Congresso do Livre, no Porto.
Congresso do Livre, no Porto.ESTELA SILVA/Lusa

Congresso do Livre será em Sintra a 10, 11 e 12 de julho

Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes têm possibilidade de continuar a candidatar-se aos cargos de porta-voz mediante os estatutos. Em entrevista ao DN, Rui Tavares guardou a decisão para mais tarde.
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O Livre agenda para 10, 11 e 12 de julho o XVII Congresso do partido. Segundo o DN pôde saber, a reunião dos filiados terá lugar no Hockey Club de Sintra, um pavilhão desportivo localizado em Algueirão-Mem Martins, concelho de Sintra.

Tanto em 2024 como em 2025, o Livre organizou dois congressos por ano. No ano transato, fê-lo em abril, em Oeiras, antes das Legislativas e depois em setembro, no Porto, um mês antes das Autárquicas.

Sem eleições à vista será feito o balanço dos resultados autárquicos, da campanha presidencial de Jorge Pinto e das atuações municipais pelos vereadores eleitos, mas também a prestação parlamentar, bancada que em 2025 cresceu para seis deputados. Serão eleitos os novos órgãos nacionais do partido.

Em 2024, foi eleito o Grupo de Contacto, como é apelidada a direção do partido. Na lista A contabilizaram-se 61% dos votos, ou seja, 10 de um total de 15 lugares. Assim, Isabel Mendes Lopes e Rui Tavares, dois primeiros da lista, garantiram a coordenação, partilhada e em respeito da paridade, do Livre. Nessa lista estavam ainda, por exemplo, Jorge Pinto e Filipa Pinto.

A lista 'B' em 2024 elegeu os dirigentes Natércia Lopes, Rodrigo Brito e Patrícia Robalo, que já eram membros da direção anterior provenientes de uma lista alternativa apresentada no congresso de 2022. A lista 'C', em 2024, elegeu os dirigentes João Manso e Irene Gomes.

Ao Diário de Notícias, em entrevista neste mês de maio, Rui Tavares referiu que "está nos estatutos desde o início a rotatividade no cargo de co-porta-voz", mencionando existirem "três mandatos, curtos, de dois anos, para o Grupo de Contacto". Apesar de estar a terminar o segundo mandato na liderança, Rui Tavares preferiu guardar para outro momento a confirmação da recandidatura.

"Alguns têm possibilidade de renovar o seu cargo no Grupo de Contacto. É o meu caso, mas tudo isso terá de ser discutido entre membros e apoiantes. Não é meu hábito discuti-lo na imprensa nem antes de tempo. É importante discuti-lo com a marcação oficial do congresso e, em primeiro lugar, com membros e apoiantes. A Isabel Mendes Lopes está nas mesmas condições, fez dois mandatos, é uma extraordinária co-porta-voz e líder parlamentar e tem todas as condições políticas para continuar", advogou ao DN.

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