Revista de imprensa. Número de subvenções vitalícias cai para 285 e estudo sobre cancros nas Lajes atrasado
O Público avança esta terça-feira que o número de subvenções vitalícias de políticos caiu para 285. Em dez anos, foram atribuídas 17. O jornal lembra que o Chega propõe fim da subvenção para ex-políticos e antigos juízes do Constitucional e Bloco quer aplicar uma contribuição de solidariedade temporária.
Este jornal conta ainda que a construção da Linha Évora-Elvas terminou oficialmente em Janeiro de 2026, mas IP ainda não entregou no IMT o processo de entrada ao serviço e não sabe quando será inaugurada. Trata-se de uma obra ferroviária de 460 milhões de euros e está está parada à espera de certificação.
O Expresso diz que o estudo para se perceber a eventual relação entre a contaminação dos solos em redor da Base das Lajes e uma alegada prevalência de cancros no concelho da Praia da Vitória anunciado pelo Governo dos Açores está atrasado seis anos
No Jornal de Notícias o destaque vai para a onda de calor que irá assolar o país esta semana, em que as temperaturas tocarão os 40 graus e as mínimas não baixarão dos 25.
O Correio da Manhã dá conta de que um homem foi condenado a seis anos de prisão por abusar de enteados, de 7 e 7 anos, enquanto a mulher estava em trabalho de parto.
No Diário de Notícias o destaque vai para um barómetro, segundo o qual o PS mantém liderança com 29,3%, mas perde parte da vantagem e a AD e o Chega sobem. Diz ainda que o Governo ganha seis pontos na avaliação de desempenho em junho, mas 56% dão nota negativa.
No Negócios lê-se que Bruxelas avisa que PSU tem de ficar fechada em dois meses. "Governo estendeu para 120 dias o prazo para legislar sobre a prestação social única. Mas a Comissão Europeia alerta que “todas as ações necessárias” para a entrada em vigor da medida devem estar concluídas até ao final de agosto", diz.
O Eco destaca uma entrevista a Isabel Furtado, CEO da TMG Automotive, a primeira vencedora do Lifetime Achievement dos Prémios ECO/Cimpor, que diz que “a reforma do Estado é o mais importante. E alguma regionalização”.
