O Público escreve esta quarta-feira que o Estado paga até 1500 euros por hectare para limpeza de terrenos. O jornal conta que o Governo já abriu as candidaturas para o programa de recuperação florestal de emergência que abrange 22 municípios da região Centro afetados pela tempestade Kristin e que basta uma fotografia.Neste diário lê-se ainda que uma em cada 20 crianças pobres teve fome e não comeu por falta de dinheiro. "Em 2024, das 301 mil crianças pobres em Portugal, quase 5% não tinham segurança alimentar e metade não conseguia participar numa actividade extracurricular ou de lazer por motivos económicos", lê-se.No Expresso lê-se que a PJ admite possibilidade de mais casos de crianças abusadas sexualmente em escola de Marvila, depois da detenção, na sexta-feira, de um auxiliar de ação educativa. As vítimas têm entre 4 e 6 anosO Jornal de Notícias destaca que uma sentença sobre desvio de dez milhões está congelada há dois anos. O diário conta que o coletivo de juízes de Braga responsável pelo julgamento do caso da extinta Associação Industrial do Minho (AIMinho) não consegue concluir o acórdão antes das férias judiciais de verão e que, provavelmente, só o fará no final de 2026.O Correio da Manhã titula em manchete que dirigente do Chega faz chorar a filha com cebola. Em causa está uma guerra pela guarda entre casal divorciado, tendo o tribunal da Relação de Évora revogado a decisão que inibia a mãe, dirigente nacional do Chega, de responsabilidades parentais.No Diário de Notícias o destaque vai para a assembleia-geral do Vitória de Setúbal que se realiza na sexta-feira em que serão dadas aos sócios duas opções para escolha, mas a direção ainda não as deu a conhecer. DN apurou que uma vem de grupo internacional que promete novo estádio e regresso à primeira liga. Outra vem de patrocinador que deixa futebol nas mãos do clube, mas quer ficar com terrenos. Mas a sombra do ex-investidor Hugo Pinto paira sobre a reunião..Leia aqui o DN desta quarta-feira, 20 de maio.O Negócios destaca que, a partir de 1 de dezembro, devolver televisão, frigorífico ou ar condicionado velhos vai dar desconto de 20 a 35 euros em novos num novo sistema de incentivo, pensado para aumentar a recolha e reciclagem de equipamentos elétricos e eletrónicos e combater o desvio para o mercado paralelo.O Eco traz uma entrevista ao autarca Álvaro Beijinha, que diz que “há uma preocupação enorme dos investidores em Sines” com a falta de habitação e de infraestruturas.