O Público avança esta terça-feira que o Governo revê em baixa a meta para dar médico de família a mais utentes. O plano de emergência previa a cobertura de 360 mil utentes em 2025 com as USF-C, mas agora o objetivo passou a ser dar médico de família a mais 60 mil pessoas até 2029, com a ajuda dos privados.O jornal destaca ainda que os cientistas alertam que 2026 pode ser um dos anos mais quentes alguma vez registados, com fenómenos climáticos extremos sem precedentes, impulsionados principalmente pelas alterações climáticas causadas pela atividade humana — e ajudados pelo impacto de um fenómeno El Niño forte, que estará a desenvolver-se. O Jornal de Notícias diz que o TGV e o Metro do Porto fazem disparar custos com parcerias público-privadas. "O Estado português está a entrar numa nova era de parcerias público-privadas (PPP), com a alta velocidade ferroviária e a concessão do metro do Porto a empurrarem os encargos públicos para uma escalada milionária. Ao mesmo tempo, as concessionárias rodoviárias intensificam a pressão judicial sobre o erário público com pedidos de reequilíbrio financeiro que duplicaram para os 2,4 mil milhões de euros em apenas um ano", lê-se.No Expresso destaque para uma entrevista a João Massano, bastonário da Ordem dos Advogados, que diz acerca da detenção de José Sócrates: "Prender um ex-primeiro-ministro, sem risco de fuga, não é sensato. Foi um erro".O Observador traz o primeiro de uma série de artigos sobre a evolução dos rendimentos dos principais presidentes de Câmara eleitos nas autárquicas de 2025. A estreia é dedicada a Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, que perdeu rendimentos com entrada no Governo e eleição para a Câmara. O Correio da Manhã destaca que as baixas médicas custam mais de mil milhões. O jornal avança que o valor gasto com esta prestação duplicou em sete anos, segundo indicam as contas do Estado da última década.No Diário de Noícias lê-se que a guerra provoca subida dos juros da dívida de França e Itália e que em Portugal o efeito ainda é contido. Destaque ainda para uma entrevista ao médico cirurgião Vítor Nunes, que há três anos denunciou 15 casos de alegadas más práticas clínicas no hopsital Amadora-Sintra e que foi acusado de bullying. "Fui vítima de um assassinato de caráter", diz..Leia aqui o DN desta terça-feira, 19 de maio.O Negócios diz que os Açores perderam 25 mil passageiros num só mês com a saída da Ryanair.O Eco avança que o Fisco trava devoluções de IVA a entidades com apoios do PRR e outros fundos públicos. "IPSS, universidades, bombeiros ou forças de segurança deixam de poder acumular restituições de IVA com financiamentos públicos, numa regra aplicável apenas a partir de 2024", diz.