Revista de imprensa. Do mirabolante caso de espionagem aos custos do mau tempo
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Do mirabolante caso de espionagem aos custos do mau tempo

Leia os destaques da imrensa desta quinta-feira, 19 de fevereiro.
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O Público escreve esta quinta-feira, 19 de fevereiro, que há mais de 30 mil inscritos para apoios à recuperação de habitações e que as indemnizações das seguradoras já superam 360 milhões de euros. Em declarações ao jornal e à Rádio Renascença, o autarca de Leiria defende mais controlo sobre a E-Redes. “Parecem intocáveis”, diz Gonçalo Lopes, que pede também uma reformulação da Protecção Civil e mais dinheiro para ajudar a economia da zona. “Se o efeito contágio não for controlado já, vamos ter um grave problema nacional”.

"Falso espião do SIS rouba segredos da NATO para os vender aos russos", destaca na primeira página o Jornal de Notícias, referindo-se a um antigo militar de 23 anos que se dedicava ao furto de malas em aeroportos e hoteis e que enganou a PJ.

A mesma história está em destaque no Correio da Manhã, que também dá visiilidade ao caso do casal de idosos que esteve desparecido durante vários dias e foi finalmente encontrado, sem vida, no interior do carro submerso numa zona inundada.

No Diário de Notícias também pode ler sobre a história do português que deixou um enigma aos investigadores: espião russo ou fantasia? Mas o destaque maior vai para o alerta dos hospitais do Norte para lista de espera em cirurgia cardíaca que põe "doentes em risco".

A crise em Cuba também merece desenvolvimento nesta edição.

Revista de imprensa. Do mirabolante caso de espionagem aos custos do mau tempo
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 19 de fevereiro

O Observador volta à casa de Luís Montenegro, para fizer que o MP quer saber como o agora primeiro-ministro pagou a construção da casa. Lembra que o inquérito foi aberto por indícios de fraude fiscal e diz que o primeiro-ministro foi alvo de denúncia. Fonte próxima de Montenegro garante ao jornal que casa foi paga com rendimentos de trabalho, por cheques e transferência.

O Negócios escreve que Bruxelas quer saber até abril qual o impacto das tempestades. Lembra que as regras europeias permitem que despesas associadas a eventos excecionais fora do controlo do Governo possam ser excluídas da avaliação orçamental aos Estados-membros. Avaliação do impacto das tempestades nas contas públicas será feito depois de Bruxelas receber as estimativas do Governo no relatório anual de progresso, a chegar à Comissão até ao final de abril.

O Eco tenta perceber se ainda é possível haver acordo na Concertação sobre lei do trabalho.

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