Exército reforça monitorização geoespacial para resposta a cheias
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Exército reforça monitorização geoespacial para resposta a cheias

O Exército Português lançou uma iniciativa para monitorizar cheias, usando tecnologia geoespacial para fortalecer o planeamento e a coordenação em bacias hidrográficas críticas por todo o país.
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O Centro de Informação Geoespacial do Exército ativou uma célula de resposta para apoiar o planeamento e a coordenação das operações de resposta às cheias, refere em comunicado divulgado esta segunda-feira, 16 de fevereiro.

Inicialmente, foram utilizados produtos desenvolvidos pela Unidade de Apoio Geoespacial, focando-se nas bacias dos rios Tejo e Vouga. Devido às previsões meteorológicas e ao risco crescente no norte, o esforço foi ampliado para cobrir as bacias hidrográficas prioritárias em todo o país, incluindo Guadiana, Mondego, Sado, Douro e Minho.

Esta expansão permite criar cenários que simulam a subida das águas, facilitando um planeamento eficaz e o posicionamento adequado dos recursos.

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Os produtos geoespaciais estão agora disponíveis no site do Exército, acessíveis a entidades operacionais, como autarquias e forças de segurança, para melhorar a coordenação e a consciência situacional, é salientado na mesma nota.

Para superar limitações meteorológicas, o Exército contou com imagens de radar da Força Aérea, essenciais para atualizar a informação geoespacial.

Por sua vez, Agência Portuguesa do Ambiente forneceu dados sobre caudais, utilizados para prever picos de cheia, especialmente no rio Mondego.

Já o CIGeoE contribui diretamente para o planeamento das missões, disponibilizando informação crucial para a evacuação e contenção de caudais.

Esta iniciativa promove a coordenação interagências, melhorando a eficiência da resposta a cheias em Portugal, realça a mesma nota.

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