Revista de imprensa. Os presos por crimes rodoviários e os ganhos dos CEO da banca
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Os presos por crimes rodoviários e os ganhos dos CEO da banca

Leia os destaques da imprensa desta quarta-feira, 15 de abril.
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O Público avança esta quarta-feira que no final de 2025 havia 731 pessoas nas cadeias por crimes rodoviários, segundo dados da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais. Em causa estão reclusos condenados por conduzir sem carta, em estado de embriaguez ou por condução perigosa. Há mais de dez anos que se espera regulamentação do ensino teórico da condução nas prisões, realça o jornal, depois de uma Páscoa trágica nas estradas nacionais, com 20 mortes.

Na cerimónia de tomada de posse do presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, Pedro Clemente, que acontece esta quarta, o ministro da Administração Interna deverá anunciar uma série de medidas para combater a sinistralidade. De acordo com a CNN Portugal e a TVI dessas medidas destaca-se a reativação da Brigada e Trânsito da GNR, a instalação de mais radares de velocidade média nas autoestradas, mais operações STOP ou multas mais pesadas.

O Jornal de Notícias destaca que os hospitais violam a lei ao negar acompanhamento de doentes nas urgências. Segundo o diário, só este ano deram entrada na Entidade Reguladora da Saúde (ERS) 185 queixas sobre esta matéria. Em 2025, foram 879, uma média de mais de duas por dia.

O Correio da Manhã conta que a Polícia Judiciária do Porto estima que metade da despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com a comparticipação do Estado em medicamentos para a diabetes tipo 2, como o Ozempic, é desviada através da prescrição deste remédio para fins de emagrecimento, o que indicia a eventual prática de uma burla gigantesca ao Estado. Trata-se d eum valor à volta dos 250 milhões de euros.

O Diário de Notícias diz que o FMI prevê défice sob controlo mas avisa para aumento da inflação devido à guerra.

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Leia aqui o DN desta quarta-feira, 15 de abril

O Negócios destaca que Portugal está a acumular um nível “elevado” de dívida para devolver até 2039. "A presença do país no mercado de financiamento vai ser condicionada ao longo dos próximos anos por um grande volume de reembolsos de títulos como obrigações, mas também empréstimos da UE e ainda o remanescente do tempo da troika. O aviso é feito pela UTAO", escreve.

O Eco avança que os CEO da banca ganharam mais 17% em 2025. "Mark Bourke, o irlandês que lidera o Novobanco, levou para casa um cheque superior a dois milhões. Entre os cinco maiores bancos, Paulo Macedo, da Caixa, tem o salário mais baixo", lê-se.

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