O primeiro-ministro do Qatar criticou hoje ataques contra infraestrutura civil “de qualquer parte, independentemente das circunstâncias”, numa chamada telefónica com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão.Mohammed Bin Abdulrahman Al Thani enfatizou, junto de Abbas Araghchi, que “tornar alvo qualquer infraestrutura civil é inaceitável e um comportamento repreensível de qualquer parte, independentemente das circunstâncias”, segundo se pode ler em comunicado do ministério.O primeiro-ministro também criticou “o desrespeito imprudente pela segurança da região”, devido aos ataques aos países vizinhos, e pediu “uma solução diplomática significativa e duradoura” para o conflito com Estados Unidos e Israel.Lusa.As forças norte-americanas poderão destruir "em quatro horas" a totalidade das pontes e as centrais elétricas do Irão, ameaçou hoje o Presidente norte-americano, Donald Trump. "Temos um plano, graças ao poder das nossas forças armadas, que prevê que todas as pontes do Irão sejam destruídas até à meia-noite de amanhã (terça-feira), que todas as centrais elétricas do Irão fiquem fora de serviço (...) e nunca mais possam ser utilizadas”, afirmou Trump.O Presidente norte-americano fez ao Irão um ultimato para chegar a um acordo de cessar-fogo até terça-feira às 20:00 de Washington (01:00 de quarta-feira em Portugal continental). A destruição de pontes e centrais elétricas "será feita no espaço de quatro horas — se assim o quisermos", acrescentou Trump numa conferência de imprensa na Casa Branca, centrada no resgate de um piloto norte-americano no Irão no passado fim de semana. "O Irão na sua totalidade poderia ser destruído numa única noite, e essa noite poderia muito bem ser a de amanhã (terça-feira)”, ameaçou Donald Trump. Questionado sobre a possibilidade de os ataques a infraestruturas civis representarem crimes de guerra, Trump afirmou não se “preocupar” e garantiu que a operação militar norte-americana contava com o apoio da população iraniana. Os iranianos "estarão dispostos a sofrer para ter a liberdade", declarou Donald Trump, garantindo haver apoio dentro do país à continuação dos bombardeamentos. Trump classificou hoje como um "passo muito significativo" a proposta de cessar-fogo de 45 dias no Irão apresentada por países mediadores, embora insista que ainda é insuficiente. "Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo", afirmou Trump à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca, em Washington. Lusa.Pelo menos um paramédico morreu e quatro ficaram feridos num duplo bombardeamento israelita em Siddiqine, no segundo ataque a equipas de emergência no dia de hoje no sul do Líbano.A ação atingiu as equipas de emergência durante “as operações de resgate para recuperar os feridos e os corpos dos mortos de um bombardeamento anterior”, explicou hoje o Centro de Operações de Emergência do Líbano, em comunicado.O ataque matou um paramédico ligado ao grupo xiita Amal e feriu quatro outros, o que para o Ministério da Saúde Pública libanês é uma “prova” de que Israel insiste em violar as leis internacionais.Em 12 horas, este foi o segundo ataque contra equipas de resposta médica, depois de dois outros terem morrido em Haris, elevando para 57 o número de trabalhadores do setor mortos, além de 154 feridos.Também hoje, as autoridades libanesas elevaram para quase 1.500 o número de mortos e mais de 4.600 o de feridos em ataques de Israel desde 02 de março, três dias após o início da ofensiva israelo-norte-americana ao Irão.Pelo menos 1.497 pessoas foram mortas, entre as quais 130 menores, e 4.639 ficaram feridas, 457 delas menores, nos bombardeamentos israelitas em curso há já mais de um mês no país, desde que o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, pró-iraniano, retomou o lançamento de morteiros contra o território de Israel, em resposta ao assassínio do então líder supremo iraniano, Ali Khamenei.Lusa.O exército de Israel afirmou hoje que dezenas de caças israelitas atacaram vários aviões, helicópteros e outras infraestruturas militares iranianas em Teerão.Os ataques a veículos e infraestruturas militares ocorreram no aeroporto internacional de Mehrabad, bem como nas instalações militares aeroportuárias de Bahram e Azmayesh, na capital do Irão, indicou o exército num comunicado.As Forças Armadas israelitas afirmaram que o aeroporto de Mehrabad, já alvo de vários ataques desde o início da guerra, era utilizado como uma plataforma pela Força Quds, o braço da Guarda Revolucionária para operações no exterior, para transferir armas e fundos para grupos aliados na região.O exército israelita indicou que estes ataques fazem parte dos esforços destinados a “enfraquecer a força aérea iraniana e as forças aéreas dos Guardas da Revolução Islâmica nos aeroportos de Teerão”.O anúncio deste ataque surge depois de Israel ter atacado novamente o complexo petroquímico iraniano de South Pars.Israel já tinha atacado em março este complexo que desencadeou uma retaliação contra infraestruturas de petróleo e gás no Golfo Pérsico.Israel "acabou de realizar um poderoso ataque contra as maiores instalações petroquímicas do Irão, localizadas em Asaluyeh, responsável por cerca de 50% da produção petroquímica do país", avançou o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, numa mensagem em vídeo divulgada pelo seu gabinete.Segundo o ministro israelita, a operação deixou inoperacionais "instalações chave do setor energético" do Irão.Juntamente com o ataque anterior a outra parte do mesmo complexo, cerca de 85% das exportações petroquímicas do país persa "foram desativadas", disse Israel Katz, acrescentando que "isto representa um duro golpe económico para o regime iraniano, com perdas na ordem das dezenas de milhares de milhões de dólares".A imprensa iraniana já tinha noticiado que as instalações petroquímicas de South Pars, que albergam as maiores reservas de gás natural do mundo, tinham sido atingidas hoje por um ataque aéreo israelo-americano."A situação está atualmente sob controlo e estão a ser avaliados os aspetos técnicos e a extensão dos danos. Felizmente, não foram registadas vítimas", afirmou a Companhia Nacional de Indústrias Petroquímicas do Irão, segundo informou a agência iraniana Tasnim.A empresa indicou que vários pontos auxiliares das instalações localizadas na Zona Económica Especial de Energia de Pars, na cidade de Asaluyeh, foram atingidos, no que classificou como uma continuação dos ataques contra infraestruturas industriais.Após os bombardeamentos, equipas de segurança, bombeiros e unidades de emergência deslocaram-se imediatamente para o local, onde conseguiram controlar o incêndio e ativar os protocolos de gestão de crises.No domingo, o Irão lançou cinco ataques com mísseis contra vários pontos do território israelita, causando feridos e danos generalizados em habitações, principalmente na área metropolitana de Telavive.Lusa.O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, avisou hoje que os assassínios de comandantes militares iranianos "não podem deter os ideais da ‘jihad’", em reação à morte do chefe dos serviços de informações da Guarda Revolucionária."O inimigo, após sucessivas derrotas na guerra imposta à nação, aos bravos combatentes do Irão islâmico, e de acordo com os seus planos sinistros, recorreu mais uma vez à arma habitual do terrorismo sionista e ao assassínio de um dos comandantes dos serviços de informações do país", declarou Khamenei num comunicado divulgado pelos meios de comunicação social estatais.Poucas horas após a confirmação da morte de Majid Khademi numa nova vaga de bombardeamentos, o líder supremo iraniano elogiou o seu percurso “após décadas de contribuições silenciosas nas áreas da segurança, informações e defesa” da República Islâmica."Mas as fileiras leais de combatentes e ‘mujahidin’ no caminho da verdade e da justiça no Irão islâmico, e dos membros das forças armadas que sacrificaram as suas vidas, são agora tão longas e firmes que o terrorismo e o crime não podem travar os seus ideais de ‘jihad’", alertou Khamenei, que não é visto em público desde que foi escolhido para suceder ao pai.O líder iraniano ficou ferido, segundo vários relatos em Teerão, no mesmo ataque que matou o seu pai e antecessor, Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva aérea lançada pelos Estados e Israel contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.Desde a sua nomeação, uma semana mais tarde, todos os seus pronunciamentos públicos foram feitos por escrito.A Guarda Revolucionária do Irão ameaçou pelo seu lado vingar a morte de Majid Khademi."O inimigo malévolo e desesperado deve saber que uma grande retaliação aguarda os organizadores e perpetradores deste crime", declarou a força ideológica do regime no seu ‘site’, Sepah News.O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, também se referiu à morte de Khademi, considerando-a "um sinal da arrogância" dos Estados Unidos e de Israel, que procuram "compensar a fraqueza no campo de batalha com assassínios cobardes"."Esta conspiração cega de arrogância é sempre mais fútil e infrutífera, e golpes ainda mais duros esperam-nos", disse Ghalibaf, citado pela emissora estatal iraniana, IRIB.Lusa.A Comissão Europeia disse hoje estar a analisar o pedido de Portugal, Alemanha, Espanha, Itália e Áustria para criar um imposto sobre os lucros extraordinários das energéticas, embora salientando que a situação difere da crise energética de 2022.“Recebemos a carta. Estamos atualmente a analisá-la e responderemos em devido tempo”, afirma fonte oficial do executivo comunitário em resposta escrita enviada à agência Lusa, na sequência de uma carta enviada a Bruxelas pelos ministros português das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e os seus homólogos alemão, espanhol, italiano e austríaco.De acordo com o porta-voz, “de forma mais geral, a Comissão está a trabalhar em estreita colaboração com os Estados-membros em possíveis medidas políticas direcionadas, em resposta à atual crise energética que a Europa enfrenta”.“Embora não estejamos na mesma situação, é importante ter em conta as lições retiradas de 2022, incluindo a contribuição temporária de solidariedade da UE”, adianta a mesma fonte oficial, sem precisar.O ministro das Finanças português e os seus homólogos da Alemanha, Espanha, Itália e Áustria pediram a Bruxelas a criação , ao nível da União Europeia (UE), de um imposto sobre os lucros extraordinários das energéticas, semelhante às medidas para conter a crise energética de 2022.O pedido foi feito em carta conjunta assinada por Joaquim Miranda Sarmento, pelos ministros federais das Finanças da Áustria (Markus Marterbauer) e Alemanha (Lars Klingbeil), pelo ministro da Economia e Finanças de Itália (Giancarlo Giorgetti) e pelo ministro da Economia, Comércio e Negócios de Espanha, Carlos Cuerpo.A missiva, datada de 03 de abril, foi endereçada ao comissário europeu para o Clima, Neutralidade Carbónica e Crescimento Limpo, o neerlandês Wopke Hoekstra.“Dadas as atuais distorções do mercado e as restrições orçamentais, a Comissão Europeia deve desenvolver rapidamente um instrumento de contribuição semelhante” à contribuição de solidariedade temporária estabelecida em 2022.Em 2022, no seguimento da crise energética decorrente da guerra na Ucrânia, os ministros da Energia da União Europeia aprovaram medidas que previam uma taxação de 33% dos lucros excessivos das empresas de combustíveis fósseis que seria convertida “numa contribuição solidária” a redistribuir pelos mais vulneráveis, um teto máximo para os lucros das produtoras de eletricidade com baixos custos (renováveis) e planos de redução de consumo de eletricidade.Agora, os cinco ministros signatários apontam que deve ser estabelecida uma contribuição semelhante à escala da UE, “assente numa base jurídica sólida”.Os ministros referem que este trabalho permitiria financiar medidas de alívio temporárias, em particular junto dos consumidores, e travar o aumento da inflação sem sobrecarregar os orçamentos públicos.Lusa.A Guarda Revolucionária do Irão ameaçou hoje vingar a morte do seu chefe dos serviços de informações, Majid Khademi, eliminado horas antes em ataques aéreos no âmbito da ofensiva israelo-americana contra a República Islâmica."O inimigo malévolo e desesperado deve saber que uma grande retaliação aguarda os organizadores e perpetradores deste crime", declarou a força ideológica do regime no seu ‘site’, Sepah News.Anteriormente, o exército iraniano anunciou a morte do chefe dos serviços de informações da Guarda Revolucionária durante uma vaga de ataques aéreos em Teerão.Israel reclamou que eliminou também Asghar Bakeri, o comandante de uma unidade especial da Força Quds, o braço da Guarda Revolucionária para operações no exterior.As mortes dos dois oficiais da Guarda Revolucionária foram anunciadas no mesmo dia em que Israel atacou uma importante fábrica petroquímica no campo de gás natural de South Pars.O campo de gás partilhado com o Qatar é o maior do mundo e já tinha sido atacado durante este conflito por Israel, levando a uma retaliação do Irão contra instalações energéticas dos países vizinhos do Golfo.Lusa.O preço do Brent subiu hoje 0,17% para 109,19 dólares (cerca de 94,73 euros) por barril, após um ataque ao complexo petroquímico iraniano de South Pars.Às 17:30, o preço Brent, o petróleo de referência na Europa, subia 0,17% para 109,19 dólares, depois de ter passado o dia a negociar em baixa.A tendência da sessão foi invertida após o ataque às instalações petroquímicas de South Pars, Sudoeste do Irão, onde estão as maiores reservas de gás natural do mundo.Desde o início no conflito, o petróleo Brent subiu 50%. Só em março, o aumento foi de 63%.Por sua vez, o barril de West Texas Intermediate (WTI), uma referência nos EUA, subia hoje 0,08% para 111,60 dólares (aproximadamente 96,83 euros).Lusa.Donald Trump afirmou que o Irão poderá ser "eliminado numa noite", o que poderá acontecer "amanhã à noite".O presidente dos Estados Unidos diz que a Operação Fúria Épica está "a correr incrivelmente bem", "a um nível nunca antes visto".Trump regozijou-se ainda com o sucesso da operação de resgate de um piloto americano no Irão, dando conta que o mesmo "estava ferido com gravidade" e que foram efetuadas buscas em várias regiões. "Nenhum americano fica para trás", vincou, em conferência de imprensa."Foi uma decisão arriscada, porque podíamos ter acabado com 100 mortos em vez de um ou dois", acrescentou, explicando que as equipas de resgate estavam sob "fogo inimigo muito intenso" e que um helicóptero foi "atingido por balas"..O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou hoje como um “passo muito significativo” a proposta de cessar-fogo de 45 dias no Irão apresentada por países mediadores, embora insista que ainda é insuficiente.“Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo”, afirmou Trump durante uma conferência de imprensa à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca, em Washington.Horas antes, a Casa Branca (presidência norte-americana) tinha confirmado que mediadores internacionais propuseram uma trégua temporária no conflito com o Irão, mas salientou que o Presidente dos Estados Unidos não endossou formalmente a iniciativa.“É apenas uma ideia entre muitas, e o Presidente não a endossou. A operação militar continua”, declarou um alto responsável norte-americano, referindo-se à ofensiva em curso, designada “Operação Fúria Épica”.Segundo o portal norte-americano Axios, a proposta foi apresentada por mediadores do Paquistão, Egito e Turquia e prevê uma pausa de 45 dias nas hostilidades para permitir negociações diplomáticas.O plano inclui uma primeira fase de cessar-fogo temporário, passível de prorrogação, seguida de negociações destinadas a alcançar um acordo de paz duradouro entre Washington e Teerão.Apesar de reconhecer a relevância da proposta, Trump não indicou qualquer compromisso imediato com a sua implementação, mantendo em aberto a continuidade das operações militares.Lusa.A agência de notícias estatal iraniana IRNA noticiou esta segunda-feira que Teerão rejeitou a mais recente proposta de cessar-fogo.A agência acrescenta que a resposta aos Estados Unidos foi dada através do Paquistão, um mediador-chave nas negociações."Não aceitaremos simplesmente um cessar-fogo", disse Mojtaba Ferdousi Pour, chefe da missão diplomática iraniana no Cairo, à Associated Press esta segunda-feira. "Só aceitaremos o fim da guerra com garantias de que não voltaremos a ser atacados", prosseguiu.A resposta surgiu antes do prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o início dos bombardeamentos às infraestruturas e aos sistemas energéticos iranianos..As autoridades libanesas elevaram hoje para quase 1.500 o número de mortos e mais de 4.600 o de feridos em ataques de Israel desde 02 de março, três dias após o início da ofensiva israelo-norte-americana ao Irão.Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, pelo menos 1.497 pessoas foram mortas, entre as quais 130 menores, e 4.639 ficaram feridas, 457 delas menores, nos bombardeamentos israelitas em curso há já mais de um mês no país, desde que o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, pró-iraniano, retomou o lançamento de morteiros contra o território de Israel, em resposta ao assassínio do então líder supremo iraniano, Ali Khamenei.Lusa.As autoridades iranianas apresentaram um “protesto formal” ao diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, pela sua inação face aos repetidos ataques contra a instalação nuclear de Bushehr, na costa sul do país.O diretor da Organização de Energia Atómica do Irão (OEAI), Mohamed Eslami, denunciou, numa carta enviada a Grossi, o ataque de sábado contra o perímetro da instalação, que resultou na morte de um membro da equipa de segurança e em vários feridos e provocou danos num edifício.Eslami criticou Grossi por se limitar a manifestar a sua “profunda preocupação” com o ataque à central, sem condenar claramente o ato, e alertou que “esta inação” da AIEA pode “encorajar os agressores” a lançar novos ataques contra a zona, avançou a agência noticiosa Tasnim.O responsável da OEAI instou o diretor-geral da agência nuclear da ONU a adotar uma postura “firme e decisiva” e a condenar os ataques contra instalações nucleares, “cumprindo assim as suas responsabilidades legais”.Este incidente de sábado — o quarto ataque contra a central — põe em risco a integridade do reator e pode levar a uma potencial libertação de materiais radioativos, o que acarreta consequências graves para a população, o ambiente e até para os países vizinhos, argumentou Eslami na carta.A AIEA confirmou hoje, nas redes sociais, os “impactos dos ataques” contra Bushehr, embora tenha afirmado que a instalação “não sofreu qualquer dano” com base em análise de imagens captadas no domingo.Na mesma mensagem, o diretor da AIEA alertou que “a continuidade da atividade militar perto da central de Bushehr (...) pode levar a um grave acidente radiológico com consequências nefastas para as pessoas e para o ambiente”, tanto dentro como fora do Irão.“Independentemente da natureza dos alvos pretendidos, estes ataques representam um perigo muito real para a segurança nuclear e têm de cessar”, acrescentou num comunicado que não mencionou os Estados Unidos nem Israel.Grossi expressou “profunda preocupação com o incidente” no sábado, afirmando que “as instalações nucleares ou áreas adjacentes nunca devem ser atacadas”.Reiterando o apelo à “máxima contenção para evitar o risco de um acidente nuclear”, Grossi voltou a sublinhar a importância de garantir a segurança.A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, descreveu o ataque à central — onde trabalhavam pelo menos 200 cidadãos russos — como um ato “ilegal e irresponsável” e “uma mancha indelével na reputação internacional” dos atacantes, que ignoraram o facto de Bushehr, bem como outras instalações nucleares iranianas, estar “sujeita às garantias da AIEA”..Lusa.A Turquia indicou hoje que três navios com pavilhão turco em águas do Golfo Pérsico desde o início da guerra, há mais de um mês, atravessaram o Estreito de Ormuz, incluindo um petroleiro nas últimas 24 horas.“Em resultado da cooperação com o nosso Ministério dos Negócios Estrangeiros, o navio de propriedade turca ‘Ocean Thunder’, que navegava com o objetivo de transportar crude carregado no Iraque para a Malásia, atravessou em segurança o Estreito de Ormuz na noite passada e concluiu a sua saída do Golfo” Pérsico, anunciou o ministro dos Transportes turco, Abdulkadir Uraloglu, nas redes sociais.“Deste modo, os três navios que aguardavam no Golfo desde o início da guerra [dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, a 28 de fevereiro] saíram com segurança do Estreito de Ormuz; com esta travessia, o número de navios turcos nas imediações do Estreito de Ormuz ficou reduzido a 12, e o número de navios que solicitaram a saída a oito”, acrescentou o ministro.Uraloglu assegurou que o seu ministério está a “trabalhar sem descanso para garantir a passagem segura” dessas oito embarcações que desejam abandonar a zona, com os seus 156 tripulantes.No domingo, a agência de notícias iraniana Fars informou que, segundo as últimas estatísticas sobre o tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz, um total de 15 navios transitaram por esta via navegável comercial com a permissão do Irão nas últimas 24 horas, o que representa cerca de 10% do número de embarcações que por ali circulavam antes da guerra.Lusa.O Irão assegurou que a situação está sob controlo no complexo petroquímico South Pars, que alberga as maiores reservas de gás natural do mundo, bombardeado hoje por Israel e pelos Estados Unidos, sem causar vítimas mortais.“A situação está atualmente sob controlo e estão a ser avaliados os aspetos técnicos e a extensão dos danos. Felizmente, não foram registadas vítimas”, afirmou a Companhia Nacional de Indústrias Petroquímicas do Irão, segundo informou a agência iraniana Tasnim.A empresa indicou que vários pontos auxiliares das instalações localizadas na Zona Económica Especial de Energia de Pars, na cidade de Asaluyeh, foram atingidos, no que classificou como uma continuação dos ataques contra infraestruturas industriais.Após os bombardeamentos, equipas de segurança, bombeiros e unidades de emergência deslocaram-se imediatamente para o local, onde conseguiram controlar o incêndio e ativar os protocolos de gestão de crises.O vice-governador responsável pela política e segurança da província de Bushehr, onde se situa Asaluyeh, Ehsan Jahaniyan, confirmou que as instalações de duas fábricas petroquímicas na região de Pars foram atingidas pelos bombardeamentos.O complexo de South Pars possui a maior reserva de gás natural do mundo, partilhado pelo Irão e Qatar, e constitui o pilar do setor energético iraniano, representando aproximadamente 70% da produção total de gás do país persa.Lusa.As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) anunciaram esta segunda-feira a morte de Asghar Bagheri, comandante da Unidade de Operações Especiais da Força Quds da Guarda Revolucionária do IrãoExército israelita indica que Bagheri "liderou inúmeros ataques contra Israel e em todo o mundo".Na nota divulgada nas redes sociais, acrescentam que "Bagheri comandou pessoalmente operações contra soldados das IDF na fronteira entre a Síria e Israel".Anteriormente, foi noticiada a morte de chefe dos serviços secretos da Guarda Revolucionária do Irão. .A Guarda Revolucionária do Irão disse ter atacado um navio de guerra norte-americano, que terá sido obrigado a recuar.O porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio LHA-7, o USS Tripoli, foi atacado por "mísseis iranianos ultrarrápidos", afirmou a Guarda Revolucionária iraniana, em comunicado divulgado pela agência noticiosa estatal Fars e citado pela Sky News.De acordo com o Irão, a embarcação terá sido obrigada a sair da zona onde estava no momento do ataque..A Coreia do Sul deverá enviar cinco navios para o porto saudita de Yanbu para ajudar a restabelecer as rotas de abastecimento de petróleo afetadas pelo bloqueio iraniano da passagem pelo estreito de Ormuz."Navios de bandeira sul-coreana deverão ser enviados para rotas alternativas", garantindo o fornecimento de petróleo dos países produtores com rotas de exportação que contornem o Ormuz, disse o deputado do partido do governo Ahn Do-geol.Segundo a mesma fonte, a Coreia do Sul quer "enviar cinco navios” para a região do Mar Vermelho".Do-geol acrescentou que também que haverá enviados especiais à Arábia Saudita, Omã e Argélia para garantir o fornecimento adicional de petróleo bruto.Tal como outras economias asiáticas, a Coreia do Sul é altamente dependente do petróleo do Médio Oriente, que representa cerca de 70% das suas importações.A situação de guerra no golfo Pérsico, após a ofensiva conjunta de 28 de fevereiro de Estados Unidos e Israel sobre o Irão, levou Seul a impor medidas de emergência, incluindo um teto para os preços de combustíveis, pela primeira vez desde 1997.O governo sul-coreano também propôs um financiamento adicional de 17,2 mil milhões de dólares (cerca de 1,5 mil milhões de euros) para fazer face ao impacto económico da crise.O ministério da Energia da Coreia do Sul deu já conselhos à população para reduzir o consumo de energia, incluindo tomar banhos mais curtos e carregar telemóveis durante o dia.Lusa.O ministro da Defesa israelita disse esta segunda-feira que Israel atacou a fábrica petroquímica de South Pars, em Asaluyeh, no Irão.Israel Katz afirmou que Israel tinha "acabado de realizar um ataque poderoso contra a maior instalação petroquímica do Irão, localizada em Asaluyeh, um alvo central responsável por cerca de 50% da produção petroquímica do país", segundo a Associated Press..António Costa, presidente do Conselho Europeu, afirmou esta segunda-feira que, após cinco semanas de guerra no Médio Oriente, "torna-se claro que só uma solução diplomática resolverá as suas causas profundas".Numa mensagem divulgada na rede social X, o antigo primeiro-ministro português afirmou que "qualquer ataque a infraestruturas civis, principalmente instalações energéticas, é ilegal e inaceitável", referindo que a população civil iraniana seria "a principal vítima de uma expansão da campanha militar" levada a cabo por uma operação conjunta dos EUA e Israel.Revelou que teve um contacto recente com o presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, durante o qual disse que a União Europeia pediu ao Irão para que termine com os ataques contra países da região, e apelou a que Teerão permita “o restabelecimento da plena liberdade de navegação através do Estreito de Ormuz”. António Costa disse que só as negociações, concretamente os esforços diplomáticos em curso liderados pelos parceiros regionais, podem permitir um cessar-fogo e um caminho para a paz. .Ataque contra a cidade israelita de Haifa fez quatro mortos, indicaram esta segunda-feira as forças armadas de Israel, noticia a Associated Press. O ataque com um míssil balístico iraniano atingiu, no domingo, um prédio residencial de Haifa, no norte do país. .Irão já fez saber que formulou a sua resposta à mais recente proposta de cessar-fogo que recebeu de países mediadores para o fim da guerra, informou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.Esmaeil Baghaei, citado pela imprensa internacional, adiantou que as negociações são "incompatíveis com ultimatos e ameaças de cometer crimes de guerra". Isto depois de o presidente dos EUA anunciar um novo ultimato ao Irão caso o estreito de Ormuz não seja reaberto.Responsável iraniano referiu, em conferência de imprensa, que Teerão tinha um conjunto de requisitos baseados nos seus interesses nacionais que já tinham sido transmitidos através de canais intermediários. Responsável recordou que as propostas dos EUA, nas quais se inclui um plano de 15 pontos, foram rejeitadas por serem "excessivas"."O Irão não hesita em expressar de forma clara aquilo que considera serem as suas exigências legítimas, e isso não deve ser interpretado como um sinal de cedência, mas sim como um reflexo da sua confiança na defesa das suas posições", afirmou Baghaei. "Formulámos as nossas próprias respostas", anunciou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, adiantando que mais informações serão dadas a conhecer "a seu tempo"..Porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya do Irão afirmou esta segunda-feira que Teerão atacou forças norte-americanas na ilha de Bubiyan, no Kuwait. Num comunicado citado pela Al Jazeera, foram atingidos equipamento de satélite e munições num ataque iraniano com recurso a drones..O Irão alertou hoje para a possibilidade de sucederem "crimes de guerra" depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado atacar infraestruturas civis no país em breve, mais de um mês após o início da guerra."O presidente dos Estados Unidos, como autoridade máxima do seu país, ameaçou publicamente cometer crimes de guerra", disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Kazem Gharibabadi, responsável pelos assuntos jurídicos e internacionais, na rede social X.Donald Trump ameaçou, no domingo, atacar centrais elétricas e pontes no Irão caso Teerão não reabrisse o Estreito de Ormuz, sendo que alvos civis já foram atingidos nas últimas semanas.Lusa.O Irão fez saber que recebeu o plano de paz dividido em duas fases e que está a analisar a proposta. De acordo com notícia da Reuters, que cita um alto responsável iraniano, Teerão não irá reabrir o estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo temporário. A mesma fonte disse ainda que os EUA não estavam preparados para um cessar-fogo permanente..Um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do estreito de Ormuz. Estas duas das propostas que constam de um plano de paz enviado aos EUA e ao Irão pelos mediadores egípcios, paquistaneses e turcos, detalha a Associated Press, que cita duas fontes oficiais.De acordo com a agência de notícias, espera-se que um cessar-fogo de 45 dias possa dar tempo suficiente para aprofundar as negociações entre os dois países, com vista a um cessar-fogo permanente..Os EUA e o Irão receberam um plano para o fim da guerra em duas etapas, que inclui um cessar-fogo imediato seguido de um acordo mais abrangente, noticia a Reuters esta segunda-feira. À agência de notícias, fonte familiarizada com os esforços diplomáticos informou que o chefe do exército paquistanês esteve em contato "a noite toda" com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi.No domingo, o site de notícias norte-americano Axios informou que os EUA, o Irão e países mediadores do conflito estavam a negociar um possível cessar-fogo de 45 dias, como parte de um acordo em duas fases..O Irão anunciou a morte do chefe dos serviços secretos da Guarda Revolucionária. Majid Khademi terá sido morto num ataque desta segunda-feira."O Major-General Majid Khademi, o poderoso e culto chefe da Organização de Inteligência do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, foi martirizado no criminoso ataque terrorista perpetrado pelo inimigo americano sionista" às primeira horas desta manhã", refere a mensagem da Guarda Revolucionária do Irão, publicada nas redes sociais, citada pela imprensa internacional. .A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou hoje que, desde 28 de fevereiro, foram registados 92 ataques contra instalações de saúde, veículos e pessoal médico no Líbano, provocando um total de 53 mortos e 137 feridos."Esses atos não se podem tornar a nova normalidade", declarou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na sua conta na rede social X (antigo Twitter), após denunciar o ataque mais recente, ocorrido próximo ao Hospital Universitário Rafik Hariri, o maior centro médico público do Líbano, que provocou quatro mortos e 39 feridos.A OMS alertou que, no final de março, a média era de dois ataques por dia, com cinco casos apenas no dia 28 de março, afetando instalações em Kfar Tibnit, Ghandouriyeh, Zawtar Al Gharbiyeh, Kfar Dajal e Jezzine, num total de nove pessoas mortas."À medida que Israel expande suas operações militares, apelo a todas as partes para que cumpram suas responsabilidades perante o direito internacional humanitário e garantam a proteção das instalações de saúde, dos profissionais de saúde e dos pacientes", apelou o diretor-geral da OMS.Lusa. Israel e os Estados Unidos realizaram hoje uma série de ataques que mataram mais de 25 pessoas no Irão, de acordo com as informações recolhidas pela Associated Press.Teerão respondeu com disparos de mísseis contra Israel e países árabes do Golfo, à medida que se aproxima o prazo estabelecido pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para que Teerão volte a abrir o Estreito de Ormuz.Mais de 1900 pessoas foram mortas no Irão desde o início da guerra, mas as autoridades de Teerão não atualizam o número de vítimas há vários dias.No Líbano, país invadido por Israel por via terrestre, mais de 1400 pessoas foram mortas e um milhão de civis foram obrigados a deslocar-se dos locais de residência por causa da guerra.Onze soldados israelitas morreram no Líbano em combates contra o Hezbollah (Partido de Deus), grupo xiita apoiado pelo Irão.Nos países árabes do Golfo e na Cisjordânia ocupada, morreram mais de duas dezenas de pessoas, e foram registadas 19 mortes em Israel.Pelo menos 13 militares norte-americanos foram mortos desde 28 de fevereiro, data do início da guerra.Lusa.O barril de petróleo Brent para entrega em junho subiu hoje 0,70 %, mantendo-se abaixo dos 110 dólares, após uma nova ameaça de Donald Trump ao Irão se não reabrir o Estreito de Ormuz até terça-feira.De acordo com dados de mercado recolhidos pela agência EFE, às 6:15 em Lisboa, o Brent subia 0,70%, para 109,73 dólares por barril no mercado de futuros de Londres.Lusa.Custo da dívida portuguesa já sobe com a nova guerra, mas com Ucrânia e tarifas de Trump foi pior .O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, manteve este domingo uma conversa telefónica com o homólogo russo, Serguei Lavrov, na qual ambos defenderam "um cessar-fogo imediato" no Médio Oriente e o diálogo para resolver o conflito.Wang indicou que "a China sempre defendeu a resolução política de questões internacionais e regionais críticas através do diálogo e da negociação", de acordo com um comunicado publicado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.O diplomata chinês lamentou ainda que "a situação no Médio Oriente continue a deteriorar-se e os combates se intensifiquem".Wang afirmou que "a China está disposta a continuar a cooperar com a Rússia no Conselho de Segurança da ONU, a comunicar oportunamente sobre assuntos importantes e a envidar esforços para reduzir a tensão e salvaguardar a paz e a estabilidade regionais"."A solução fundamental para o problema da navegação no Estreito de Ormuz é um cessar-fogo imediato e a cessação das hostilidades", acrescentou o ministro chinês, que indicou que o seu país "sempre defendeu a resolução política de questões críticas internacionais e regionais através do diálogo e da negociação".Por seu lado, Lavrov declarou que "a Rússia está extremamente preocupada com a contínua escalada da situação no Médio Oriente", de acordo com o comunicado do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros.O diplomata russo afirmou que "as operações militares devem cessar imediatamente e que o conflito deve regressar à via política e diplomática para abordar as suas causas profundas", para o que, na opinião do chefe da diplomacia russa, o Conselho de Segurança da ONU "deve desempenhar um papel construtivo".Lusa.A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, admitiu hoje a possibilidade de realizar uma cimeira com Teerão, apesar do prazo de Trump para atacar as infraestruturas energéticas iranianas, caso o Irão não reabra o Estreito de Ormuz."Estão a ser feitos preparativos para manter conversações com os líderes iranianos quando for oportuno", afirmou a chefe do Governo durante uma sessão parlamentar, em declarações recolhidas pelos meios de comunicação japoneses.Takaichi afirmou ainda que o seu país se está a preparar para "qualquer situação", incluindo um conflito prolongado no Médio Oriente e o seu possível impacto no abastecimento de petróleo bruto.Este fim de semana, a líder nipónica garantiu que o Japão dispõe de reservas de petróleo suficientes para aproximadamente oito meses e que a aquisição de crude a fornecedores alternativos "avança constantemente", numa mensagem publicada na rede social X.O arquipélago importa do Médio Oriente cerca de 90% do petróleo que consome, e o encerramento do Estreito de Ormuz na sequência da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão obrigou o país a libertar milhões de barris das reservas estratégicas e a subsidiar as petrolíferas para reduzir os preços dos combustíveis.Lusa.O Comando da Força Naval da Guarda da Revolução Islâmica iraniana (IRGC) anunciou este domingo que o Estreito de Ormuz "nunca mais voltará a ser o que era, especialmente para os Estados Unidos e Israel".O IRGC fez ainda saber que a Força Naval "está a finalizar os preparativos operacionais do plano anunciado pelas autoridades iranianas para a nova ordem no Golfo Pérsico", numa declaração publicada na rede social X.A declaração foi divulgada na sequência da recente ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de atacar infraestruturas iranianas na próxima terça-feira, data em que expira o ultimato que impôs ao país persa para reabrir o Estreito de Ormuz ou enfrentar "o inferno"."Se não fizerem nada antes de terça-feira à noite, não terão nenhuma central elétrica e não lhes restará nenhuma ponte de pé", afirmou Trump numa entrevista ao The Wall Street Journal.Em resposta, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei Hamaneh, assegurou que "caso as infraestruturas do Irão sejam atacadas", o país reagirá "da mesma forma".O encerramento de Ormuz, por onde transita cerca de 20 % do petróleo mundial, é uma das consequências da guerra no Médio Oriente, iniciada no passado dia 28 de fevereiro após bombardeamentos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.A agência noticiosa Fars, associada ao IRGC, informou este domingo que "quinze navios atravessaram o estreito de Ormuz com autorização do Irão nas últimas 24 horas". Segundo a notícia, o tráfego marítimo nesta via estratégica "é 90 % inferior ao registado antes do início da guerra".Lusa.Bom dia,Siga aqui as notícias sobre a guerra no Irão, desencadeada por uma operação conjunta dos Estados Unidos e Israel. .Trump define prazo para que seja aberto "o maldito estreito" de Ormuz: "Terça-feira, 20h00, horário do leste"