O Público destaca esta terça-feira que 72 câmaras ainda não concluíram uma única análise de candidatura de apoio à reconstrução após as tempestades, entre elas Lisboa, Almada e Sintra. Em 14 autarquias, todos os processos já foram avaliados.O Expresso avança que a APAIIR, associação portuguesa de imigração, investimento e realocação (Portuguese Association of Immigration, Investment and Relocation, no original inglês) está a preparar uma ação concertada contra o Estado português na sequência das recentes alterações ao regime jurídico da nacionalidade, que, consideram, “põem em causa os direitos e as expectativas legítimas” dos requerentes e titulares de autorizações de residência para investimento. O Jornal de Notícias destaca que o país está a perder trabalhadores e que só a imigração pode travar o colapso, segundo o relatório "Emprego em Portugal", que será apresentado esta terça-feira no Porto e que traça um retrato de um país envelhecido, incapaz de reter jovens qualificados e dependente da imigração para evitar uma crise estrutural no mercado de trabalho.No Correio da Manhã lê-se que cinco dias de trabalho iam render 12 mil euros a a diretor técnico do SIRESP. O jornal teve acesso a um email em que o diretor técnico da SIRESP SA, novamente presidida pelo general Paulo Viegas Nunes, tenta adjudicar à empresa da mulher um contrato que lhe iria render 12 mil euros por apenas cinco dias de trabalho, em dezembro de 2024. Foi a vogal financeira da empresa, Nikeba Fernandes, que travou o negócio.O Diário de Notícias traz os resultados de uma barometro DN/Aximage, segundo o qual três em cada quatro portugueses chumbam ação do governo na crise..Leia aqui o DN desta terça-feira, 26 de maio.O Negócios avança que os portugueses contornam bloqueios a apostas ilegais com VPN e "bots" do Telegram. "O regulador português tentou travar as apostas em eleições e eventos geopolíticos, devido à ilegalidade destas à luz da lei nacional e europeia. Mas os apostadores têm encontrado formas de contornar o bloqueio e as sugestões de como fazê-lo proliferam nas redes sociais", lê-se.