Montenegro reitera confiança em Luís Neves: “Está a fazer um trabalho de elevadíssima qualidade"
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, reiterou esta quinta-feira (27 de agosto) a confiança no ministro da Administração Interna e defendeu que Luís Neves “está a fazer um trabalho de elevadíssima qualidade e competência” nas áreas que tutela.
“Todos os membros do Governo estão no Governo porque o primeiro-ministro os escolheu e porque confia neles”, afirmou o primeiro-ministro à margem de uma visita ao Aeroporto de Lisboa, na qual estiveram também presentes os ministros da Administração Interna, Luís Neves, das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, e da Economia, Manuel Castro Almeida.
Questionado se esta visita conjunta representa um novo voto de confiança no ministro da Administração Interna, Luís Montenegro respondeu que “nem é novo, nem é velho, é o único possível”.
O primeiro-ministro salientou também que “o ministro da Administração Interna está a fazer um trabalho de elevadíssima qualidade e competência nas áreas que tem sobre a sua responsabilidade”.
“Eu já disse isto na semana passada na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, relativamente à forma como nós estamos a conduzir as ações preventivas e também as ações de combate na área da Proteção Civil, no caso mais imediato dos incêndios rurais e florestais, e digo hoje também aqui na coordenação das forças e dos serviços que colaboram para o controlo de fronteiras e para a agilidade deste procedimento, nomeadamente interagindo não só entre departamentos, mas também entre áreas do Governo”, afirmou.
PM reitera: Segurança social é "assunto fechado" nesta legislatura
O primeiro-ministro reiterou ainda que não haverá qualquer alteração à segurança social na presente legislatura e apelou ao sentido de responsabilidade da oposição, criticando a “falsidade e demagogia” sobre este assunto, que considerou fechado. “O assunto não está aberto, esse assunto para esta legislatura está fechado”, afirmou Luís Montenegro, que só admite discutir o assunto no futuro, em próximas legislaturas, e defendeu que “ninguém deve querer procurar ter ganhos políticos de conjuntura numa matéria para décadas”.
“Portanto, a demagogia, a desinformação, a falsidade com que se fala disso, é deplorável do ponto de vista democrático”, considerou. “Isto é preciso discutir com serenidade, com seriedade, ainda por cima sabendo nós que não está no quadro desta legislatura fazer nada que aparentemente preocupa alguns dos agentes políticos”, disse.
