No Expresso desta sexta-feira, 27 de março, o destaque vai para o pedido de Cavaco Silva a Luís Montenegro para travar o Chega. Num ensaio publicado no semanário, o ex-presidente critica a "falta de coragem" do PS e "impreparação" do Chega perante reformas estruturais, sem as quais Portugal continuará um país europeu “relativamente pobre”.No Público lê-se que o Governo quer níveis mínimos de literacia, cálculo e inglês para entrar no Superior. As universidades e politécnicos estão ainda a analisar proposta de novo regime de graus e diplomas, mas avisam: “Sem alterações profundas a proposta não servirá o futuro do ensino superior”.Este jornal diz ainda que nova proposta para o pacote laboral desiste dos 25 dias de férias, volta a alargar para três anos o limite máximo dos contratos a termo e revoga o banco de horas grupal.O Jornal de Notícias destaca que o mau tempo forçou mais de mil famílias a pedir travaão no crédito da casa.O Correio da Manhã realça que a guerra faz disparar os juros do aforro. "Reflexo do conflito no avanço da Euribor contribui para o aumento da remuneração dos certificados, fixando-se esta nos 2,138% em abril", diz.O Diário de Notícias destaca que a Nova SBE avança com divórcio da Universidade Nova de Lisboa..Leia aqui o DN desta sexta-feira, 27 de março.Por ser sexta-feira, poderá também ler os suplementos Dinheiro Vivo e DN Sport..Leia aqui o DV desta sexta-feira, 27 de março.Leia aqui o DN Sport desta sexta-feira, 27 de março.O Negócios diz que novo alívio do IRS está fora dos planos do Executivo. "Neste ano, a possibilidade de um bónus nas pensões ainda não está afastada. Mas não há cortes de IRS previstos", lê-se.O Eco destaca os cinco alertas de Miranda Sarmento para as contas públicas de 2026 após “resultado histórico” em 2025.O Nascer do Sol escreve que o Estado escondeu riscos das vacinas contra a covid-19. "Ex-ministra Marta Temido e antiga diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, garantiram aos portugueses condições de segurança sem base científica, como provam os contratos do Estado português com a indústria farmacêutica", escreve.