O primeiro-ministro impediu o acesso público ao número da matriz dos 55 imóveis que declarou à Entidade para a Transparência, avança este domingo, 31 de agosto, o Correio da Manhã. De acordo com este jornal, Luís Montenegro apresentou a este organismo um pedido de oposição à divulgação do número da matriz destes prédios, o qual foi deferido.Segundo o CM, Montenegro declarou à Entidade para a Transparência seis imóveis urbanos, entre os quais a casa em Espinho e um apartamento em Lisboa, e 46 prédios rústicos herdados da família.Segundo o jornal, "a decisão de Montenegro estará relacionada com a preocupação da reserva da intimidade e da vida privada e com a segurança dos elementos da família"."Não há receio nenhum. É um disparate dizer isso. É um disparate mesmo", afirmou o primeiro-ministro à saída da Universidade de Verão do PSD, que terminou este domingo em Castelo de Vide, garantindo que não se opôs a nada. .Luís Montenegro anuncia financiamento para 133 mil casas públicas. Em julho, depois de uma notícia do CM, a Entidade para a Transparência confirmou que Luís Montenegro submeteu pedidos de oposição à consulta pública das suas declarações de rendimentos, que se encontra suspensa até decisão final do Tribunal Constitucional. Em resposta a estas notícias que disse serem “incorretas e equívocas”, o primeiro-ministro esclareceu em comunicado que o pedido de oposição diria apenas respeito a questões que integram o recurso interposto no Tribunal Constitucional, referindo-se à lista de clientes da empresa Spinumviva, “elementos que já são do conhecimento público”..Entidade para a Transparência confirma que Luís Montenegro se opõe à divulgação das declarações de rendimentos