre as negociações com Teerão. "Só penso numa coisa. Não podemos deixar o Irão ter uma arma nuclear. Mais nada", vincou o presidente norte-americano.

Infarmed pede ao setor do medicamento que avalie riscos no abastecimento

O Infarmed pediu aos agentes económicos do setor do medicamento que avaliem potenciais riscos indiretos da guerra no Médio Oriente nas cadeias de fornecimento, assim como a dependência de fornecedores e matérias-primas.

Segundo uma nota divulgada no ‘site’, o Infarmed pediu igualmente aos fabricantes, titulares, importadores, distribuidores por grosso e outros operadores que reforcem os mecanismos de monitorização dos níveis de ‘stock’ e da capacidade de fornecimento de produtos críticos e que comuniquem ao Infarmed “com a maior brevidade possível” quaisquer constrangimentos “atuais ou previsíveis” que possam comprometer a disponibilidade de medicamentos ou dispositivos médicos.

Esta posição, segundo explica a informação divulgada, foi tomada após uma reunião, em abril, entre o Infarmed, a Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) e a Associação Portuguesa de Medicamentos pela Equidade em Saúde, que representa a indústria dos genéricos e biossimilares.

A Autoridade do Medicamento e Produtos de Saúde admite que eventuais perturbações na região do Médio Oriente poderão ter impacto na continuidade do abastecimento de determinados produtos de saúde no mercado europeu, mas reforçou que, até meados de abril (a reunião foi dia 14), não tinham sido comunicadas roturas.

O Infarmed manifestou ainda disponibilidade para “dar a máxima prioridade” à avaliação de processos relacionados com o registo de novos fabricantes, como consequência da situação de conflito no Médio Oriente, e pediu às empresas que apresentassem uma análise detalhada sobre os eventuais impactos associados a aumentos de preços.

Adiantou que continuará a acompanhar “de forma próxima” a evolução da situação, mantendo a articulação com as instâncias europeias competentes e adotando, sempre que necessário, as medidas adequadas de prevenção, mitigação e gestão de risco para salvaguardar a continuidade do abastecimento e a proteção da saúde pública.

Lusa

Cidadão iraniano enforcado no Irão por alegadas ligações a Israel

Um homem foi enforcado hoje no Irão depois de ter sido condenado por ligações aos serviços de informações israelitas, anunciou agência de notícias oficial do poder judicial, Mizan.

Tratou-se da mais recente execução desde o início da guerra no Médio Oriente, que começou com um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, a 28 de Fevereiro.

Desde o início da guerra, as detenções e execuções têm aumentado no Irão.

"Ehsan Afreshteh, espião treinado pelo Mossad no Nepal vendeu informações confidenciais a Israel, foi executado", informou a Mizan.

De acordo com organizações de defesa dos direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional, o Irão é o país que mais frequentemente aplica a pena de morte depois da República Popular da China.

Na segunda-feira, o Irão anunciou a execução de um estudante de engenharia aeroespacial suspeito de espionagem para os serviços de informação israelitas e norte-americanos.

Na terça-feira um cidadão iraniano foi executado por envolvimento em atos considerados terroristas pelo regime de Teerão.

Lusa

Siga aqui os desenvolvimentos sobre a guerra no Irão

Bom dia,

Acompanhe aqui os principais desenvolvimentos sobre a guerra no Irão, numa altura em que se mantém o impasse nas negociações entre Teerão e Washington para chegar a um acordo com vista ao fim do conflito.

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