"Esta reforma laboral parte dum mau princípio", de que é preciso tornar o mercado mais flexível, mas mais "instável", defendeu esta sexta-feira, 15 de maio, André Ventura, no Parlamento, explicando que, "ao ponto em que estamos, esta reforma é má e não deve ser aprovada". No entanto, o líder do Chega não fechou as portas à aprovação da proposta de lei que o Governo fará chegar ao hemicilo, explicando que "esta tarde haverá contactos entre as lideranças das bancadas"."Se me perguntar se isto está completamente acabado, diria que não. Se estivesse não haveria conversações entre os líderes", vincou André Ventura, argumentando que o Chega está a fazer uma caminho para transformar a reforma laboral avançada pelo Governo numa "redignificação laboral".Em atualização..Reforma laboral. Governo quer fim da proibição ao outsourcing, alargamento dos contratos a prazo e reforço das licenças parentais.PS cola rejeição do Pacote Laboral a “traves mestras”, que o Governo mantém