Revista de imprensa. ANA bate recorde de lucros e aumenta taxas nos aeroportos e o caso Elefante Branco
O Público destaca em manchete que os lucros da ANA batem novo recorde puxados pelo crescimento do Porto, que já vale 17% das receitas da concessionária. Foi responsável por 218,8 milhões de euros e transportou 16,9 milhões de passageiros.
Já no Negócios lê-se que a ANA volta a subir taxas nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro em 2027. "Proposta apresentada pela concessionária às companhias aéreas para a atualização das taxas reguladas a 1 de janeiro é de uma subida de 0,67% em Lisboa, enquanto no Porto e em Faro chega aos 3,77% e 3,79%, respetivamente", diz.
O Jornal de Notícias escreve que a taróloga Maya foi apanhada em escuta a angariar acompanhante de luxo. Segundo o jornal, fez um telefonema para o gerente do Elefante Branco, casa de alterne que está no centro de um processo de tráfico de pessoas e lenocínio, a pedido de uma amiga.
Já o Correio da Manhã escreve, acerca deste caso, que um antigo dirigente do Sporting está entre os clientes que tinham tratamento VIP no novo ‘Elefante Branco’, em Lisboa, segundo o que descreve a acusação do Ministério Público deduzida contra 12 arguidos.
Este diário destaca, contudo, o caso de um burlão cadastrado que enganava idosos com “esquema do beijinho”. "Criminoso de 31 anos abordava as vítimas, cumprimentava-as com dois beijos no rosto e perguntava: 'Então não se lembra de mim?'. Vítimas indefesas eram depois enganadas e encaminhadas a uma caixa multibanco", lê-se. O homem foi detido e está em prisão pteventiva.
O Diário de Notícias dá destaque à falta de anestesiologistas: o SNS precisa de mais 600.
O Expresso diz que a guerra já gerou sobrecusto de 1,3 mil milhões de euros nos combustíveis em Portugal. "Nos seis meses após o início da guerra no Irão a fatura nacional do gasóleo, o combustível dominante nas estradas portuguesas, encareceu 22% face ao ano passado, enquanto o custo da gasolina subiu 17%. E esta semana há novo disparo dos preços", lê-se.
O Eco traz uma entrevista a Jorge e Gonçalo Rebelo de Almeida, do grupo Vila Galé, que está a assinalar 40 anos, os quais falam dos planos de expansão que passam por chegar aos 60 hotéis antes dos 50 anos.
O Observador traz a história de João, um doente crónico de 70 anos que esperou quase um dia até ser visto a primeira vez por um médico nas urgências do Amadora-Sintra, mesmo com pulseira amarela.
