Os acessos nas seis estações do Metro de Lisboa que tinham sido temporariamente encerrados na sexta-feira como medida preventiva para minimizar a entrada de águas fluviais foram reabertos esta segunda-feira, 9 de fevereiro, divulgou a empresa.Assim, de acordo com uma nota do Metropolitano de Lisboa, na Linha Amarela - na estação de Odivelas, o acesso para a Rua Dr. Egas Moniz; Linha Azul - estação São Sebastião — acesso para a Av. Ressano Garcia e acesso para a Av. Marquês de Fronteira e estação Terreiro do Paço — acesso ao Cais das Colunas; Linha Verde - estação Rossio — dois acessos para a Praça D. Pedro IV, estação Alvalade — dois acessos para a Av. da Igreja e estação Roma — dois acessos para a Av. dos Estados Unidos da América, foram reabertos.Na sexta-feira, o Metro de Lisboa divulgou ter tomou medidas preventivas devido à previsão de agravamento das condições meteorológicas, com "especial incidência na frente ribeirinha de Lisboa"..Cerca de 1200 pessoas deslocadas. População de Leiria faz vigília em homenagem às vítimas do Kristin. Como medida preventiva para minimizar a entrada de águas pluviais e/ou fluviais, foram instaladas barreiras de proteção em determinados acessos das estações consideradas mais críticas, mantendo-se operacionais os restantes acessos das mesmas estações, informou a empresa em comunicado.Outras medidas adotadas incidiram sobre alterações aos locais habituais de parqueamento dos comboios, ao reforço da disponibilidade de meios de bombagem e a monitorização permanente do sistema de bombagem instalado no troço Jardim Zoológico/Praça de Espanha, o qual foi reforçado com a instalação de uma bomba adicional de elevado débito, detalhou.O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e as 01:00.Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros..Presidente da Câmara de Leiria: "Resposta seria mais rápida se atingisse casa de quem governa" ."Eventos meteorológicos extremos" ameaçam redes elétricas em todo o mundo