Exposição “Um Vislumbre da Cultura Chinesa” chega ao Porto para temporada até setembro
Depois de arrancar em Lisboa, no mês de abril, a exposição “Um Vislumbre da Cultura Chinesa”, que celebra três anos de colaboração editorial entre o Diário de Notícias e o Macao Daily News, vai ser inaugurada no dia 22 de Agosto, às 18h00, na Estação de São Bento do Metro do Porto, onde vai permanecer em cartaz até 12 de Setembro.
Realizada pelo Instituto Cultural do Governo da Região Administrativa Especial de Macau e pela Associação Sino‑Lusófona de Amizade e Intercâmbio Cultural de Macau, a mostra convida o público a descobrir tradições, histórias e curiosidades da cultura chinesa através das páginas publicadas, desde setembro de 2023, na rubrica semanal conjunta entre o Diário de Notícias e o Macao Daily News.
Como explicou ao DN a presidente do Centro Científico e Cultural de Macau, Carmen Amado Mendes, na altura da inauguração em Lisboa, a exposição é “a materialização de um trabalho continuado de intercâmbio editorial e cultural".
O percurso expositivo integra duas instalações originais, que combinam o processo tradicional de impressão de jornais com o uso de tecido, uma forma de evocar os laços históricos e culturais entre a China e Portugal existentes desde a Rota da Seda, passando pelas velas dos navios portugueses que aportaram em Macau.
Com a curadoria de Sara Neves, a exposição monta um percurso de curiosidades extraídas das edições da rubrica, organizado por temáticas, e pretende aproximar o público português de aspectos frequentemente desconhecidos da cultura chinesa, reforçando a importância da cooperação cultural e editorial entre instituições de ambos os territórios.
Para o DN, esta relação “com o Macao Daily News é mais do que uma parceria entre dois jornais”, explicou o diretor do jornal, Filipe Alves, na ocasião do lançamento da exposição.
“É uma ponte entre Portugal e a China, ajudando a manter viva uma relação com 500 anos de história, que ainda tem muito para dar ao mundo. Mais uma vez, Macau surge como o ponto de encontro entre o Ocidente e o Oriente e este é o nosso contributo para manter vivos estes laços que nos unem e que são muito mais do que passado. São futuro”, concluiu.
