Portugal passa os 35 mil infetados. 91,7% dos novos casos na Grande Lisboa

O boletim da Direção-Geral da Saúde desta terça-feira refere ainda que se registaram mais sete óbitos pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas.

Em Portugal, nas últimas 24 horas, morreram mais sete pessoas. Foram confirmados também mais 421 casos de covid-19. Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), desta terça-feira (9 de junho), no total, desde que a pandemia começou registaram-se 35 306 infetados, 21 339 recuperados (mais 183) e 1492 vítimas mortais no país.

Há, neste momento, 12 475 doentes portugueses ativos, a ser acompanhados pelas autoridades de saúde.

Os dados mostram que esta terça-feira, estão internados 394 doentes (mais 28 que na véspera), sendo que destes 65 encontram-se nos cuidados intensivos (mais 10 pessoas nas últimas 24 horas).

O boletim da DGS indica ainda que aguardam resultados laboratoriais 1618 pessoas e estão em vigilância pelas autoridades de saúde 30 176. O sintoma mais comum entre os infetados é a tosse (que afeta 39% dos doentes), seguida da febre (29%), dores musculares (21%) e cefaleia (20%).

Entre os 421 novos casos, 386 registaram-se em Lisboa e Vale do Tejo (91,7%). Sintra (86 novos casos), Lisboa (60), Loures (52), Amadora (42) e Odivelas (35) são os concelhos mais afetados.

De acordo com declarações proferidas este domingo pela ministra da Saúde, Marta Temido, a área da Grande Lisboa "tem representado de um modo consistente 70% do número de infetados notificados no país nos últimos dias".

Mais de 400 mil mortos e acima de sete milhões de infetados em todo o mundo

A pandemia de covid-19 já matou 404.245 pessoas e infetou mais de sete milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um relatório da agência AFP, baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, 7.065.200 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, nos finais de dezembro passado, na cidade chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 3.078.100 agora são considerados curados.

Contudo, a AFP avisa que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves que levem a internamento, outros usam o teste como uma prioridade para o rastreamento e muitos estados pobres têm capacidade limitada de rastreamento.

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